quinta-feira, 21 de maio de 2015

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A IGREJA?





Introdução

- Muitas pessoas buscam saciar sua fome espiritual na igreja, mas não encontram nela o Pão da Vida. Encontram muito do homem, pouco de Deus. Muito ritual, pouco pão espiritual. Muito da terra, pouco do céu.Estamos substituindo o Pão do céu por outro alimento.

- Os pregadores (alguns) pregam para agradar, e não para desafiar. Dão palha em vez de trigo ao povo – Jr 23.28.

- Estão pregando saúde e prosperidade, e não sobre a cruz de Cristo. Pregam-se os direitos dos homens, não a soberania de Deus.

- Prega-se sobre libertação e não sobre arrependimento e conversão.

- Prega-se um outro evangelho e não o evangelho da graça.

- Neste sentido o que vemos hoje é uma Igreja Católica querendo ser evangélica.

- Uma igreja protestante sem protestos.

- Uma igreja que se diz reformada, carente de uma urgente reforma. Umas igrejas evangélicas, distanciadas do verdadeiro Evangelho.

- Uma igreja carismática, com muito carisma e pouco caráter.

- A igreja gloriosa precisa de santos nos púlpitos e nos bancos. Não de santos beatificados e canonizados depois de mortos, mas de santos vivos, audíveis, visíveis, palpáveis, nos seminários, nas ruas, nas faculdades, no trabalho, na família – exalando o aroma de Cristo! Aleluia!

Afinal, você deve estar se perguntado:
“O que está acontecendo com esta igreja gloriosa que Paulo falou em Efésios 5.27?

- A graça transformada em libertinagem.

- É Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, põe a boca no trombone. Leia o versículo 4. Estão torcendo a mensagem da graça de Deus a fim de arranjarem uma desculpa para sua vida imoral.

- E o pior disso é que isto está acontecendo dentro de muitas igrejas. Leia o versículo 12.

- Estes intrusos estão adulterando a graça de Deus.

- Há uma distância enorme entre a graça de Deus e a libertinagem.

- Graça é a manifestação maior da misericórdia, da compaixão da paciência de Deus.

- Graça é o próprio Deus agindo graciosamente para conosco. Enquanto a libertinagem é totalmente oposta a isso.

I. O CULTO TRANSFORMADO EM SHOW. 

- Não é apenas a mídia que está usando a palavra show para se referir a alguns cultos. Nós mesmos usamos esse termo em nosso meio.

- Ora, as palavras show e culto não combinam.

- O dicionário Aurélio define show como espetáculo de teatro, rádio, TV, com grande montagem – que se destina a diversão – atuação de vários artistas de larga popularidade.

- Culto: adoração/ homenagem à divindade em qualquer forma (religião).

- A igreja existe não para oferecer entretenimento, melhora de auto-estima, mas sim para adorar a Deus. Se falharmos nisso, a igreja fracassa.

- Perceba o paradoxo: Convide os jovens de nossas igrejas a um show de música gospel e depois os convide a um congresso de Missões. Veja a diferença de comparecimento em cada lugar.

- O tempo destinado à exposição da Palavra em nossas igrejas, está cada vez menor. Há uma cantoria tremenda! Assim como há pão light, geléia light, comidas light, temos hoje também os cultos lights: leve, ligeiro, alegre e jocoso!

II. DÍZIMOS TRANSFORMADOS EM DIVIDENDOS.

- A ideia que o dízimo/oferta abrem as comportas do céu, e deixam derramar tanta prosperidade que você não terá onde guardar está tão generalizada que parece não haver saída para este câncer que se instalou na mente dos evangélicos.

- Há pessoas que dão tudo o que tem na esperança de melhorarem sua vida, de serem bem-sucedidos em seus negócios. Foi, é esta malfadada teologia da prosperidade que criou esta mentalidade mercantilista do dízimo.

- Escutem amados: Precisamos mais da prosperidade da Teologia, do que a teologia da prosperidade!

- Dão não como a viúva que ofertou 2 leptos, pequenas moedas de cobre quase sem valor – uma oferta altruísta, sacrificial.

- Mas dão para escaparem da falência, de uma doença terminal, de uma separação conjugal.

- Esta capacidade maligna de transformar a arte de dar em receber está profanando e tornando antipática a palavra dízimo, de origem santa. Isto é totalmente contra o princípio de Jesus ensinou conforme Atos 20.35.

- O dízimo transformado em dividendos(parte dos lucros líquidos que cabe ao acionista de uma empresa mercantil) inverte os papéis e supervaloriza a obra, em detrimento da graça.Desse modo, Deus assume o papel de devedor e o homem assume o de credor.

III. MILAGRES TRANSFORMADOS EM MARKETING.

- Não há quem precise e não busque a face de Deus para obter livramento frente as difíceis situações da vida: enfermidades, desemprego, morte etc.

