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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Dez características de uma igreja fria

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Um número significativo de cristãos acreditam que uma igreja fria é caracterizada pela ausência do chamado reteté de Jeová. Nessa perspectiva  ensinam que uma comunidade desaquecida espiritualmente é desprovida de gritos, danças, giro santo, e outras coisas mais. Há pouco fiquei sabendo de um irmão aque afirmou que uma igreja gelada é aquela que enquanto o pastor prega ninguém grita glória, aleluia ou coisa parecida. Caro leitor, as definições que alguns entendem quanto ao que seja uma igreja fria é de arrepiar os cabelos. Lamentavelmente parte do povo de Deus tem fundamentado sua percepções doutrinárias em achismos desprovidos de conteúdo bíblico. Isto posto, resolvi elencar dez REAIS características de uma fria: 1-) Uma igreja fria se caracteriza pela relativização do pecado. Geralmente os membros destas comunidades chamam doce de amargo, amargo de doce; luz de escuridade, escuridade de luz. Nessa perspectiva, não vêem problemas no sexo antes do casamento, em defraldar o …

A Tirania dos “deverias”

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Karen Horney, conhecida psiquiatra afirmou que é uma das coisas mais devastadoras do ser humano na trajetória do seu crescimento e maturidade é a tirania do “deverias”. A pessoa passa a vida inteira achando que a vida “deveria ser assim”, que as pessoas “deveriam” agir assim, que o mundo “deveria” ser assim, que Deus “deveria” fazer assim, que as coisas não “deveriam” ser assim...
Isto acontece quando a pessoa aprende mais sobre o ideal do que sobre o que é real. É fácil ouvir os outros dizendo o que deveríamos ser, antes de entenderem quem somos. Por isto, facilmente podemos corre-se atrás do que é ideal, distanciando do real, construindo fantasias e sonhos ao invés de considerar o ponto de partida da realidade.
Isto pode ser ilustrado com uma conversa que tive com um colega. Ele tem características maravilhosas naquilo que faz, mas deparava-se com limitações profundas em outras, e isto o fez carregar um enorme peso e cobrança. Uma frase, porém, mudou sua história: “Quando eu sei que …

Vivendo a partir do centro

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Em 1941, Thomas R. Kelly escreveu um dos textos mais fantásticos sobre ansiedade e cansaço: A Testament of Devotion – Nova Iorque: Harper and Brother. Sua atualidade é ainda hoje impressionante. Veja o que ele diz:

Nossas vidas na cidade moderna tornam-se demasiado complexas e cheias. Mesmo as obrigações que consideramos absolutamente necessárias, aumentam a cada dia, e quando percebemos, já estamos sobrecarregados de reuniões, cansados e apressados, cumprindo ofegantes uma roda viva de compromissos. Somos muito ocupados para sermos boas esposas, bons maridos, bons pais, e bons amigos, e não temos tempo algum para sermos amigos daqueles que não tem amigos. E quando tentamos nos retirar desses compromissos para passar algumas horas com a família, as responsabilidades da cidadania sussurram no nosso ouvido e perturbam o nosso sossego.

Ele continua afirmando: “Com uma finalidade frenética, tentamos cumprir o mínimo aceitável de compromissos, mas vivemos esgotados e exaustos. Reconhecemos …