terça-feira, 26 de setembro de 2017

Estudioso marca data para início da “Grande Tribulação”: 15 de outubro


David Meade havia dito que o Arrebatamento seria dia 23 de setembro


Estudioso marca data para início da "Grande Tribulação"

O início dos tempos do fim ocorrerá no dia 15 de outubro, insiste o estudioso que havia marcado o arrebatamento para 23 de setembro.

David Meade, que recebeu destaque da mídia secular quando escreveu um livro para provar que os eventos descritos em Apocalipse 12 ocorreriam em 2017, sempre afirmou ser um especialista em profecias.



Contudo, ao ser confrontado por teólogos conhecidos, passou a dizer que seus cálculos também se baseavam na numerologia, fazendo com que fosse chamado de “falso profeta” por diferentes líderes cristãos.

Mesmo criticado por ter gerado histeria com suas previsões, Meade voltou a fazer previsões. “Quando ocorre o nascimento de Júpiter de Virgem, também vemos o cumprimento de Gênesis 3:15 e Apocalipse 12:4, testificados pelos grandes e terríveis sinais nos céus”, disse ele ao Christian Post.

Refazendo seus cálculos astronômicos, ele aponta para 15 de outubro como início da “grande Tribulação”. Segundo ele, nesta data o planeta Júpiter, finalmente sairá da região do “útero” da constelação de Virgem.



“Se usamos apenas cálculos astronômicos e o Livro do Apocalipse, e nenhuma fonte extrabíblica, como visões ou profecias, isso nos leva à data mais importante deste milênio: 15 de outubro de 2017”, continuou Meade, que já deu entrevistas para os principais jornais do mundo sobre o assunto.

O especialista se defende, argumentando que suas palavras foram mal interpretadas pelos meios de comunicação, pois ele apenas apontou para “sinais importantes” aparecendo no céu dia 23. Sem conseguir explicar o que o fez divulgar que o Planeta X – também chamado de Nibiru – se chocaria com a terra, declarou que a humanidade verá coisas terríveis acontecendo no mundo a partir do dia 15 do próximo mês.


Pastores criticam quem marca datas

Parte dos argumentos de Meade, em especial os que se relacionam com a descrição de Apocalipse 12, foram replicados por diferentes pastores. Mas esses cálculos e previsões foram combatidos por líderes como Greg Laurie, pastor da Harvest Christian Fellowship.

No dia 23 de setembro, Laurie criticou o espaço dado para alguém que se chama “numerologista cristão”, algo que não existe, lembra. Citando textos bíblicos, como Mateus 24:36, apontou para as palavras de Jesus:” Ninguém sabe o dia ou a hora” do retorno de Cristo.

Ed Stetzer, influente pastor batista, autor de vários livros e responsável por pesquisas da Lifeway Reasearch, também fez duras críticas a Meade.

“Toda vez que previsões sobre o fim do mundo aparecem na mídia, é importante que nos perguntemos se isso irá contribuir com discussões úteis e significativas sobre o final dos tempos. Claro que a resposta na maioria das vezes é não”, escreveu Stetzer.

Ele acredita que esse tipo de argumentação, defendida por alguns pastores em sermões que podem ser assistidos na internet, são “uma vergonha para os cristãos e uma distorção da Palavra de Deus”.

Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, a maior denominação evangélica do mundo, escreveu um longo artigo no Washington Post chamando a atenção dos cristãos para que a verdade não seja confundida com mentiras e boatos. Para ele, previsões falsas podem fazer, por vezes, que as pessoas deixem de acreditar no cristianismo por que não conhecem toda a mensagem e associam os alertas bíblicos a “boatos” e “falsas profecias que não se cumprem”.

A principal reclamação de Moore é que a igreja não está ensinando de maneira contínua e consistente o que as Escrituras falam sobre o final dos tempos, por isso as pessoas acabam se deixando levar por “meias verdades” e anúncios infundados de datas.
por Jarbas Aragão
https://noticias.gospelprime.com.br

Novos escândalos sacodem o pontificado de Francisco





O papa Francisco, em Bogotá, em 7 de setembro de 2017 - AFP




Uma nova guerra interna no Vaticano, com denúncias, intimidações, renúncias, acusações e cruzamento de comunicados sacodem esta semana o pontificado de Francisco, como ocorreu com seu antecessor, Bento XVI.

