quarta-feira, 3 de abril de 2013

A FILA ANDA? A Falta de Seriedade no Namoro Leva à Impureza




A Falta de Seriedade no Namoro Leva à Impureza
“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (1Tessalonicenses 4.3-7).
Anos atrás foi veiculado na televisão um comercial da Coca-Cola que mostrava dois adolescentes na praia. Eles haviam acabado de se conhecer. Na cena, o rapaz está segurando uma lata do refrigerante quando a moça pede um gole. O problema é que já havia acabado. Então, ela pede pra levar a lata como uma lembrança daquele momento tão especial. De repente, percebe-se que se tratava de uma recordação por parte da moça. Ela estava em casa, segurando a lata do refrigerante e lembrando o que ocorreu. Ela decide então guardar a latinha na sua estante, quando de repente a câmera recua e, ao abrir a imagem, podem ser vistas outras cinquenta latas, no mínimo. Era nesse ponto que a terrível frase era pronunciada: “Ficar, essa é a real!”
Aos protestos muitos argumentarão: “Nós, cristãos, não ‘ficamos’! Nós namoramos de forma séria!” Não obstante, a verdade é que muitos jovens foram profundamente influenciados pela filosofia subjacente à propaganda mencionada, inclusive jovens cristãos. Porém, não é de hoje que nos deparamos com uma questão delicada: a impureza existente no namoro de muitos que professam a fé cristã. No momento tenho em mente uma forma de impureza bem específica: a constante e intensa troca de namorado/namorada.
É comum entre aqueles que não temem ao Senhor a prática de colecionar um namoro atrás do outro, como se uma lista com os muitos nomes dos rapazes fosse algo digno de orgulho, um trofeu a ser exibido para as amigas. Os rapazes costumam cultivar essa prática de forma ainda mais intensa, como se isso se constituísse na verdadeira prova da masculinidade.
Estão os jovens crentes imunes a esta prática? Não, não estão. Na realidade, é comum encontrarmos casos em que nossos moços colecionam um namoro atrás do outro. Interessantemente, eles até fazem uma pergunta que soa sincera: “Como poderei saber quem é a pessoa certa?” Michael Lawrence afirma que, “numa cultura que nos permite escolher a pessoa com quem vamos casar, ninguém deseja fazer a escolha errada. Especialmente se, como cristãos, entendemos que a escolha que fazemos é para o resto da vida”.[i]
O Ego por trás da pergunta
Sempre que alguém faz a pergunta acima, na verdade, o que está perguntando é: “Como posso saber se ela é a pessoa certa para mim?” O “eu” está em vista aqui. O objetivo do relacionamento se torna verificar se a outra pessoa atende ou não às minhas necessidades, se é compatível com o meu gênio, se mesatisfaz. O ego se torna o centro da questão. O jovem encara o namoro como um meio de satisfazer aquelas que ele pensa serem as suas necessidades. E, assim, até que encontre alguém que preencha os requisitos, várias pessoas serão “testadas” e “experimentadas”. Pior ainda, o jovem crente acaba enxergando os outros de uma maneira completamente errada. Em vez de enxergar os outros jovens crentes como irmãos e irmãs em Cristo, ele os vê como namorados ou namoradas em potencial.
A Banalização da Declaração de Amor
Isso revela um entendimento errôneo a respeito da natureza do amor, bem como leva a uma banalização do “eu te amo!” Será que os nossos jovens compreendem as reais implicações de se dizer que ama outra pessoa? Verdade seja dita: A grande maioria pronuncia essa frase imbuída do esquema conceitual do mundo. O “eu te amo!” é um testemunho implícito de que a outra pessoa corresponde aos anseios e às necessidades emocionais do “eu”. Como pontua Joshua Harris: “Primeiramente precisamos entender que todas as decepções do mundo advêm da crença de que o amor é basicamente para a realização e conforto de si mesmo. O mundo envenena o amor ao concentrar primeiramente na satisfação das necessidades da própria pessoa”.[ii]
O grande problema é que isso não é amor verdadeiro. Antes, é egoísmo. É defraudação. Como diz Harris: “Quando avaliamos a qualidade do nosso amor por alguém apenas pela nossa própria realização emocional, nós praticamos o egoísmo”.[iii] Disso resultam as sucessivas trocas de namoradas/namorados mesmo dentro da igreja.
Defraudação Equivale a Impureza
Em 1Tessalonicenses 4.3-7 fica claro que ofender e defraudar o irmão é o mesmo que cometer impureza. O contexto mostra que o apóstolo Paulo tem em mente a intimidade física sem compromisso. E por “compromisso”, entenda-se “casamento”. De forma prática, isso quer dizer que nossos jovens serão muito abençoados quando compreenderem que não possuem o menor direito a desfrutar de afetos e carícias de uma, duas, três, quatro jovens sob a desculpa de não terem convicção de que a pessoa do momento é “pessoa correta”.
Michael Lawrence usa uma ilustração interessante: “Muitas vezes, no namoro, pensamos e agimos como consumidores em vez de servos. E não como bons consumidores. Afinal, ninguém jamais foi a uma concessionária, pegou um carro para fazer um longo test-drive, estacionou-o na sua garagem particular, dirigiu-o até o trabalho e do trabalho para casa por várias semanas, talvez viajando nele de férias, rodando milhares de quilômetros, para depois leva-lo de volta ao vendedor, dizendo: ‘Não estou pronto para comprar este carro’”.[iv] A ilustração é absurda? Não! Absurdo é fazer algo semelhante com um irmão ou uma irmã em Cristo.
Um Caminho Melhor: Fazer as Perguntas Certas
Isto posto, proponho que em vez de perguntar “Como vou saber se ela é a pessoa certa pra mim?”, você pergunte: “Sou o tipo de pessoa com quem um filho/filha de Deus desejaria se casar?” ou “Que qualidades/características devo procurar observar, para poder iniciar um namoro com vistas ao casamento?” Então, uma vez que as perguntas certas tenham sido feitas e que o jovem tenha assentado em seu coração proteger aqueles que são suas irmãs em Cristo, por exemplo, ele decidirá namorar tempo suficiente para discernir se estará disposto a amá-la de forma sacrificial, como Cristo amou a Igreja (Ef 5.25). Ao assentar em seu coração proteger o coração de suas irmãs, o jovem cristão não se permitirá namorar uma moça durante um longo tempo, para poder ter confiança de que o casamento não desembocará em sofrimento.
Como consequência direta, o verbo “namorar” ganhará contornos completamente diferentes daqueles a que estamos acostumados. Gosto da definição dada por Scott Croft: “Namorar normalmente começa quando um homem solteiro aborda uma mulher solteira indo até o pai da mulher, e então conduz seu relacionamento com a mulher sob a autoridade de seu pai, de sua família ou igreja, o que for mais apropriado. Namorar sempre tem o casamento como objetivo direto”.[v] Deus nos chamou à santidade, inclusive em nossos relacionamentos!

