domingo, 5 de julho de 2009

As dez pragas e seus significados.

1.ª - As águas do rio Nilo – de água para sangue:

Esta, como todas as pragas seguintes tinham um porquê, uma razão de ser. O Nilo era o rio sagrado dos egípcios. Pra termos uma idéia e proporção do que estamos começando a falar agora, veja bem que, não haveria o Egito, disse o historiador Heródoto: “O Egito é um presente do Nilo”. Mas esse rio era mera criação de Deus, e não um deus em si mesmo. Segundo a crença dos egípcios, “Isis e Osires”, deuses do Egito, abençoavam as colheitas de cereais às margens do Nilo. Mas parece que não teve mesmo jeito, o verdadeiro Deus contamina as águas do Nilo, e pelo que tudo indica( livro de Ex.7: 14 ao 18)estes deuses de araqui não puderam fazer nada....

2.ª A praga das rãs:

Na chamada mitologia egipéia, “Ator” era o deus sagrado que evitava a devastação das plantações por pragas. Diziam que o semblante deste deus seria grotesco, feio, teria a cara de um sapo. Mas o Deus verdadeiro, zomba dos deuses do Egito. Agora o deus que os “protegia” das pragas, agora se torna, ele mesmo, uma praga a incomodar os idólatras

3.ª A praga dos piolhos:

Agora imagine todo um povo cheio daquilo que eles idolatravam como deus que por sua vez se chamava “Sebe”- “o deus da terra”. Os egípcios acreditavam que este deus trazia fertilidade ao solo do Egito. Mas nós todos sabemos quem é o verdadeiro Deus da terra.

4.ª A praga das moscas:

Esse suposto deus tinha o nome de “Escar”, o deus das moscas. Esse inseto era abundante no Egito, e trazia doenças, mas eles acreditavam que esse deus os livrava dessas doenças – Leia em Ex. 8:20 e 21.

5.ª A peste dos animais:

Deus envergonha mais um deus do Egito de nome “Apis”, o deus que, segundo criam os egípcios que protegia os rebanhos. Era o “deus-boi”. Muito cuidado, pois tem quem gosta desse tal de boi-bumbá, amazonenses cuidado, ele vem do Egito pagão para o Brasil cheio de “inocência”, e se encaixa em um de nossos Estados e se alastra – cuidado!!!

6.ª A praga das úlceras:

Aqui o verdadeiro Deus, começa a atingir diretamente os corpos dos egípcios. Imagine a dor e o sofrimento desse povo. Leia em Ex.9:8 ao 11. Os tumores que se arrebentavam em úlceras terríveis sobre todo o povo, era algo sobre-natural, e também sobre os animais. Agora onde estava o deus chamado de “Tifon”. Os egípcios acreditavam que este deus curava doenças bem como úlceras e coisas parecidas Mais uma vez, o deus dos egípcios se escondeu. O verdadeiro Deus, mais uma vez envergonhou a idolatria.

7.ª A praga de saraiva:

Saraiva é o mesmo que chuva de pedras. No Egito, uma nação cheia de deuses, havia uma deusa considerada a “deusa da atmosfera”(Ex.9:15 ao 23). Aqueles que atenderam a ordem que Deus dera a Moisés e guardando os seus rebanhos antes da saraiva cair sobre todo o campo, conseguiram alcançar a salvação de seus rebanhos, mas os que não obedeceram perderam todo o seu rebanho.

8.ª A nuvem de gafanhotos:

As pragas de gafanhotos já aconteciam no mundo. Por isso, eles sentiriam pavor, grande pavor pelo que veriam agora. Eles tinham um outro “deus” de nome “Serápia”. Mas Deus vem para humilhar esse deus e envergonhar os seus adoradores, destruindo as plantações. Nada assola mais o homem do campo do que ver a sua plantação destruída. Nada! Leia Ex. 10:1 ao 6.Faraó ficou desesperado, rapidamente manda chamar a Moisés e Arão, se humilha diante dos seus servos e já pede a eles que saíssem do Egito com seu povo.

9.ª A praga das trevas:

O Egito tinha um outro deus, o “deus-sol”, chamada”Ra”. O povo egípcio pensava que a luz vinha desse deus. Mas Deus humilhou essa falsa divindade e envergonhou todos os que nele criam. Ex.10:21 a 23 –Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas em toda a terra do Egito por três dias.