A chegada do outono (boreal) à Santa Sé vem “carregada de venenos”, noticiou o jornal romano Il Messaggero, ao publicar um resumo dos escândalos que envolvem assessores próximos a Francisco encarregados da reforma das finanças do Vaticano, assim como o próprio pontífice, acusado de “propagar heresias”.

Para alguns vaticanistas se trata de uma campanha planejada pelos setores ultraconservadores para “enfraquecer” Francisco por seus “erros teológicos” como chefe da Igreja, e também para “frear” as reformas que ele impulsiona, ainda que lentamente, na Cúria Romana.

Domingo foi o dia escolhido para detonar a primeira bomba interna: o primeiro revisor geral das finanças do Vaticano, Libero Milone, de 69 anos, convocou um grupo de jornalistas para denunciar os motivos de sua demissão, em junho, apenas dois anos depois de ter sido nomeado para um mandato de cinco.

Milone, nomeado diretamente pelo papa argentino em 2015 para revisar e garantir a transparência das contas da Santa Sé, assegurou que sua renúncia foi forçada com intimidações e até com ameaças de prisão, aparentemente por ele ter descoberto muitas irregularidades de caráter econômico.

Com uma rapidez incomum, o Vaticano replicou as denúncias do funcionário e, em um comunicado oficial, assegurou que o ex-auditor “se excedeu em suas funções” e inclusive ordenou “investigar a vida privada de expoentes da Santa Sé”, provavelmente cardeais e monsenhores, não se sabe por qual motivo e com qual finalidade.

A versão de Milone aponta para duas personalidades atualmente muito próximas ao papa, o substituto da Secretaria de Estado, monsenhor Angelo Becciu, uma espécie de “ministro do Interior” e o comandante Giandomenico Giani, encarregado da segurança papal, o homem que o ameaçou.

Para Milone, as reformas que Francisco queria “foram bloqueadas pelo velho poder interno”, que impede qualquer mudança.

O mesmo ocorre com a reforma administrativa. Segundo a vaticanista Franca Giansoldati, os nove cardeais encarregados dessa reforma se reuniram 21 vezes sem conseguir sequer simplificar as estruturas internas, como pediram os purpurados que elegeram Francisco em 2013.

“Francisco está concentrado em suas grandes batalhas éticas e humanitárias, nos desafios do planeta, pouco se ocupa de contas, balanços e recortes”, disse.

– Heresias de Francisco –

Além da saída do alto funcionário, há a acusação ao papa de “propagar heresias”, por parte de meia centena de sacerdotes, teólogos e acadêmicos ultraconservadores.

Em uma carta divulgada também no domingo e assinada, entre outros, pelo bispo lefebvriano ultraconservador Bernard Fellay e pelo banqueiro Ettote Gotti Tedeschi, ex-presidente do IOR, o banco do Vaticano, Francisco é acusado de “sete posturas heréticas” sobre o casamento, a moral e, principalmente, a concessão da comunhão a divorciados que voltem a se casar.

Nenhum cardeal aparece entre os signatários. Em comparação, quatro cardeais, dois deles recentemente falecidos, assinaram a carta divulgada após a publicação, em 2016, da exortação “Amoris Laetitia”, na que pediam que o papa se “corrigisse” por estar desviando seu rebanho.

“Esta vez se trata de um grupo pequeno e pouco significativo, de só 62 pessoas, em que não há nenhum cardeal e há apenas um bispo aposentado”, comentou à AFP o vaticanista Iacopo Scaramuzzi.

Francisco, tachado na missiva de “modernista” e de elogiar Martin Lutero, guarda um silêncio eloquente.

“Parece que estamos voltando aos debates do final do século XIX entre modernistas e fundamentalistas. Enquanto Francisco não é um modernista, eles sim são fundamentalistas, inamovíveis”, resume Scaramuzzi.

http://istoe.com.br/novos-escandalos-sacodem-o-pontificado-de-francisco/

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Oficina G3 anuncia pausa na carreira



Integrantes justificaram necessidade de descanso pelos 30 anos ininterruptos de atividades


por Tiago Abreu
Oficina G3 anuncia pausa na carreira

A banda de rock Oficina G3 utilizou o seu canal no YouTube nesta segunda-feira (25) para anunciar a pausa em sua carreira. Ativa desde 1987 e com 30 anos de trabalhos completados este ano, o grupo formado por Juninho Afram, Duca Tambasco, Jean Carllos e Mauro Henrique pretende ter um período de descanso.