- Devemos buscar a Deus nesses momentos, isso é correto. Agora o que acontece: nós tentamos enquadrar nossas necessidades na lei do mercado. Se há procura, deve haver oferta. Se há problemas difíceis demais, triste demais, complexo demais, então, devem-se ter milagres também.

- Então, monta-se uma banca, ou um estande de milagres. O nome de Deus é usado inescrupulosamente.

- Os milagres não são feitos ao pé do ouvido(como Jesus) sem alarde, sem tocar trombeta:mas de forma sensacional; quanto mais público for, melhor será.

- Se a igreja não fazia milagres, agora ela tem que fazer, pois caso o contrário perderá seus fiéis e pára de crescer, como a outra está crescendo.

- Novamente a uma inversão de valores aqui: quando Jesus, o Messias curava, sempre procurava esconder das multidões os prodígios que ele operava. Ele dizia: não conte a ninguém. Então há aqui, uma inversão bíblica, pois enquanto Jesus disse: “Estes sinais acompanharão os que crêem”.

- Hoje estamos dizendo: os que crêem seguiram estes sinais.

IV. A FORÇA MORAL TRANSFORMADA EM FORÇA NUMÉRICA.
- A famosa declaração de Jesus em Mt 5.13 de que somos o “sal da terra” mostra o valor da força moral, e não o da força numérica. Por causa da ênfase demasiada nos números, transformamos a conversão em adesão, que são acontecimentos totalmente diferentes, quando se trata da salvação e da vida eterna.

- Jesus, o Pão da Vida, nunca se empolgou com as multidões que o seguiam! Na verdade ele discernia os corações, e sabia que muitos estavam ali, não por seu ensino e doutrina, mas sim pelos milagres que ele realizava.

- Você nunca verá um pregador em uma tribuna dizer: Amados, preguei num Congresso que tinha 20 pessoas. Não! Nunca! Como se Deus estivesse apenas nos grandes ajuntamentos.

- Quando as multidões quiseram fazer dele um rei, ele se afastou e foi para o monte ( Jo 6.15).

- Que contraste de nossos pregadores. Que amam mais a glória dos homens do que a glória de Deus!

Que o Eterno tenha misericórdia de nós, pois queremos ser a igreja gloriosa, sem mácula e irrepreensível. Amém!

Autor: Pr Marcello de Oliveira

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Onde estão os pais?



Com a fragmentação familiar e a competitividade do mercado de trabalho, a figura do pai está se tornando cada vez mais ausente e distante. Faltam pais no mercado! Gente comprometida em ser mentor e guia de seus filhos. Faltam referências familiares, e os filhos tem sofrido de forma lastimável esta ausência paterna.
Mãe possui uma relação uterina com o filho, mas ele não pode ser chamado sempre de “menininho da mamãe!”, ou “que gracinha!”. Pais precisam assumir seu papel e afirmar a masculinidade do filho. Feminilidade não transmite masculinidade.
Pouco se tem falado hoje dos riscos da ausência paterna ou alienação parental. No entanto, a pergunta mais essencial no coração de um menino só pode ser respondida pelo pai: “Tenho algum valor?” Filhos querem saber o que o pai pensa deles e anseiam pela companhia paterna. O momento mais feliz de um filho na tenra infância é a hora que o pai chega do trabalho. O afastamento intencional ou não pode se tornar um grande problema na personalidade da criança.  
Chuck Colson foi assessor do Presidente Richard Nixon e o pivô do escândalo Watergate. Julgado e na prisão teve um encontro pessoal com Jesus. Durante estes anos, viu o sofrimento dos presos, distanciados de seus familiares e criou a ONG Prison Fellowship, que procura dar apoio aos presos e familiares, para uma população carcerária que somente nos EUA Unidos chega a quase 2 milhões de pessoas.
Alguns anos atrás esta ONG providenciou papéis, envelopes e selos para os presos que quisessem enviar cartões no dia das mães. O resultado foi um sucesso. Milhares de presos mandaram cartas e cartões e por isto resolveram ampliar a idéia para o Dia dos Pais. No entanto, o resultado foi um fracasso. Raros foram os presos que decidiram enviar cartas para seus pais.
Isto revelou o fato que há um sentimento vago, ambíguo e até mesmo hostil entre pais e filhos. A grande maioria dos presos não tinha uma idéia clara de paternidade. Havia uma ausência paterna. A cadeia é um destino comum para quem nunca teve pai.
Historicamente, a maneira tradicional de criar filhos, sempre foi ensinando-os a mesma profissão, andando ao lado, conversando, fazendo flechas, caçando e pescando. O Pai levava consigo os filhos em sua companhia. Havia mentoria.
A ferida mais profunda no coração de um filho é infligida pela ausência emocional ou geográfica dos pais ou nas palavras que são ditas (ou não ditas). Tais feridas são recebidas de forma ativa ou agressiva, e nem sempre podem ser percebidas de forma imediata, tornando-se com um câncer que se desenvolve de forma lenta. Bly afirma: “Um pai ausente, indiferente ou distante, que só pensa em trabalhar, é uma ferida”.
Alguns pais ferem pelo silêncio. Estão fisicamente presentes, mas emocionalmente ausentes. O silêncio é ensurdecedor. No caso de pais silenciosos os filhos estão perguntando: “Quem sou eu?”; “eu significo algo?”. O silêncio é também ambíguo: “Não sei, talvez sim...” A dor mais profunda surge nas palavras ou atitudes, que dizem sem dizer: “Incapaz, burro, incompetente, mocinha”. Excesso de trabalho, culpa e abandono roubam a identidade positiva. Meninas também precisam de afirmação. Muitas garotas correm para o braço de outros homens, buscando a afirmação que lhes foi negada em casa, na busca do abraço masculino inexistente em casa. Filhas amadas aprendem a se esquivar e a fazerem boas escolhas para o casamento, porque aprenderam um sadio modelo de masculinidade em sua casa.