10.ª A morte dos primogênitos:

Aos poucos, Deus foi humilhando os deuses do Egito, e quem foi esperto pode testificar que não existia outro senão o Deus de Moisés e de Arão. Mas, agora, ele tocaria num “deus” particular daquela nação: Faraó, o próprio. Amom Ra E a forma de tocar em faraó seria tocando no seu filho, pois o menino seria, naturalmente, o seu sucessor no trono

A última humilhação de Deus viera, agora, sobre o trono do próprio faraó.

Conclusão:

Isaias 48:11. 42:8

O mundo em sua maior parte é como o antigo e porque não dizer o atual Egito; são idólatras quantos não crêem que imagem de Maria, ou a de Pedro, ou a de João, ou a de Paulo, ou a de etc...Pode fazer alguma coisa por elas, mas na verdade são como os deuses da antiguidade, nada podem fazer. Esse estudo é para que aprendamos que toda honra, glória, louvores, é Para YHAVEH Deus soberano sobre todas as coisas

Depois disto todos souberam que Deus era o Senhor e Seu nome ficou anunciado comentado em toda a terra. Deus destruiu todo deus falso do Egito. Na morte do primogênito Deus mostrou que Ele tem na Sua mão o poder de morte e de vida.

Atos 4:12. E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.

Domingo versus Sábado.

POR QUE DOMINGO E NÃO O SÁBADO

Volta e meia somos confrontados por sabatistas que vêem nos acusar de estarmos santificando um dia espúrio por influência de uma suposta invenção ou alteração feita pela Igreja Romana ou pelo Imperador Constantino no ano 346 A.D. Essas acusações são infundadas e procurarei mostrar que a observância dominical é Bíblica e sempre foi praticada pelos Cristãos.

Por que não guardamos o Sábado?
1. Não Guardamos o Sábado pois ele fazia parte da Lei e está foi toda cumprida em Cristo. (2 Cor.3:7-14, Ef.2:15, Col.2:16,17.)

2. Não Guardamos o Sábado por que não há ordem alguma no Novo Testamento para que a Igreja o guarde. (Rom.14:5, Gal.4:9-11, Col.2:16,17)

3. O Sábado era símbolo da Antiga Aliança, feita com Israel. O Povo foi infiel à antiga aliança. Deus em Cristo fez uma Nova Aliança com toda a humanidade que substituiu a Antiga. (Ex.31:16, Jer.31:31, Mat.26:28, 2 Cor.3:6, Heb.8:8,13; 9:15, 12:24)


Por que celebramos o Domingo?

1. Celebramos o Domingo pois foi neste dia que Nosso Senhor Jesus Cristo ressurgiu dentre os mortos.(Mar.16:9, Jo.20:1)

2. O primeiro dia da semana era o dia que o Senhor apareceu aos discípulos. (Lc: 24:13-15, João 20:19,26)

3. No primeiro dia da Semana os crentes se reuniam para o Culto e celebrar a Ceia do Senhor. (At. 20:7, 1Cor.16:2)

4. O Primeiro dia da Semana é Dia do Senhor.(Ap.1:10)

Os primeiros santos começaram a dedicar o primeiro dia da semana para adoração após a ressurreição de Cristo. Isto foi, é claro, uma alteração definitiva da prática da Velha Aliança. Isto ficou evidenciado da seguinte maneira:

O Exemplo Apostólico

O Novo Testamento ensina tanto pelo preceito quanto pelo exemplo. Jesus Cristo e Seus apóstolos abriram um precedente claro quanto a observância do primeiro dia da semana. Veja os seguintes versículos:

Mateus 28:1 João 20:19 e 26 Atos 20:6-7 I Coríntios 16:1-2

Conclusão:

O Quarto Mandamento é o único que não foi reafirmado após o Calvário e faz parte da Lei cerimonial. Nenhum cristão do Novo Testamento foi repreendido por quebrar o Sábado.

1 Nenhum cristão deve ser julgado pela observância do Sábado (Romanos 14:5-8). Neste mesmo tópico, Colossenses 2:16-17 cobre todo sistema da Velha Aliança quanto aos Sábados e os dias santos.

2. Se o Sábado tivesse sido mudado o livro de Atos e as epístolas relatariam a discussão a respeito disso. Certamente os Judeus convertidos teriam debatido a esse respeito. Não há nenhuma relato a este respeito.

3. As igrejas apostólicas se baseavam na ressurreição de Cristo para a observância do domingo.

PODE O CRENTE DIVORCIAR E CASAR DE NOVO?


Mateus 19:3 a 12.