Alan Rennê 


[i] Michael Lawrence. “Stop Test-Driving Your Girlfriend”. Acessado em 07/02/2012. .
[ii] Joshua Harris. Eu Disse Adeus ao Namoro. São Paulo: Atos, 2003. p. 60.
[iii] Ibid. p. 61.
[iv] Michael Lawrence. “Stop Test-Driving Your Girlfriend”.
[v] John Piper e Justin Taylor (Orgs.). Sexo e a Supremacia de Cristo. São Paulo: Cultura Cristã, 2009. p. 184.

terça-feira, 2 de abril de 2013

CASAIS QUE ESPERAM PARA TER RELAÇÕES SEXUAIS DEPOIS DO CASAMENTO ACABAM TENDO RELACIONAMENTOS MAIS ESTÁVEIS E FELIZES

QUEM AMA ESPERA.




Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia. Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.


As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores). Para os casais que ficaram no meio do caminho – tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento – os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias. Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”.
Religiosidade

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.
“Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele.
“Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.”
O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America,acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.
“Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos.”


Fonte: BBC

segunda-feira, 1 de abril de 2013

OS NOVOS EVANGELICOS UMA GERAÇÃO EM CRISE




A geração de jovens que compões as fileiras de nossas

 igrejas hoje, em sua grande maioria são de jovens 

descomprometidos com as marcas de Cristo.

VEJA ESSE VÍDEO!!!!!!!!

Eles conseguem levantar as mãos durante o louvor, conseguem ter presença regulares no culto de domingo, tem “evangeliques” nível intermediário, alguns levam até a bíblia, outros com muita coragem sobem aos púlpitos para louvar e até pregar, mas tudo não passa de uma ilusão ótica, estão a bailar o famoso moonwalk.
O profeta Joel (Cap 2) encontrou uma geração parecida, uma sociedade em que as pessoas estavam prontos a rasgarem as vestes (prontos a sinalizar o que realmente não estavam vivendo), as vestes eram rasgadas mas por dentro o coração permanecia intacto, e a estes Deus disse por meio do profeta: “Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejum, e com choro, e com pranto, e rasgai o vosso coração, e não a vossas veste.”



LIBERALISMO, E O SEU FILHO ECUMENISMO, THALLES ROBERTO NO “ESQUENTA”