Filhos precisam de pais!

Rev Samuel Vieira.

Babilônia



A imprensa tem notificado nos últimos dias a queda na audiência da Rede Globo na nova novela das 21, cujo título é Babilônia. A UOL TV fez a seguinte declaração no dia 29.03.2015: “A Globo lançou neste final de semana uma operação de salvamento de Babilônia. Rejeitada por parte do público e boicotada por evangélicos, a nova novela das nove derrubou a audiência do horário nobre da emissora em 19% e, se não reagir, poderá entrar para a história como o mais baixo ibope das 21h. Desde ontem, para recuperar o público que migrou para SBT e Record, a Globo exibe chamadas introduzindo didaticamente as tramas da novela, em uma ação chamada de "relançamento". Mudou também a abertura e a apresentação da logomarca”.
O nome Babilônia significa “porta dos deuses”. Havia nesta antiga cidade 53 templos pagãos onde perdurava o sincretismo. Babilônia é na Bíblia, a figura da mãe das fornicações e da devassidão moral e por isto é chamada de “A mãe de todas as prostitutas e de todas as pessoas imorais do mundo” (Ap 17.5). Todos se embriagavam com sua luxúria e bebiam o “sangue dos santos” (Ap 17.6). O apóstolo João afirma que quando a viu, admirou-se com grande espanto pela sua maldade (Ap 17.6). O significado completo da cidade é escatológico. Babilônia personificava a maldade humana. Trata-se portanto, de uma figura muito mais ampla que a mera descrição de uma cidade particular.
Fala-se em “boicote dos evangélicos”, mas outras igrejas também, inclusive boa parte dos católicos, estão preocupadas com a perda de valores morais, e a propaganda sistemática pela quebra de valores, entre eles, a família.
Li recentemente a seriíssima declaração do Pe. Dudu (Pe. Eduardo Braga), veja suas palavras:
“(Babilônia) faz referência à prostituição, entendida com seus crimes e pecados cometidos contra Deus e seus filhos. O que dizer de duas senhoras de oitenta e seis anos se beijando? Babilônia! Cenas casuais de sexo e assassinato? Babilônia! Golpe do baú e traição? Babilônia! Triangulo amoroso e prostituta de luxo? Babilônia! Em um momento tão crítico da história deste país, Babilônia e Big Brother não podem nos trazer luz, paz e esperança. Desperta povo! Deus destruiu Babilônia! Não permita que ela seja levantada com o material e mão de obra do Brasil! Não precisamos de Babilônia! Queremos Jerusalém! Queremos ordem e progresso! Queremos Deus e os valores autênticos e imortais! Queremos o amor e a paz! Queremos a segurança, o respeito e a prosperidade completa!”
Minha esperança é que nós, brasileiros, entendamos a força dos movimentos sociais. Existem momentos na história de um povo que é necessário que exista pressão de grupos, para que a voz seja ouvida. Governos corruptos só se assustam com manifestações. A Globo não precisa repensar sua filosofia, ela pode continuar fazendo o que sempre quis fazer, é uma escolha editorial e a imprensa felizmente, é livre no Brasil. Mas a população também é livre para dizer: Não queremos. Viram como um clic faz toda diferença?
Ah! E se as outras mídias, o governo e agências seculares, quiserem defender causas que consideramos anti-cristãs ou anti quaisquer outros valores, devemos fazer uso de manifestações, votos, imprensa, e mídias sociais para com ousadia dizer não. Afinal, como afirmou M. Luther King Jr. “Deus vai julgar, não apenas os atos dos maus, mas o silencio dos justos!”