INTRODUÇÃO

Deus está permitindo ao homem ou a mulher divorciar-se e contrair um novo casamento? Deus aprova que alguém se case com uma pessoa divorciada?

Para tratar deste delicado e controvertido tema, creio ser necessário seguir uma certa ordem metodológica:

1- Analisar as passagens mais claras e que tratam diretamente o assunto e logo a seguir estudar aquelas mais difíceis e tentar compreender a luz dessas. A revelação no Antigo Testamento aparece gradual e progressivamente até chegar a Cristo, em quem está a revelação plena de Deus para todos os homens de todos os tempos. Por isso, é melhor abordar o assunto pelas passagens do Novo Testamento. Creio que o mais correto é começar pelas palavras de Jesus registradas nos evangelhos, para logo considerar as passagens do Antigo Testamento à luz dessas.

2- Enfocar primeiro a regra geral sobre o tema e logo abordar as exceções. Se tratarmos os casos de exceção sem primeiro ter estabelecido a regra, terminaríamos fazendo da exceção uma regra, desviando assim o ensinamento do Senhor.

I-O QUE JESUS DISSE SOBRE ESSE TEMA?

Para seguir a ordem proposta, consideremos as primeiras declarações de Jesus sobre o divórcio e o novo casamento, as que sem dúvidas são claras, completas e terminais. Trataremos primeiro a regra geral e logo a única exceção assinalada por Jesus e por Moisés.

Nos evangelhos são citadas quatro vezes as palavras de Jesus sobre este assunto:

1-Marcos 10.11 a 12.
2-Lucas 16.18.
3-Mateus 5.32.
4-Mateus 19.9.

Jesus estabelece algo sobre esta delicada questão uma regra geral e uma cláusula de exceção. A exceção à regra é: "a não ser por causa de fornicação"; ou "salvo por causa de fornicação".

Cabe destacar que nem Marcos nem Lucas incluem a cláusula de exceção; somente Mateus traz a cláusula nos dois textos citados.
II-O QUE JESUS ESTA QUERENDO ENSINAR?
1- Jesus disse que ele veio para cumprir a lei e não para destruí-la. Ele cumpriu a lei na sua morte e pregou-a na cruz. Mas até a morte dele, a lei ainda estava em vigor para os judeus. Quando os fariseus fizeram a sua pergunta sobre o divórcio, eles ainda estavam debaixo da lei. Portanto, tudo que Jesus falou sobre o assunto concordava com a lei que estava em vigor. De fato, é notável que Cristo intensificou a lei, dando o sentido verdadeiro dela. Mat. 5:27 e 28 explica que só o ato de cobiçar a mulher já é adultério.
2- A lei exigia a morte da parte infiel e então a parte fiel estaria livre para casar se de novo. Nós sabemos que ainda foram executados os infratores da lei no tempo de Jesus. Ver: João 8:1-11. Jesus não falou para os fariseus não apedrejarem a mulher pega em adultério, mas disse que aquele que não tivesse pecado jogasse a primeira pedra. Quando todos os deixaram, e Jesus estava a sós com a mulher, ele mostrou que ele como Deus sabia tudo sobre ela pois disse-lhe, vai-te, e não peques mais."


III - UMA BASE PSEUDA.
O versículo que muitos gostam de usar para provar a legalidade e o direito de casar de novo se o parceiro fosse infiel é Mat. 19: 9. Marcos, ao resumir este fato, não falou a frase: “não sendo por causa de prostituição?”. Pôr que será? Aparentemente a questão não é se a pessoa tem o direito ou não de casar de novo se o parceiro fosse infiel, mas se o casar de novo é adultério.
Lembramos que a lei exigia a morte de quem cometesse prostituição. É muito duvidoso que Jesus vai desviar-se do sentido original da lei. Esses fariseus conheciam muito bem a lei sobre esse assunto. Se o infrator fosse executado conforme a lei então o parceiro ficaria livre para casar de novo.
O assunto aqui é, se por qualquer outra razão se casasse, seria adultério. Sim, na época de Jesus Cristo ainda existia a pena de morte para adultério e Jesus não estava se retratando ou se desfazendo desta lei, mas somente mostrando aos fariseus que Ele concordava com a lei. Então, ele não somente respondia a pergunta dos fariseus, mas também intensificou a lei quando ele disse que Moisés permitiu o divórcio por causa da dureza dos corações, porém que no princípio não era assim.
No verso 10 do mesmo capítulo, os discípulos mostram que eles entenderam perfeitamente o que Jesus tinha dito, isto é, “Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convêm casar." Mas Jesus disse no verso.11 que nem todos podiam receber esta palavra, e continuando no verso.12 ele explica que há vários tipos de eunucos: (a) os que nascem assim; (b) os que foram feitos assim pelos homens; (c) e outros ainda que por causa do reino de Deus se fizeram eunucos. Creio que a pessoa cujo parceiro for infiel deve considerar-se como um eunuco pelo reino de Deus, e que isto é o ensinamento de Jesus.