E levantou Ló os seus olhos, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor. E escolheu Ló para si, as campinas do Jordão.
“Apenas Ló… o homem justo”.
Não se enganem; de Deus não se zomba. Pois tudo o aquilo que o homem semear, isso ele colherá. – Lembre-se da esposa de Ló.
Não se ponham em jugo desigual com os descrentes: pois que comunhão há entre o justo e o injusto? E que comunhão há entre as luz e as trevas? Portanto saiam do meio deles e se separem, diz o Senhor, e não se contaminem. – Não sejam participantes com eles. Porque vocês estavam em trevas, mas agora estão na luz do Senhor: andem como filhos da luz: provando o que é aceitável ao Senhor e não tenham comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes as reprovem.
(Gn. 13:10-11, 2 Pe. 2:7-8, Gl. 6:7, Lc. 17:32, 2 Co 6:14,17, Ef. 5:7,8,10,11).
Intolerância é a palavra da vez. Está na boca do povo das mais variadas classes. Segundo o dicionário MiniAurélio, versão eletrônica, a palavra tolerância significa: “1. Que desculpa; indulgente; 2. Que admite e respeita opiniões contrárias à sua”. Já a palavra, acrescido do sufixo ‘in’, o antônimo intolerante, quer dizer algo contrário, algo ou alguém não tolerante. A definição de intolerante ainda está ligada à inflexibilidade, à intransigência, que por sua vez significa severidade.
O que é mais notório, é que nunca, intolerância está ligada à violência física ou verbal. Embora seu significado esteja ligado à inflexibilidade, – e muitos infelizmente fazem um link entre violência e intolerância –, ser inflexível, rígido, não significa ser violento. O que nos leva a questionar o que é violência, então? (Isto fica para outra oportunidade). Mas vamos sim, pensar um pouco sobre intolerância e violência.
Desrespeitar não é uma atitude louvável, mesmo que haja divergências de opiniões entre as partes, é necessário respeito. É senso comum atualmente, ligar intolerância à violência. É possível discordar de alguém sem lançar mão da violência. Não há motivos para tal atitude grotesca. Pensemos um pouco sobre as questões em pauta na nação brasileira, por exemplo, intolerância religiosa. Embora a nação brasileira seja laica, há aqueles que defendem sua crença fazendo agressões à fé alheia, seja física ou verbal.
Para nós cristãos, devemos entender que a nossa regra de fé e prática, autoridade final é a Bíblia, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo, sendo a Palavra de Deus para o homem e a revelação suprema de quem Deus é e o Seu plano para a vida do ser humano.
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”. 2 Tm. 3:16,17.
“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Hb. 4:12
“Ecumenismo é o processo em busca da unidade. O termo ecumênico vem do grego oikouméne, designando “toda a terra habitada”. Então, num sentido mais restrito seria a união em favor da unidade das igrejas cristãs, e no sentido lato a unidade entre as religiões. O Dicionário Aurélio define ecumenismo como movimento que visa à unificação das igreja cristãs (católica, ortodoxa e protestante). A definição eclesiástica, mais abrangente, diz que é a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs. Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais, a partir de uma reconciliação cristã que aceite a diversidade entre as igrejas”.[1]
Assim, é o processo em busca da unidade. Mas em nome de uma unidade entre religiões diferentes a igreja cristã entra num processo de apostasia.
No ano de 1930, o missionário americano David McGraven, foi inquietado por uma pergunta: “Por que algumas igrejas crescem e outras não?”. Em busca da resposta, percorreu vários países e continentes, igrejas em busca da resposta. Tão apaixonado pelo tema começou um instituto de pesquisa de crescimento de igrejas. Mais tarde, em 1969, o Seminário Fuller na Califórnia o convidou para ir à Califórnia, e abriu ali instituto. Naquela época a Igreja Cristã estava enfrentando dois grandes problemas: o liberalismo e o seu filho legítimo, ecumenismo. A igreja estava sendo devastada por estas duas frentes. E a Igreja perdeu seu rumo.