Rev Samuel Vieira.

Livros que devoram



J. K. Rowling, criadora do conhecido personagem Harry Potter, concebeu na sua obra um livro que tinha o poder de devorar as pessoas. Ele deveria ser lido com cuidado e atenção, porque era perigoso. Quem dele se aproximava precisava fazê-lo com atenção, porque era atrativo, sedutor, mas podia ferir.
Na verdade, todos os livros têm o poder de ferir.
Culturas e gerações inteiras podem ser mudadas por causa de um livro. Livros são capazes de sublevar poderes e sistemas, provocar crises em poderes tirânicos (não é sem razão que, historicamente, muitos livros foram queimados em praça pública porque representavam ameaça). A Bíblia sofreu muitas vezes esta perseguição hedionda. Livros podem alterar toda cosmovisão, tem o poder de devorar, desconstruir conceitos e preconceitos, desmantelar paradigmas e estabelecer uma nova ordem social.
Livros também provocam revoluções individuais. Muitas pessoas foram transformadas ao terem contacto com determinada literatura. Na verdade, gosto de citar o pensamento de que daqui cinco anos, você será a mesma pessoa, exceto pelos amigos que tiver e pelos livros que ler. A leitura de um livro pode libertar, orientar, mudar drasticamente a espiritualidade, finanças, casamentos e perspectivas individuais. Livros são perigosos. Livros são vorazes.
A falta de leitura pode nos arruinar intelectual e psicologicamente. O Rev. Eudaldo silva Lima, grande orador bahiano, costumava afirmar que se não lesse cinco livros mensalmente ele se “asnificava”, isto é, emburrecia, se tornava um asno.
A geração atual lê muito pouco. As informações são fragmentadas e não há muita paciência para ler conteúdos mais reflexivos. Quando você abre a internet para ler as notícias do jornal, certamente não observa os editoriais, cujo conteúdo é mais aprofundado, mas prefere as informações passageiras, as tragédias imediatas, que não acrescentam nada no construto intelectual.
O entretenimento tem tomado também o tempo da leitura. São os facebooks, os what´s up, a web, youtube, que nos privam de um tempo precioso de leitura e reflexão. Esta distância dos livros dificulta a capacidade analítica.
Governos tirânicos e sistemas autoritários temem os livros, porque sabem que eles são perigosos. Quando residi nos Estados Unidos, me encontrei várias vezes com Caio Ferraz, doutor em sociologia pela universidade Sorbonne, que teve que se mudar do Rio de Janeiro por causa de perseguição de policiais inescrupulosos. Sua vida estava por um triz, porque sendo, ele mesmo, oriundo da favela, sabia demais e era crítico demais do sistema. Um dia me relatou que seu pai temendo represálias, o mandou a uma livraria de livros usados comprar volumes grossos de direito e compêndios, para colocar na sala de casa. Ele dizia que sistemas e pessoas embrutecidas, tinham medo de livros.
Rubem Alves afirmou que o maior problema na pedagogia moderna foi transformar a leitura em disciplina, como uma tarefa a ser cumprida, quando deveria ser introduzida no universo das crianças como deleite e prazer. Desta forma as crianças se aproximariam da literatura não como um exercício, mas como algo a ser apreciado, como um chocolate ou um sorvete.

Tenho um amigo que nasceu num contexto no qual a leitura nunca havia sido incentivada. O primeiro livro que ele leu foi em torno dos 30 anos de idade. De lá para cá, nunca mais deixou de ler, e até mesmo tem se arriscado a escrever algumas breves reflexões na página do facebook. Foi vencido pelo prazer. Poderia ter sido devorado pelos livros... e talvez tenha sido!

Rev Samuel Vieira. 

terça-feira, 7 de abril de 2015

Divórcio e adultério de pastores





Porque é que pessoas com doutorado em teologia estão lutando contra "pecados de nível graduado", gente com "conhecimento de gramática" na escola de Deus?

Para o Pastor e teólogo John Piper, isso se resume a uma resposta sucinta: Eles não conhecem a Deus. Se alguém vive realmente no amor do Criador do universo, e não focado em satisfazer suas próprias necessidades, seja ele ou ela, não irá cometer adultério.

John Piper completa ainda:

"Você pode estudar teologia 10 horas por dia durante 40 anos, e ainda assim não reconhecer que Deus é lindo, totalmente satisfatório, o maior tesouro de sua vida." Considerando o modo, e o quanto o diabo sabe a respeito de Deus, vai ele se preocupar com o conhecimento que você tenha sobre o Eterno?

A Bíblia diz: "Conheçamos e Prossigamos em conhecer ao Senhor" Oséias 6: 3a

Conhecer sobre Deus e seus atributos é uma coisa, conhecê-lo de verdade, somente através de uma conversão genuína, comunhão, intimidade, viver e caminhar com Ele, uma atitude contínua e sequencial que não deve e nem pode ser interrompida.