QUAL ERA A INTENÇÃO DA LEI EM DT 22.13-21 E DT 24.1-4
01. Advertir a todas as meninas e moças de Israel que mantivessem sua virgindade até o dia do seu casamento.
02. E se alguma moça havia pecado e perdido sua virgindade, sabendo dos riscos que corria, contasse antes de casar-se o seu verdadeiro estado ao seu pretendente (o mesmo deveria fazer o homem).
03. No caso em que a mulher estivesse em falta e ele não a quisesse como esposa teria uma opção pacífica para resolver o conflito sem necessidade de recorrer ao juízo público e a conseqüente pena de morte.


O MÍNIMO E O IDEAL

O ideal é que o marido ame sempre a sua esposa como Cristo amou a igreja.
O ideal é que a mulher sempre, com um Espírito manso e tranqüilo, respeite a seu marido e se sujeite a ele.
O mínimo que Deus exige é que sejamos fiéis ao nosso pacto matrimonial e que não cometemos adultério abandonando ao nosso cônjuge e contraindo um novo casamento.

CONCLUSÃO:

01. Divorciar-se e casar-se de novo é cometer adultério.
02. Casar-se com uma pessoa divorciada é cometer adultério.
03. Repudiar o seu cônjuge é expô-lo ao adultério.
04. O adultério de um dos dois, não libera o cônjuge inocente para casar-se com outro.
05. Se houver separação, ambos têm somente duas alternativas: ficarem sem casar ou reconciliarem-se.
06. Em um casamento misto, o cônjuge crente não deve tomar a iniciativa da separação.
O fato de que as leis de um país permitam o divórcio vincular não modificam em nada a situação dos cristãos, pois nós estamos debaixo do governo de Deus e de suas leis que permanecem para sempre.
com amor Rev. Márcio.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A CURA DIVINA

Os movimentos de cura hoje em dia criam muita confusão na mente do povo de Deus. A Bíblia está cheia de exemplos de cura. Como entender o assunto? A única maneira é um exame criterioso da Palavra de Deus.
I. A CURA DIVINA NO NOVO TESTAMENTOA. O objetivo era provar que Cristo era o Filho de Deus (João 2.11; João 11.42; João 14.11; João 20.30,31).B. Jesus não deu ênfase às curas que fazia (Marcos 5.37-40,42; 7.24,25-30; 7.32-36; 8.22-26).C. Jesus não curou todos os doentes que encontrou (João 5.1-3-9)D. Todas as doenças que Jesus curou eram casos graves, incuráveis (João 5.5; Marc. 9.20-22). O caso mais simples, talvez, tenha sido o da sogra de Pedro, que estava com febre (Mat. 8.14-17), mas não se sabe qual era a doença.E. As curas eram feitas com absoluta perfeição e imediatamente (Mateus 8.1-3; 8.14,15; 9.1-6-7; Atos 3.2-9; 9.32-34).F. Além dos 70 (Luc. 10.9), que receberam ordem para curar os enfermos, e de Filipe (Atos 8), ninguém mais aparece fazendo cura, a não ser os apóstolos, incluindo Paulo (Atos 2.43; 9.36,68, 39,42).
II. O DOM DE CURAR NO NOVO TESTAMENTO
1. 1 Cor. 12.9 fala do dom de curar.2. Tiago já fala diferente: Tiago 5.14,15 - Oração da fé, com aplicação de remédio (unção com óleo).3. Paulo não fez sempre uso desse dom: 1 Tim. 5.23; 2 Tim. 4.20.4. O dom, já nos tempos do N.T., foi substituído pela oração da fé.
III. O USO DE REMÉDIO NA BÍBLIA
1. Isaías 38.21 x 2 Reis 4.38-41 - exemplos de uso de remédio.2. Jesus apoiou: Mat. 9.123. Jesus recomendou remédio na parábola do Bom Samaritano: Luc. 10.34.4. Paulo recomendou remédio para Timóteo: 1 Tim. 5.23.5. Paulo tratava com dignidade o médico Lucas: Col. 4.14.6. Unção com óleo: remédio - Is. 1.6; Marc. 6.13; Luc. 10.34; Tiago 5.14.
IV. OS ATUAIS MOVIMENTOS DE CURA
1. Não necessitamos de provar a veracidade de Cristo.2. Jesus condenou a busca de sinais: Mat. 12.38; João 2.24,25.3. Bem aventurados os que não viram e creram: João 20.294. 4. Os que cuidam de curas hoje, não se importam com a pregação do Evangelho de salvação.5. Se algo acontece, realmente, está dentro das profecias: Mat. 7.15-23.
Deus cura ainda hoje? Sim, cura. Mas ninguém está autorizado a fazer movimentos de cura. Qualquer servo de Deus pode orar por sua doença, ou chamar o pastor de sua igreja, ou pedir a igreja que ore por ele. Se for da vontade de Deus, a pessoa será curada.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Supere a agitação da sua alma.