Na Europa, o liberalismo entrou nos seminários, foi para os púlpitos e o que tem surgido deste processo são as conhecidas dead churches (igrejas mortas). Pois o liberalismo teológico relativiza a Palavra, relativiza o pecado e relativiza a verdade. Neste processo, surge o ecumenismo, pois ele sutilmente prega que a verdade pode estar nos dois lados. Tanto um como o outro.
No Canadá, há igrejas que tem apenas quinze ou vinte membros e cultos a cada três meses. Igrejas mortas. Igrejas onde o liberalismo entrou e seu filho legítimo cometeu “assassinato”.
Recentemente (17/03/2013) o cantor Thalles Roberto esteve no programa “Esquenta” da Rede Globo. O tema do programa neste dia era sobre tolerância. A apresentadora perguntou a Thalles se a igreja dele era tolerante, e o mesmo respondeu que era, pois a sua igreja o aceita como ele é. O programa falou sobre a importância da tolerância entre as religiões, portanto levou ao ar um meio encontro entre crenças.
A Igreja de Cristo, tem se enamorado pelas coisas do mundo, deste século, e pelo pragmatismo (aquilo que dá certo, aquilo que é mais fácil). Faz uso de métodos com o objetivo de alcançar almas, mas que na realidade sua eficácia se torna em piedade morta. A mídia tem tentado inculcar-nos que é mais fácil tolerar do que confrontar, mesmo que seja em amor. Nisto, em nome da tolerância, a Igreja tem dado as mãos à outras religiões, participado de eventos ecumênicos como se fosse a coisa mais certa a se fazer. Afinal precisamos de um mundo sem violência, um mundo hoje haja paz. Mas não entendeu que violência e intolerância não são a mesma coisa.
Indignado com o que vi, postei no Facebook: “Ecumenismo maldito”. Um colega questionou o que Jesus teria dito sobre isso? A verdade é que para vermos o que Jesus teria dito basta olharmos para as Escrituras:
“E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente: Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras. Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.” Ap. 2:18-22
Releiamos o texto exposto no início deste post:
“Não se ponham em jugo desigual com os descrentes: pois que comunhão há entre o justo e o injusto? E que comunhão há entre as luz e as trevas? Portanto saiam do meio deles e se separem, diz o Senhor, e não se contaminem. – Não sejam participantes com eles. Porque vocês estavam em trevas, mas agora estão na luz do Senhor: andem como filhos da luz: provando o que é aceitável ao Senhor e não tenham comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes as reprovem. (Gn. 13:10-11, 2 Pe. 2:7-8, Gl. 6:7, Lc. 17:32, 2 Co 6:14,17, Ef. 5:7,8,10,11)”.
De Deus não se zomba. Não se enganem!
Não estou defendendo a violência e tampouco a falta de educação. Mas em nome de uma educação socialmente moral e uma tolerância religiosa, a Igreja de Cristo acaba por vender sua consciência e se esquece da verdade. É impossível haver comunicação religiosa entre cristianismo e outra religião. Embora, particularmente respeite a opinião do outro e sua escolha. Mas isto não me impede de pregar o Evangelho como ele é, e dizer a verdade, ainda que doa e pareça soar, eu disse, PAREÇA soar intolerante.
O verdadeiro cristão é tolerante com pecadores, mas intolerante com o pecado. Tolerante com a ignorância da cruz e do Evangelho, porém intolerante com o que contamina, intolerante com heresias e o que o afasta da cruz. Mas em amor, sem violência. Em amor pregando a verdade e apenas a verdade, custe o que custar.
“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”. 2 Tm.3:12
Não sejamos como a esposa de Ló – desobedientes, cegos e encantados pelas coisas fáceis e aparentemente bonitas.
Não viremos uma estátua de sal.
Tolerante e intolerante,
Em Cristo e em paz,
Anderson Alcides.
Retirado do site: www.púlpitocristão.com