Juninho Afram, líder e único remanescente da formação original, explicou ao público os motivos em torno da decisão. “Esse ano nós completamos 30 anos de vida, 30 anos de muitas histórias, coisas que nós guardamos no coração com muita alegria”, iniciou.


“Nós vimos gerações. Saber que pessoas foram alcançadas pelo amor de Deus. E o Oficina como instrumento de Deus para isso é a nossa maior recompensa. Mas a gente queria aproveitar esse momento para dizer que nós vamos tirar um período sabático”, anunciou Juninho.

O guitarrista reiterou que a banda não irá encerrar a carreira, mas que precisa da pausa para descanso. “A gente precisa descansar. 30 anos de aeroporto em aeroporto, cidade em cidade e é muito bom. Mas às vezes a gente precisa parar e reavaliar diretrizes, analisar prioridades da nossa vida, e a gente vai fazer isso”.

Segundo Afram, não há previsão da volta da banda, mas o retorno ocorrerá. Antes do término, a Oficina G3 pretende cumprir a agenda marcada até fevereiro de 2018 e lançará mais quatro singles, que sucederão “Tudo É Vaidade“, “João” e “Retrato“.


Mauro anunciou o lançamento do quarto single. “É um presente, é gratidão aí por todo carinho de vocês todos esses anos. A gente vai lançar o último single para vocês. Já vale dizer que é um rock’n’roll pesado para quem curte”, adiantou o vocalista.

Em 30 anos de trajetória, a banda Oficina G3 tornou-se notória pelos vários gêneros de rock explorados em sua musicalidade e é considerada um dos principais ícones surgidos na geração do movimento gospel que, entre outros nomes, apresentou Resgate, Fruto Sagrado, Katsbarnea e Catedral.



https://musica.gospelprime.com.br

“Homossexualidade não é doença”, afirma Marco Feliciano


“A esquerda mente deliberadamente acerca de tudo”, atacou o deputado-pastor


Anunciar 23 de setembro como fim do mundo é vergonha para os cristãos, protesta pastor



“Os cristãos deveriam ter cuidado ao ver essas declarações sensacionalistas”, assevera.


por Jarbas Aragão
"Anunciar 23 de setembro como fim do mundo é vergonha"

Ed Stetzer é um influente pastor batista, autor de vários livros e responsável por pesquisas da Lifeway Reasearch. Acostumado a avaliar a imagem pública dos evangélicos, ele está contrariado com espaço destinado ao tema na mídia nas últimas semanas.

Diferentes jornais e sites dedicaram espaço para falar sobre as profecias que ligam o dia 23 de setembro com o arrebatamento e o fim do mundo. Em diversos desses órgãos de comunicação, as generalizações davam a entender que essa era uma crença de todos os evangélicos.



Para Stetzer, o “numerólogo cristão” David Meade que vem anunciando há cerca de um ano que o sinal de Apocalipse 12 estará visível nos céus neste sábado, é um impostor. Primeiramente, lembra o pastor, a numerologia citada por Meade não é bíblica.

Além disso, apontar para o eclipse que ocorreu nos Estados Unidos, bem como os furacões que passaram pelo Caribe nos últimos dias é fantasioso, pois o continente americano sequer é mencionado na Bíblia.

Além disso, o argumento de Meade é baseado na crença de uma possível colisão da Terra com Nibiru ou “Planeta X” não se sustenta, uma vez que a NASA reiteradas vezes garantiu que esse corpo celeste sequer existe.



“Toda vez que previsões sobre o fim do mundo aparecem na mídia, é importante que nos perguntemos se isso irá contribuir com discussões úteis e significativas sobre o final dos tempos. Claro que a resposta na maioria das vezes é não”, escreveu Stetzer. Ele acredita que esse tipo de argumentação, defendida por alguns pastores em sermões que podem ser assistidos na internet, são “uma vergonha para os cristãos e uma distorção da Palavra de Deus”.