II Corintíos 2: 12 a 13


Certamente você já falou ou escutou a frase: “Não tenho tempo”. Ela é muito comum em nosso dia-a-dia. A nossa correria diária nos sufoca e nos torna reféns do relógio.
Temos que trabalhar, estudar, cuidar da família, ir à igreja e tantas outras atividades que são importantes para nós.
Todos nós gostaríamos que o nosso dia tivesse mais do que 24 horas, porque “não temos tempo para muita coisa”. Ter tranqüilidade hoje em dia é um luxo de poucos. O texto em questão nos diz: não tive tranqüilidade no meu espírito. Quem disse essas palavras? O grande apostolo de Jesus. Isso é algo quase inacreditável ouvir isso da boca de Paulo. O texto diz: “eu não tive tranqüilidade”, ficou inquieto por isso não pregou o evangelho em Troade.
Um segundo texto bastante interessante também é Lucas 10: 38 a 42. Tem muita gente que fala de Marta, mas não pode não. João 11:5 – diz que Jesus amava e muito a Marta, não fale mal de Marta não, porque Jesus amava essa mulher agitada; O texto nem cita o nome de Maria chama de sua irmã.

Nessa situação toda é preciso fazer uma pergunta:

Você já recebeu uma pessoa que você considerava importante na sua casa?
Uma pessoa dessas, o que dar pra quem hospeda? Trabalho e muito trabalho. Mas um trabalho que a pessoa se sente feliz. A visita muda à rotina da casa.
Temos comida que a casa não ver todo dia, o café da manhã que não tem todo dia, uma gastança horrível. A pessoa compra fruta ou coisas, que a família não come e a visita também não.
Mas, não deixe de compra não, se você vai receber uma pessoa procure saber o que ela gosta de comer (hospitalidade). Isso é muito importante. Mas o que de fato passava na alma de Marta para ela ficar agitada de um lado para outro?
Lucas 10: 40 - Senhor não te importa que Maria tenha deixado tudo, mande vir me ajudar. “Não é que Marta não estivesse dando bola para Jesus”, não é isso, Marta queria ouvir Jesus, mas queria que Jesus olhasse a casa arrumada, tivesse comida boa, tivesse coisas especiais, porque só Maria eu também quero te ouvir Jesus pensava Marta.
Marta queria também ouvir a Jesus, mas antes se preocupou em dar conforto o melhor pra Jesus.
Supere a agitação da sua alma.
O que você faz para superar isso? Paulo e Marta passaram por isso o que aprendemos com eles.
Paulo e Marta estavam com a alma agitada, inquietos.
Tem muita gente na bíblia que tinha a alma agitada. Isso geralmente por alguém ou alguma coisa. Tem gente que é bom pra deixar a nossa alma inquieta, agitada. Raquel tinha seu espírito agitado por causa de Lia (Gn 30:8) – Lia tinha filhos ela não. Saul tinha sua alma agitada por causa de Davi. Pois percebia o progresso de Davi (Sm 18: 7 e 8). Tem pessoas que estão de “Boa”, mas quando ver aquela pessoa a alma já fica agita, fica inquieto. Quando nossa alma esta agitada, ninguém conseguem se concentrar para fazer nada ou ouvir. Assim foi com Paulo assim foi Marta. O agitamento impediu:
Paulo de pregar o evangelho, Marta de ouvir a Jesus.
O que pode agitar nossa alma? Pessoas. (quando o marido entra com o cheiro de bebida) Escolhas. (quando temos que mudar pra um lugar) circunstâncias. (as contas pra pagar no fim do mês)
O que fazer para superar a agitação?
Descubra pra saber se o que esta te agitando é incontrolável. Se não esta no seu controle, você não pode fazer nada. Pregue para sua alma (Sl. 42. 5)
Temos que falar isso 10 vezes ao dia, todo dia diga para si mesmo descansa o minha alma. Diga para ela. Uma coisa é necessário, assim Jesus disse para Marta, supere a agitação de sua alma. Coloque diante do senhor o que esta agitando sua alma. Pregue para você mesmo, ministre para você, descanse minha alma.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O que vem a sua mente quando você olha para uma Cruz?