O ALERTA DO GALO



            LUCAS 22: 54-62

    Antes de condenado e crucificado, Jesus passou por seis “julgamentos”,

Sendo três deles diante dos judeus e outros três diante das autoridades

Romanas. Os judeus não tinham o direito de aplicar a pena capital (Jo 18:31)

De modo que, a fim de crucificar Jesus, precisaram, levá-lo às autoridades

Romanas. Primeiro foram até Pilatos (Lc 23: 1-4) que tentou evitar uma

decisão encaminhando o prisioneiro a Herodes o qual, por sua vez, o

mandou de volta para Pilatos. Quando Pilatos se deu conta de que não lhe

restava outra saída senão tomar uma posição, deu aos membros do

Sinédrios o que pediram e condenaram Jesus a morrer numa cruz romana.


  Foi durante o segundo “julgamento”, diante de Caifás , que Pedro entrou

no pátio da casa do sumo sacerdote e negou Jesus três vezes. Como isto

aconteceu? 
Pedro não levou a sério as advertências de Jesus (MT26:33-35 e

Lc 22:31-34)  e também não”vigiou e orou” conforme Jesus o havia instruído

no jardim(Mc 14;37-38). Apesar de toda tua  coragem e zelo , o apostolo

estava absolutamente despreparado para os ataques de satanás , Jesus foi

levado para fora do jardim, e Pedro o seguia de longe ( Lc 22-54) Este foi

passo seguinte para tua derrota, Pedro não devia estar lá. As ovelhas

deveriam espalhar-se e, posteriormente, se encontrar com Jesus na Galiléia

( MT 26,31-32). 


Um alerta, quando Jesus foi preso, disse aos guardas:

Deixai ir estes (discípulos) (Jô 18.8-9) um sinal claro para que  não o

seguissem . Porem, Pedro não deu ouvido . Era uma noite fria e Pedro

aproximou-se do braseiro( Jô 18-18) e, em seguida  assentou-se com os

servos e guardas (Lc 22-55), ao assentar-se em território inimigo(Sl 1-1)

Pedro torno-se um alvo fácil . Uma das servas do sumo sacerdote abordou

Pedro , acusando-o de estar com Jesus e de ser um de seus discípulos.

Pedro   mentiu e disse: não sou discípulo dele, não o conheço. Afastou-se do

braseiro e foi até o alpendre. 