Se houver rupturas nesse relacionamento, imediatamente estaremos sujeitos às setas do inimigo, afinal ele está sempre vigilante e atento para nos atacar.

"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." Efésios 6: 12

Por mais que queiramos justificar e relativizar essa terrível questão que atormenta a Igreja da nossa geração, quando tantos líderes vivenciam problemas conjugais, que se desencadeiam quase sempre em separações e divórcios, com o agravante de um novo casamento, não há como esconder que está faltando intimidade com Deus e com a sua inerrante Palavra.

Sou consciente de que essa lavra é dura, mas pertinente e necessária, a priori para eu mesmo, e por isso o faço com amor, mas também muito temor e tremor, para que não esqueça dessa realidade.

Um líder que passa por uma situação como a que me refiro, por mais que existam justificativas e reconhecimento por parte da congregação que pastoreia, via de regra, salvo raríssimas exceções, fica desqualificado para tratar de casos conjugais semelhantes e ou similares dentro do seu rebanho, e o diabo sabe bem disso, tanto que passou a bombardear as investidas dessas tentações no ministério da Igreja.

"Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza."

Assim que vem à tona qualquer caso de infidelidade, adultério, separação e ou novo casamento na vida do líder e este continua exercendo as mesmas atividades à frente da Igreja como se nada tivesse acontecido, começam a "pipocar" vários casos similares no meio da congregação e até mesmo na vida de outros obreiros auxiliares, e não há mais quem possa tratar, justamente porque aniquilou-se a "autoridade espiritual" para tais aconselhamentos, valendo aí o adágio popular; "por onde passa um boi, passa uma boiada".

A questão é de ordem espiritual, e após o líder, o rebanho é atingido. Como consequência de um acidente de percurso dessa natureza, o pensamento dominante passa a ser o seguinte: se a autoridade maior do ministério não conseguiu solução para o seu problema, não sou eu quem conseguirá, logo a concretização de um divórcio e um novo casamento é a solução mais prática e aceitável.

O inimigo é o primeiro a saber que nas Igrejas atingidas por esse problema, o combate contra esse tipo de pecado fica nulo de pleno direito, pelo menos do ponto de vista humano.

Sempre que alguém abordar o tema à luz da Palavra de Deus não será bem visto, pois estaria afrontando ou confrontando a liderança. Em suma, não se tocará mais neste assunto nessa igreja.

Pensemos: Como é que o diabo vê isso, como é que Deus vê isso?


  • Infelizmente uns não podem mais falar porque já são vítimas da própria situação,

  • Outros não falam para não atingirem amigos, superiores ou liderados envolvidos e;

  • Outros não falam com medo de virem a se envolver em situação semelhante futuramente.


Meu Deus, o que está acontecendo com a Igreja? Me parece que a coisa ficou do jeito que o diabo gosta?

Amados, sejamos líderes ou liderados, doutores ou leigos; vigiemos, oremos e lutemos para conhecer verdadeiramente o Senhor e vivermos conforme a sua Palavra.

"Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher" (I Co. 7:10-11).

"A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor." (I Co. 7:39).

Este artigo não foi escrito como afronta ou ferramenta de acusação a quem quer que seja, mas como constatação de uma seta maligna lançada contra a Igreja, contra a qual precisamos estar atentos e vigilantes.

Portanto, oremos, sejamos vigilantes, cuidemos de nós mesmos, do nosso casamento, enfim, da nossa família e acima de tudo, conheçamos mais a Deus.

"Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia." I Cor. 10: 12

Tenha o Eterno misericórdia de nós!



Pr. Carlos Roberto Silva é pastor da A. Deus e editor do Point Rhema


quarta-feira, 1 de abril de 2015

CHEGOU ABRIL! UM MÊS EXPONENCIAL. ABRIL?! ABRIU!!! UM MÊS EXPONENCIAL.



"CHEGOU ABRIL!
UM MÊS EXPONENCIAL.
ABRIL?!  ABRIU!!! 
UM MÊS EXPONENCIAL.

No primeiro de abril não comece o mês passando trotes e celebrando o "dia da mentira". Se você fez isso peça desculpas a você mesmo. 
Primeiro de abril dá abertura  a um mês exponencial. 

Em 2015 a páScoa é celebrada na primeira semana de Abril. A Páscoa fala da cruz e da ressureição. Perdão e Vida. Vitória sobre o pecado, o diabo, a dor, a morte, os desesperos. Fala do Céu. De Cristo. Da vitória integral!!!

Se relacionarmos abril - tempo da pascoa com o Mês de Nisã, do calendário judaico e dermos uma olhadinha rapida na  Biblia, nossa alma se encherá de bom ânimo. 