Para Stetzer, é triste ver a maneira como o assunto vem sendo tratado. “Não podemos acreditar em tudo que a mídia está gritando em nossos ouvidos, devemos pensar cuidadosa e criticamente sobre tudo que lemos na internet […] Não há nada concreto sugerindo que o dia 23 de setembro seja um momento importante para a profecia bíblica. Os cristãos deveriam ter cuidado ao ver essas declarações sensacionalistas”, disparou.

Raposas & Raposinhas!!!



“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor” (Ct 2.15), essas são palavras de Salomão a respeito daquilo que pode destruir uma vinha.Se entendermos a nossa vida como uma vinha seremos cônscios de que esse texto infelizmente pode se aplicar totalmente a nossa geração.
A pecaminosidade está banalizada a tal ponto, que não há mais vergonha pelos pecados cometidos. Se olharmos para a nossa história recente e fizermos a seguinte pergunta: “quando foi a última vez que saímos dos nossos cultos aos prantos em virtude dos nossos pecados e por termos sido quebrantados pelo Santo Espírito de Deus?” A resposta chega a ser dantesca. Ao que nos parece, não há mais confissões de pecados em nossos cultos. Há um ensino distorcido que os pecados que devem ser confessados são aqueles que chocam e/ou que causam situações vexatórias. Se não houve um adultério, um grande roubo, e/ou, na pior das hipóteses, um atentado contra a vida de alguém, então não houve pecado para que seja necessário uma confissão e muito menos arrependimento. Pelo que podemos observar essa é a prática adotada hoje na maioria das igrejas.
O texto de I João 1.9, “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”, ao que parece só se aplica unicamente aos casos dos grandes pecados, porém estamos nos esquecendo das raposinhas que podem devastar toda uma vinha.
Em seu livro, Pecados e Pecadinhos, o Dr. Russell Shedd faz uma analise de uma série de pecados que deixamos passar com tanta facilidade que, sem que percebamos, nos torna insensível à voz do Santo Espírito e acaba por nos afastar de Deus. Em nossa insensibilidade culpamos de A a Z . Culpamos a Deus que parece que não quer mais falar conosco, quando na realidade somos nós que por conta dos nossos pecados nos distanciamos Dele. Culpamos o diabo, pois ele já é mentiroso e homicida desde a eternidade. É mais fácil condenar e repreender a ação do diabo em nossas vidas, do que reconhecermos que somos pecados e que carecemos desesperadamente da graça de Cristo Jesus em nossos corações.
Os discursos que saem hoje dos púlpitos das igrejas são humanistas e antropocêntricos e só massageiam o ego dos ouvintes, que ao final de uma preleção recheada de uma verborragia emotiva e de vários versículos fora dos seus contextos são convidados a aceitarem a Jesus como salvador. Tais conversões estão longe de serem verdadeiras e cristocêntricas. São conversões por conveniência. Os “convertidos” só ficarão nas igrejas enquanto se sentirem bem ou abençoados.
As mensagens de hoje não mais denunciam os pecados dos homens e nem expressam uma real necessidade de que tais homens se arrependam, e assim confessem seus pecados, antes elas promovem uma salvação sem que haja necessidade de arrependimento e perdão de pecado sem a confissão dos mesmos. Nada poderia está mais longe da realidade bíblica.
Retornamos, então, ao texto de Cantares de Salomão que nos exorta que devemos apanhar as raposas sem que nos esqueçamos das raposinhas, pois estas devastam toda uma vinha. As pregações de hoje só condenam os grandes pecados, mas daí nos vem a seguinte a indagação: “Para Deus a pecado pequeno e pecado grande?” O que a Bíblia nos mostra é que, pecado é pecado e ponto final. Tanto faz que matemos, roubemos ou tão somente que cometamos um simples ato de desobediência, para Deus tais coisas são pecados e que não podem ficar impunes.  
As raposinhas vão penetrando em nossas vidas e corações e por fim se entronizam em nosso viver a tal ponto que nos tornamos seus reféns e isso é algo terrível, pois nos impede de crescermos na graça e no conhecimento.
As raposinhas podem assumir quaisquer formas. Podem ser o mau hábito de colar nos trabalhos escolares, amizades errôneas, atos furtivos de desobediência aos pais, relações amorosas com descrentes, calúnias e falsos testemunhos, arrogância, orgulho, soberba, guardar ira, fomentar intrigas, e tantas outras cousas se enquadram nesse contexto e que as ignoramos por não serem “grandiosas”.  Essas raposas nos roubam o tempo que teríamos que dedicar à estarmos na presença do Nosso Pai Celeste, nos tira dos cultos das nossas igrejas e da comunhão com os nossos irmãos. Com o passar do tempo, não temos nem mais prazer em meditar nas Escrituras, pois precisamos alimentar as nossas raposinhas. E ainda pousamos de santos, e batemos no peito e bradamos: “não roubo, não mato e nem faço outras coisas desse gênero, então não sou tão pecador assim”, esse discurso é fruto de um coração endurecido, de uma mente embotada e corrompida pelo pecado a ponto de causar tamanho grau de cegueira espiritual que não enxergamos que estamos mortos e distantes, muito distantes de Deus e de sua graça.
Somos uma geração mimada e cheia de gostos duvidosos, pois coamos um mosquito e nos engasgamos com um camelo (Mt 23.24). Deveríamos andar na contramão do mundo, mas não tem sido essa a nossa prática, antes temos permitido que o mundo adentre em nossas igrejas por conta da nossa conduta, e assim cada vez mais nos assemelhamos ao mundo e nos distanciamos de Deus.
Porém Deus em seu rico e imerecido amor no convoca a Ele: “Ainda assim, agora mesmo, diz o Senhor: ‘Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR vosso Deus, porque ele é misericordioso, e tardio em irar-se, e grande em benignidade... ’” (Jl 2.12-13)
Que sejamos sóbrios e vigilantes para que não permitamos que as raposas e raposinhas devastem as nossas vidas com Deus!!!