Os efeitos da cruz.
I Corintios 1:18 a 25


O que vem a sua mente quando você olha para uma cruz?

A cruz passa duas realidades?
1- vida
2- morte

Todas as religiões têm seu símbolo visual, que exem­plifica um aspecto importante de sua história ou crenças. O budismo emprega a flor de loto, Por causa de sua forma de roda, pensa-se que represente o círculo do nascimento e da morte.

O judaísmo moderno, emprega o assim chamado Escudo ou Estrela de Davi, um hexagrama formado pela combinação de dois triângulos. O Escudo fala da aliança de Deus com Davi de que o trono deste seria estabelecido para sempre e que o Messias viria da sua descendência.

O islã, a outra fé monoteísta que se le­vantou no Oriente Médio, é simbolizado pelo crescente ou meia-lua, pelo menos na Ásia Ocidental. Originalmente o crescente represen­tava uma fase da lua e era o símbolo de soberania em Bizâncio antes da conquista muçulmana.


O Cristianismo, portanto, não é exceção quanto a possuir um sím­bolo visual. Todavia, a cruz não foi o primeiro. em particular, de um peixe. Somente os iniciados saberiam, e ninguém mais poderia adivinhar que ichthys ("peixe") era o acrônimo de Iesus Christos Theou Huios Soter ("Jesus Cristo Filho de Deus Salvador"). Mas o peixe não permaneceu como símbolo cristão, sem dúvida porque a associação entre Jesus e o peixe era meramente acronímica (uma disposição fortuita de letras) e não possuía nenhuma importância visual.



Os gregos e os romanos se apossaram da crucificação que, aparen­temente, fora inventada pelos "bárbaros" que viviam à margem do mundo conhecido. E ela, com toda a probabilidade, o método mais cruel de execução jamais praticado, pois deliberadamente atrasa a morte até que a máxima tortura seja infligida. Antes de morrer, a vítima podia sofrer durante dias. Ao adotarem a crucificação, os ro­manos a reservaram para assassinos, rebeldes, ladrões,

Cícero, num de seus discursos, con­denou-a como crudelissimum taeterrimumque supplicium, "um castigo muitíssimo cruel e repugnante".11 Um pouco mais tarde ele declarou: "Atar um cidadão romano é crime, chicoteá-lo é abominação, matá­-lo é quase um ato de assassínio: crucificá-lo é — o quê? Não há palavras que possam descrever ato tão horrível".12 Cícero foi ainda mais explícito em 63 a.C. em sua defesa bem-sucedida do idoso se­nador Gaio Rabírio, que havia sido acusado de homicídio: "a própria palavra cruz deve ser removida para longe não apenas da pessoa do cidadão romano, mas também de seus pensamentos, olhos e ouvidos. Pois não é somente a ocorrência destas coisas (os procedimentos da crucificação) ou a capacidade de suportá-las, mas a possibilidade de­las, a expectativa, deveras, a mera menção delas, que é indigna de um cidadão romano e de um homem livre".13
Se os romanos viam com horror a crucificação, da mesma forma viam-na os judeus, embora por motivos diferentes.

Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas
Para os que creem a cruz trás algum beneficios:


1- na cruz o pecado é tirado Hebreus 9:26 a 28

2- na cruz a ira de Deus é findada Romanos 5:9

3- na cruz a maldição é anulada galatas 3:14 e 15

4 na cruz o poder de satanas é dominado Hebreus 2:14

A cruz para Cristo Jesus foi um peso absurdo, mas para nós o maior presente que o Pai poderia ter dado a humanidade. amém




Baseado no livro a Cruz de Cristo de John Stott
Rev. Marcio Gleison
Utinga Bahia

CORONEL JOÃO DOURADO (1854-1927)

Alderi Souza de Matos João da Silva Dourado nasceu em Caetité, sul da Bahia, no dia 7 de janeiro de 1854. Era filho de João José da Silva Do...