E o galo cantou pela primeira vez( Mc 14.68)

Isto já deveria ter servido de alerta para ele partir, mas o apostolo ficou por

lá.
Outra serva reparou em Pedro e disse aos que estavam por perto: este

homem também estava com Jesus ! é um deles! Pela segunda vez Pedro

mentiu e falou não conhecer Jesus. Um parente de Malcolm apareceu e

perguntou: não vi você no jardim com Jesus? Outros comentaram: com

certeza você é um deles, pois a sua maneira de falar o denuncia. A esta

altura,Pedro começou a praguejar  e jurou não conhecer Jesus.Então, o

Galo cantou novamente, e as palavras de Jesus se cumpriram(Mc14:30)

 Naquele instante quando estava sendo levado para o próximo “julgamento”

Jesus voltou-se para Pedro e o fitou.O olhar do mestre quebrantou o coração

 do apostolo  que aproveitou enquanto todos observavam Jesus, saiu 

chorando amargamente.Só precisou Jesus olhar para Pedro, a fim de levá-lo

ao arrependimento.

  
O canto do galo foi mais que um milagre que cumpriu as palavras de Jesus

também foi um alerta especial a Pedro para ajudá-lo a restaurar sua

comunhão com o Senhor.

   Como o galo alertou e encorajou a Pedro?


Primeiro, serviu para garantir que,mesmo sendo um prisioneiro, atado e

aparentemente indefeso diante de seus captores, Jesus Cristo continua no

controle de todas as coisas. Foi uma oportunidade para Pedro se lembrar das

ocasiões em que havia visto Jesus exercer sua autoridade sobre  os peixes,

  as ondas, e até a morte. Por mais sombria que fosse aquele momento para

  Pedro, Jesus ainda estava no controle de tudo.

    
Segundo, o canto do galo foi uma garantia a Pedro que ele podia ser

perdoado. O apostolo não prestou atenção á palavra de Deus, contestou e

desobedeceu, mas naquele instante se lembrou da palavra do Senhor

(Lc 22;61). Esta lembrança deu-lhe esperança. A palavra de advertência

também foi uma promessa de restauração! Pedro saiu convertido e

fortaleceria seus irmãos(Lc 22-32).



   Por fim, o alerta do galo mostrou a Pedro que um novo dia começava.Não

era um novo dia para Judas e nem para os inimigos de Jesus , porem um

recomeço para Pedro, que se arrependeu e chorou amargamente. “Coração”

compungido  e contrito, não o desprezarás ó Deus(Sl 51-17).


  Em alguns momentos de nossas vidas acabaremos por falhar com o


Senhor, e então de uma forma ou de outra, ouviremos o alerta do galo,

Satanás dirá que não há mais esperança, não foi o fim para Pedro! Sua

restauração foi tão completa que pôde dizer aos judeus:” vos porem

negaste o Santo e justo”(At. 3;14) ele não tinha o texto de  1º João 1-9

Para ler, mas sem duvidas experimentou a verdade desta palavra no

Próprio coração.   

   Que os cristãos contemporâneos, possam ser guiados pelo  Espírito Santo


 de Deus , assim como foram os da igreja primitiva.

Shalon!

 BASTOS

EXISTE O OLHO GRANDE, OLHO GORDO OU INVEJA? E SE EXISTE PEGA?



Obs: Neste artigo, procurei ser simples, breve e direto na questão alume. Não analisei os textos citados exegeticamente, detalhe por detalhe como costumo fazer, mas abordei o tema principal de cada um deles para melhor entendimento e por falta de espaço, uma vez que o assunto é bem vasto e necessitaria fazer uma série para tratá-lo de forma mais ampla.