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Bispo católico ensina que “homossexualismo é dom de Deus”



Dom Antônio Carlos Cruz Santos, do Rio Grande do Norte, subverte a Bíblia em sermão




No último domingo (30), o bispo de Caicó, Rio Grande do Norte, Dom Antônio Carlos Cruz Santos, proferiu um sermão que vem causando espanto e indignação dentro de vários segmentos da Igreja Católica.  Abordando o tema da “homoafetivdade”, ele deturpa os ensinamentos tanto da Bíblia quanto do Catecismo da Igreja e afirma: “Na perspectiva da fé quando a gente olha pra homossexualidade, a gente não pode dizer que é opção. Opção é uma coisa que livremente você escolhe e orientação ninguém escolhe… Escolha vai ser a maneira como você vai viver a sua orientação… Se não é escolha, se não é doença, na perspectiva da fé, só pode ser um dom. É dado por Deus. Dom é isso: é dado por Deus”.   Aos fieis, ele diz que as pessoas que não conseguem ver isso precisam se livrar de seus preconceitos. Repetindo um discurso cada vez mais comum nos movimentos de esquerda, ele pede que se vença esse preconceito contra as pessoas de “orientação homoafetiva” tal como se superou o existente contra os negros no período da escravidão.
Dizendo que “todos são formados à imagem e semelhança de Deus”, insistiu que essas pessoas deveriam ser acolhidas de braços abertos pela igreja.
Após dar sua opinião sobre o assunto, o bispo usou trechos do Catecismo da Igreja Católica para justificar sua opinião e também declarações do Papa Francisco sobre o tema.
Em momento algum ele citou o que a Bíblia fala sobre o assunto. Pedindo que os católicos demonstram misericórdia de acolhimento, ignorou o que a Igreja normalmente ensina sobre o assunto. Os parágrafos 2357-2359 afirmam: “As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Quem tem tendência homossexual deve, pois, seguir o ensinamento de Cristo a todos: “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz, cada dia, e siga-me” (Lc 9, 23). Só abraçando a Cruz e entregando-se por amor a Cristo, é possível caminhar para a ressurreição”.
A declaração do bispo tem gerado grande polêmica nas redes sociais. Já existe, inclusive, uma campanha no Facebook para que os internautas denunciem o bispo à Nunciatura Apostólica do Brasil.



por Jarbas Aragão
ttps://noticias.gospelprime.com.br

CORONEL JOÃO DOURADO (1854-1927)

Alderi Souza de Matos João da Silva Dourado nasceu em Caetité, sul da Bahia, no dia 7 de janeiro de 1854. Era filho de João José da Silva Do...