A primeira páscoa foi realizada no Mês de Nisã. Tempo de livramento. O mar vermelhor se abriu no Mês de Nisã. Tempo de milagres e grande provisão divina. Jesus morreu e ressuscitou no Mês de Nisã. Tempo de Salvação. Ressureição. Vida. Recomeços. 
A colheita da cevada era feita no Mês de Nisã. Mt 13). Tempo de colheita. Tempo de prosperar de modo integral.

Abril de 2015. Não é tempo de dar lugar a mentira. É tempo de acolher as promessas. Afirmar as verdades biblica. 

Abril de 2015. Semana da Páscoa. Tempo da ressureição e tempos de recomços. 

Em Israel nos dias de Jesus e hoje tambem  Nisã é o tempo da  primavera. Era tempo de Festa. É tempo de renovar esperanças.

Façamos festa na semana da pascoa. Semana da ressureição.Façamos festa em ABril. 
O Senhor restaura nossa sorte. 
Bem-vindo Abril!
Abril!???? ABRIUUUUUU!!!!!
Com orações
Pastor Jeremias Pereira"
No primeiro de abril não comece o mês passando trotes e celebrando o "dia da mentira". Se você fez isso peça desculpas a você mesmo.
Primeiro de abril dá abertura a um mês exponencial.
Em 2015 a páScoa é celebrada na primeira semana de Abril. A Páscoa fala da cruz e da ressureição. Perdão e Vida. Vitória sobre o pecado, o diabo, a dor, a morte, os desesperos. Fala do Céu. De Cristo. Da vitória integral!!!
Se relacionarmos abril - tempo da pascoa com o Mês de Nisã, do calendário judaico e dermos uma olhadinha rapida na Biblia, nossa alma se encherá de bom ânimo.
A primeira páscoa foi realizada no Mês de Nisã. Tempo de livramento. O mar vermelhor se abriu no Mês de Nisã. Tempo de milagres e grande provisão divina. Jesus morreu e ressuscitou no Mês de Nisã. Tempo de Salvação. Ressureição. Vida. Recomeços.
A colheita da cevada era feita no Mês de Nisã. Mt 13). Tempo de colheita. Tempo de prosperar de modo integral.
Abril de 2015. Não é tempo de dar lugar a mentira. É tempo de acolher as promessas. Afirmar as verdades biblica.
Abril de 2015. Semana da Páscoa. Tempo da ressureição e tempos de recomços.
Em Israel nos dias de Jesus e hoje tambem Nisã é o tempo da primavera. Era tempo de Festa. É tempo de renovar esperanças.
Façamos festa na semana da pascoa. Semana da ressureição.Façamos festa em ABril.
O Senhor restaura nossa sorte.
Bem-vindo Abril!
Abril!???? ABRIUUUUUU!!!!!
Com orações
Pastor Jeremias Pereira

quarta-feira, 25 de março de 2015

As sete provas de Jó e algumas lições para fortalecer a nossa fé





      A Bíblia relata que Jó habitava em Uz, na atual Arábia era o homem mais rico do oriente. Possuía muito gado, servos, riquezas e uma família grande e abençoada. Deus testemunhou do caráter de Jó dizendo: "Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal.” (Jó 1.8) para seu arque inimigo Satanás que o acusou de "comprar" Jó com suas bênçãos. Deus, então autorizou a Satanás para que tocasse em tudo que era de Jó, mas não podia tocar em sua vida.

      Um erro comum que as pessoas fazem é atribuir muito poder a Satanás, mas em uma leitura atenta vemos que o inimigo de nossas almas só pode ir até onde Deus o permitir (Jó 1.12). Deus conhecia a Jó e sabia até onde ele poderia suportar. Como servos de Deus estamos protegidos do inimigo (1 Jo 5.18). Deus nos conhece e não permitirá que sejamos provados mais do que possamos suportar. Quantos irmãos passam por provas e logo querem sair da igreja? Quantos irmãos dizem que estão no fundo do poço e na verdade só desceram apenas um metro? Se você esta no fundo do poço se acalme chegou a hora de Deus agir. Afinal, o Senhor disse em sua palavra que não permite que sejamos provados acima de nossas próprias forças (1 Co 10.13).

      Uma falaciosa doutrina ensinada em nossos dias é que o cristão não pode ficar doente, não pode perder bens e se perder deve estar em pecado. Estaria Jó em pecado? Sabemos que não, pois o próprio Senhor testificava de Jó certamente ele não estava em pecado (Jo 1.8). Vejamos as sete provas que o Senhor permitiu na vida de Jó e tiremos algumas valiosas lições para nós (Rm 15.4).