Lendo e estudando as Escrituras, não consegui encontrar um texto sequer que desse a entender, ainda que implicitamente, que OLHO GRANDE, OLHO GORDO ou INVEJA, tem algum tipo de poder negativo sobrenatural que possa atingir tanto quem é cristão, se este “der brecha” (no caso do cristão), como quem não é cristão também, no qual já é vulnerável ao olho grande, olho gordo ou inveja, conforme afirmam equivocadamente muitos evangélicos.
Nenhum dos apóstolos e tampouco Jesus orou repreendendo OLHO GRANDE, OLHO GORDO ou INVEJA de alguém, e nem atribuiu isso a Satanás, como se existisse um espírito de OLHO GRANDE, OLHO GORDO ou INVEJA. Não vemos em toda a Escritura um ensinamento sequer de Jesus e dos apóstolos sobre OLHO GRANDE, OLHO GORDO ou INVEJA, pelo menos nesse sentido equivocado que acabei de sintetizar.

Como não encontramos os termos: OLHO GRANDE OU OLHO GORDO em toda a Escritura, porquanto são crendices místicas populares que foram “adotadas” pela igreja, especialmente pelos pentecostais e neopentecostais, vou utilizar um outro termo que encontramos na Escritura e que tem o mesmo sentido dos termos OLHO GRANDE OU OLHO GORDO - a saber, a INVEJA. Basicamente, inveja significa um desejo acompanhado de ódio que a pessoa tem de possuir algo de outra pessoa ou aquilo que não lhe pertence.


Senão vejamos alguns textos bíblicos, dentre tantos, que falam acerca da inveja:
Mateus 27.18 - Porque sabia (Jesus) que o haviam entregado (para ser preso, humilhado, espancado e morto) por INVEJA. NVI

Marcus 15.10 - Porque ele (Jesus) bem sabia que por INVEJA os principais dos sacerdotes o tinham entregado. ACF

Atos 7.9 - Os patriarcas (os seus irmãos), tendo INVEJA de José, venderam-no como escravo para o Egito. Mas Deus estava com ele. NVI

Atos 13.45 - Quando os judeus viram a multidão, ficaram cheios de INVEJA e, blasfemando, contradiziam o que Paulo estava dizendo. NVI

Atos 17.5 - Mas os judeus ficaram com INVEJA. Reuniram alguns homens perversos dentre os desocupados e, com a multidão, iniciaram um tumulto na cidade. Invadiram a casa de Jasom, em busca de Paulo e Silas, a fim de trazê-los para o meio da multidão. NVI

Filipenses 1.15 - É verdade que alguns pregam a Cristo por INVEJA e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade. NVI

Não obstante, vejamos ainda outros textos que falam sobre inveja, porém, são textos que descrevem por si só a ORIGEM da inveja, isto é, se esta é provocada pelo DIABO através de algum ESPÍRITO DE OLHO GRANDE, OLHO GORDO ou INVEJA, e se tem algum tipo de poder que pode atingir uma pessoa prejudicando-a de alguma forma, independente se esta é cristã ou não. Observe atentamente:

Marcus 7.21-22 - Jesus diz: "Pois é de dentro DO CORAÇÃO (ou da pessoa em si, ou da sua natureza pecaminosa) dos homens que procedem maus pensamentos, imoralidade sexual, furtos, homicídios, adultérios, cobiça, maldade, engano, libertinagem INVEJA, blasfêmia, arrogância e insensatez”. Almeida Século 21

Gálatas 5.19-21- Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, INVEJAS... ACF

Tito 3.3- Houve tempo em que nós também éramos insensatos e desobedientes, vivíamos enganados e escravizados por toda espécie de paixões e prazeres. Vivíamos na maldade e na INVEJA, sendo detestáveis e odiando-nos uns aos outros. ACF

Tiago 3.14-17 - Mas, se tendes amarga INVEJA, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há INVEJA e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. ARC

1 Coríntios 3.1-3 - Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo. Dei-lhes leite, e não alimento sólido, pois vocês não estavam em condições de recebê-lo. De fato, vocês ainda não estão em condições, porque ainda são carnais. Porque, visto que há INVEJA e divisão entre vocês, não estão sendo CARNAIS e agindo como MUNDANOS? NVI