Primeira prova: Jó perde os bois e as suas jumentas (Jó 1.14-15)

      Os sabeus um povo que anteriormente não tinha relato de problemas com Jó foram usados pelo inimigo, para roubar os seus bois e jumentas, além de matar os seus servos que cuidavam deles só sobrando apenas um servo para contar a má notícia. Mesmo depois desta perda significativa, Jó ainda era um homem muito rico. Pode ocorrer de termos uma boa relação com nossos vizinhos, e de repente estes passam a fazer algo ruim contra nossa família, casa ou propriedade estejamos atentos pode ser o inimigo usando do mesmo expediente que usou contra a vida de Jó.

Segunda prova: Jó perde suas ovelhas (Jó 1.16)

      Jó não havia acabado de receber a noticia da perda de seus bois e jumentas. Chega outro servo com outra má noticia. Com a permissão de Deus, o inimigo mexeu com as forças da natureza e mandou fogo do céu que queimou as ovelhas de Jó, e matou os seus servos. Aqui podemos imaginar se Deus permitisse que satanás usasse as forças da natureza contra seus servos em nossos dias? Todo dia teríamos o telhado de nossas casas arrancados e nossos bens destruídos. O dia mau havia chegado à vida de Jó imagino a esta altura já deveria estar atônito com estas duas más noticias.

Terceira prova: Jó perde seus camelos (Jó 1.17)

      O inimigo agora usa os Caldeus para roubar os camelos e ferir os servos de Jó. Novamente preserva apenas um mensageiro parar dar à má noticia. Com esta terceira prova Jó, outrora rico fazendeiro já não tem mais gado para suas fazendas. Muitos colocam os corações em sua riqueza e servem a Deus durante a época da bonança e durante os tempos difíceis esquecem-se dEle ou fazem pior atribui a Deus todo o mal sofrido. Jó demonstrou que devemos servir ao Senhor durante toda nossa vida tendo ou não tendo dinheiro (Hc 3.16-17; Jó 19.25)

Quarta prova: Jó perde seus filhos (Jó 1.18-19)

      Nesta prova o inimigo tira a vida dos dez filhos de Jó de uma só vez em um só dia. Imagine o sofrimento de um pai, e principalmente de uma mãe ao perderem todos os seus filhos? A Bíblia diz que depois de todas estas perdas Jó rasgou suas vestes, raspou sua cabeça e adorou ao Senhor dizendo: "Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR.”      
       Em nossos dias quantos perdem um moeda e passam já a murmurar de Deus, perdem o emprego e passam a murmurar de Deus, imagina alguém que era o homem mais rico de sua região perder praticamente todos os seus bens e ainda perdem todos os seus filhos? É comum vermos pregadores dizerem que os filhos de Jó estavam desviados ou estavam em uma festa fazendo alguma espécie de orgia, mas a Bíblia não diz isto diz que Jó oferecia sacrifícios pelos seus se porventura houvesse eles cometido algum pecado contra Deus, e que estes estavam reunidos na casa de um deles somente quando um forte vento derrubou a casa. Em todas estas provas vistas até aqui o inimigo foi envergonhado (Jó 1.22). Jó não negou o nome o Senhor, e mesmo diante de todas as provações o adorou-O. Não sei se você esta passando por alguma provação? Mas se esta faça como Jó glorifique ao Senhor.

       O Senhor novamente elogia Jó dizendo para o inimigo: "Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal, e que ainda retém a sua sinceridade, havendo-me tu incitado contra ele, para consumir sem causa.” (Jó 2.3). Claro que o inimigo não desistiria, e duvidou se tocasse na saúde Jó negaria ao Senhor. O Senhor Deus permitiu que o inimigo tocasse na saúde de Jó.

Quinta prova: O inimigo tira a saúde de Jó. (Jó 2.3-8)

      O inimigo mesmo tendo tirado a prosperidade financeira de Jó, a alegria da convivência com seus filhos não conseguiu ver Jó murmurar de seu Deus. Agora, com a permissão de Deus toca de uma maneira muito cruel deixando-o coberto de chagas e úlceras malignas. Imagine alguém com ferimentos por todo o corpo. Imagine também a dor e o cheiro ruim destes ferimentos. A Bíblia fala que Jó se raspava com caco de telha já não estava no conforto de sua casa estava assentado em meio às cinzas. Mesmo neste estado Jó não negou ao Senhor, não perdeu sua fé e não murmurou. Será que você neste estado ou muito por muito menos negaria o teu Deus? Lembre-se de Jó e nunca deixe de crer e confiar no Senhor independente da situação (Jó 19.25).

Sexta prova: O inimigo usa a mulher de Jó (Jó 2.9)

      Quando lia este versículo olhava e pensava que a esposa de Jó deveria ser severamente criticada, e já vi em algumas pregações criticando o seu comportamento, mas pensemos um pouquinho. Quando Jó perdeu os seus bens ela perdeu tudo junto com ele. Quando Jó perdeu todos os seus filhos ela como mãe acredito que deve ter sofrido bem mais do que Jó. Agora, Jó estava castigado por uma doença que o maltratava e estava com aspecto de "morto vivo" ela olhando para todo o desespero de seu marido e preservada pelo inimigo que poderia ter matado-a junto com seus filhos diz para Jó: “Amaldiçoa a Deus, e morre". Se pensarmos somente nesta frase que ela pronunciou iríamos julgar mal a esposa de Jó que nesta ocasião foi usada pelo inimigo. Pense no apóstolo Pedro que por muito menos negou Jesus três vezes. É claro que Jó esperava uma palavra de conforto de sua companheira e não que ela o incita-se a amaldiçoar o seu Deus. Se bem que estudiosos de hebraico dizem que o termo não esta vertido corretamente, em vez de amaldiçoar seu Deus e morrer a tradução seria abençoa seu Deus e morre. Jó mesmo diante de todas estas adversidades repreendeu sua mulher e glorificou ao Senhor dizendo: "Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal?“ Jó reconhece mais uma vez a soberania de Deus em sua vida. Devemos ter sempre em mente que nossa luta não é contra carne e sangue. Jó, embora não conhecesse a origem de todo o seu sofrimento sabia reconhecer a soberania de Deus em sua vida. Quando situações contrárias, pessoas ou o que quer seja tente nos tirar da presença de Deus façamos como Jó glorifiquemos ao Senhor e não O neguemos!

Sétima prova: O inimigo usa os amigos de Jó (Jó 4- 38).

      Jó recebe a visita de três amigos que vieram de longe eram: Elifaz, Bildade e Zofar, e depois chegou Eliú. Quando seus amigos chegaram e contemplaram o estado de Jó ficaram uma semana sem falar uma palavra. Então, o anfitrião Jó se lamenta por tudo o que esta acontecendo em sua vida e amaldiçou até mesmo o dia em que havia nascido (Jó 3), logo depois de Jó terminar de falar então o seu amigo mais velho começa a falar a Jó. Elifaz vendo toda a situação ruim de Jó o acusa dizendo: "Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos? Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo." Como podemos ver este amigo de Jó fala que ele deveria estar em pecado ou feito algum mal, e por isso estava naquela situação. Fala também que Jó queria ser mais justo do que seu Criador e que estava sendo corrigido por Deus(Jó 5.17). Jó tenta se justificar e terminando de falar outro amigo começa a tentar "consolá-lo". Bildade fala que se porventura os filhos de Jó estivessem pecado a morte deles foi para pagar suas transgressões (Jó 8.4) e pede para ele buscar a Deus de madrugada implorar a misericórdia de Deus (Jó 8.5) Jó novamente replica as acusações. Então, o terceiro amigo Zofar vendo Jó tentando se defender das acusações de seus outros amigos chama-o de tagarela, mentiroso e zombador (Jó 11.2-4). Para finalizar chega o jovem Eliú que chama Jó também de zombador, (Jó 34.7) pecador e rebelde (Jó 34.33), tagarela e não sabe o que esta dizendo (Jó 35.16) e que esta sofrendo por sua maldade (Jó 36.21)
      Nesta última prova vemos como é importante termos amigos homens de Deus de Verdade, que ao vermos passarmos por provações não reúnem para nos julgar como foi o caso dos amigos de Jó. Temos que ter em mente quando fizermos visitas aos nossos irmãos na fé não julgar, mas levar uma palavra de conforto. O próprio Deus irou- se com amigos de Jó (Jó 42)
      Jó passou por mais esta prova posteriormente tentou questionar Deus o porquê de todas as provações. Deus passa a responder e mostra para Jó sua pequenez (Jó 38-41). Jó reconhece que não é nada e exalta o Senhor ((Jó 42.2) que muda o seu cativeiro. Deus pede para que Jó ore pelos seus amigos para estes serem perdoados pelas inverdades que disseram sobre ele. O livro de Jó termina dizendo:

E assim abençoou o SENHOR o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois teve catorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de bois, e mil jumentas.
Também teve sete filhos e três filhas.
E chamou o nome da primeira Jemima, e o nome da segunda Quezia, e o nome da terceira Quéren-Hapuque.
E em toda a terra não se acharam mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu herança entre seus irmãos.
E depois disto viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos, e aos filhos de seus filhos, até à quarta geração.
Então morreu Jó, velho e farto de dias.(Jó 42.12-17)

retirado site: http://blogdomarcelooliveira.blogspot.com.br

CORONEL JOÃO DOURADO (1854-1927)

Alderi Souza de Matos João da Silva Dourado nasceu em Caetité, sul da Bahia, no dia 7 de janeiro de 1854. Era filho de João José da Silva Do...