1 Pedro 2.1 - Livrem-se, pois, de toda maldade e de todo engano, hipocrisia, INVEJA e toda espécie de maledicência. NVI

Basicamente, todos os textos aqui mencionados são unânimes em dizer que a INVEJA é, em primeiro lugar – PECADO, em segundo lugar – OBRA DA CARNE (própria da natureza humana pecaminosa), em terceiro lugar – se o cristão alimentar este sentimento pecaminoso dentro de si, o diabo, achando lugar, pode influenciar e escravizar o cristão neste pecado. E por fim, em quarto lugar – a INVEJA em si, que é um desejo cobiçoso, não tem nenhum poder negativo sobrenatural que possa atingir a pessoa que está sendo invejada, mas que a INVEJA tem poder se a pessoa que está com inveja agir contra a pessoa invejada prejudicando-a de alguma maneira por meios humanos. Sendo assim, que não venhamos a sentir inveja de ninguém, dando assim lugar ao diabo. Que venhamos a estar satisfeitos com o que Deus tem nos dado. E aos que porventura nos invejam e os que provocam dissensões na igreja por inveja, oremos por eles pedindo a Deus para que os purifiquem deste sentimento, e liberte-os da escravidão do diabo através do novo nascimento aos que não são nascidos de novo.

Provérbios 23.17 - Não INVEJE os pecadores em seu coração; melhor será que tema sempre ao Senhor. NVI

Provérbios 3.31 - Não tenha INVEJA de quem é violento nem adote nenhum dos seus procedimentos... NVI

Provérbios 14.30 - O coração em paz dá vida ao corpo, mas a INVEJA apodrece os ossos. NVI

Provérbios 24.1 - Não tenha inveja dos ímpios, nem deseje a companhia deles... NVI


Por Leonardo Dâmaso

GAYS QUEREM RETIRAR DA BÍBLIA VERSÍCULOS QUE CONSIDERAM HOMOFÓBICOS




Para os Evangélicos que insistem em ficar em cima do muro,que acham que não se deve envolver em polêmicas,que o mais importante é a paz,fiquem sabendo que a situação cada vez mais irá piorar,em parte devido à falta de ação dos próprios evangélicos,os quais são proibidos de utilizarem violência física,porém são intimados por Deus a utilizarem de toda a violência verbal para defender as verdades eternas do Todo-Poderoso,ainda que com sacrifício de sua liberdade ou até mesmo de sua própria vida,como o fizeram os Apóstolos e até mesmo O Cristo.

Saibam os evangélicos que os Gays estão articulando diversas ações,a fim de combaterem o que denominam Homofobia,entre as quais um ataque voraz à Palavra de Deus,pois estão trabalhando para retirarem da Bíblia Sagrada diversos textos que consideram homofóbicos,aqueles versículos que,segundo eles,discriminam os Gays e "incitam a violência",entre os quais:

Levítico 18:22 "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é"

Levítico 20:13 "Quando também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles."

Deuteronômio 23:17 "Não haverá prostituta dentre as filhas de Israel; nem haverá sodomita dentre os filhos de Israel."

I Coríntios 6:10 "Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus"

Agora pasmem:Alguns pastores,mais interessados em arrecadar dízimos e vender livros, estão dispostos a dialogar sobre o assunto!

Os evangélicos devem se lembrar das exortações dos Profetas:" Clama a plenos pulmões" e "tocai a trombeta em Sião e clamai em alta voz no monte da minha santidade,perturbem-se TODOS os moradores da Terra,porque o Dia do Senhor vem,ele está próximo"

QUEM LÊ,ENTENDA!

retirado do blog: http://militarlegal.blogspot.com

CORONEL JOÃO DOURADO (1854-1927)

Alderi Souza de Matos João da Silva Dourado nasceu em Caetité, sul da Bahia, no dia 7 de janeiro de 1854. Era filho de João José da Silva Do...