quinta-feira, 6 de setembro de 2018

O QUE SIGNIFICA “NÃO ENSINAR OU EXERCER AUTORIDADE SOBRE HOMEM”?
1 Timóteo 2.11-15

O Novo Testamento deixa claro que as mulheres cristãs, como os homens, receberam dons espirituais (1 Co 12.7-11). As mulheres, como os homens, devem usar os seus dons para ministrar ao Corpo de Cristo (1 Pe 4.10); seus ministérios são indispensáveis para a vida e crescimento da igreja (1 Co 12.1226). Há muitos exemplos no Novo Testamento de tais ministérios desenvolvidos por mulheres talentosas e a Igreja precisa honrar estes múltiplos ministérios bem como encorajar as mulheres a buscá-los.

Mas, o Novo Testamento coloca alguma restrição para o exercício do ministério feminino? Desde os primeiros dias da igreja apostólica, a maioria dos cristãos entende que sim. Um dos motivos para isso é o ensino que encontramos em 1 Timóteo 2.8-15:
 8Quero, portanto, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade. 9Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, 10porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas). 11A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. 12E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio. 13Porque, primeiro, foi formado Adão, depois, Eva. 14E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. 15Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.    A passagem acima parece nos dizer que as mulheres não devem ensinar ou exercer autoridade sobre homens, por causa da ordem em que foram criados e devido ao modo pelo qual os dois caíram em pecado. Mas muitos, hoje em dia, creem que esta passagem não trata do ministério feminino de nossa época e se aplicava apenas à época de Paulo ou à situação específica que circunscrevia a epístola a Timóteo. Será isso verdade? O texto de 1 Timóteo 2.8-15 não tem qualquer implicação eterna e aplicação para os dias de hoje? Vamos analisar mais a fundo esta questão.

A POSTURA ADEQUADA DAS MULHERES CRISTÃS – 1 TIMÓTEO 2.8-11

A fim de compreendermos 1 Timóteo 2.11-15, nós precisamos voltar e iniciar com o verso 8, onde Paulo requer “que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade”. A expressão “em todo lugar” deve ser uma referência aos vários lugares (igrejas-casas) em que os cristãos em Éfeso se reuniam para adorar. Com a palavra que traduzimos “da mesma forma” (jj|wsautws) no começo do versículo 9, Paulo conecta o verso 8 com as exortações que faz no verso seguinte. Assim como o apóstolo disse: “Quero ... que os homens orem”, a expressão “da mesma forma” liga o verbo “quero” com a exortação que ele dá no 9. Assim, poderíamos ler: “Quero ... que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia...”.

A admoestação contra a ira e discussões durante o momento de oração, devia-se, muito provavelmente, ao impacto do falso ensino na igreja de Éfeso, que trazia como resultados a divisão e a discórdia (cf. 1 Tm 1.4-6; 6.4-5). As exortações dos versos 9-10 para que as mulheres se vestissem de forma decente e praticassem boas obras em lugar de penteados elaborados ou roupas ostentosas, também, deve ser uma resposta ao veneno disseminado pelos falsos mestres. Pois, no mundo antigo, estes tipos de vestimentas e estilo de cabelo implicavam na perda de moral de uma mulher e na independência que ela possuía em relação ao seu marido. Um problema de natureza bem parecida foi enfrentado por Paulo na Primeira Carta aos Coríntios, em que as mulheres buscavam, de forma implícita, certa independência de seus maridos por meio de seu estilo de vestimenta ou cabelo (1 Co 11.2-16).

Após lembrar a Timóteo que as mulheres deveriam se vestir “com boas obras”, Paulo alerta para alguns aspectos que expressariam estas “boas obras” da parte delas. Primeiro, deveriam aprender “em silêncio, com toda a submissão” (v. 11). Aqui, encontramos uma distinção entre o cristianismo primitivo e o judaísmo de sua época, pois o aprendizado doutrinário de mulheres não era encorajado pelos judeus. Mas o ponto central de Paulo no verso 11 não é que as mulheres aprendam, mas sim o modo como elas devem aprender. Primeiramente, elas necessitam fazer isso “em silêncio”. A idéia desta palavra pode significar “silêncio” de forma absoluta (cf. At 22.2) ou “pacífico” e “tranquilo” (cf 2Ts 3.12). Uma palavra com a mesma raiz é usada neste mesmo capítulo em 2.2: “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito”. A admoestação, portanto, é para que as mulheres aprendessem sem uma atitude de criticismo ou rivalidade diante dos líderes instituídos da igreja, mas com um espírito pacífico e manso.

Juntamente com a mansidão, o texto recomenda às mulheres que aprendam “com toda a submissão”. O vocábulo “submissão” se relaciona com a atitude apropriada que devemos ter diante daqueles que estão acima de nós. A raiz desta palavra é aplicada aos cristãos em relação às autoridades civis (Tt 3.1) e aos escravos diante de seus senhores (Tt 2.9). Várias vezes, ela e seu verbo correspondente descrevem a resposta respeitosa de mulheres para com os seus maridos (Ef 5.24; Cl 3.18; Tt 2.5; 1 Pe 3.1, 5). Em nosso texto, Paulo recomenda que as mulheres devam agir com uma postura adequada de respeito e honra para com a liderança masculina de suas igrejas.

Diante do que analisamos até aqui, podemos supor que as mulheres em Éfeso estavam buscando afirmar sua liberação de seus maridos (pela maneira de se vestirem) e de outros homens da liderança da igreja, mediante críticas e manifestações verbais públicas contra eles. 

PROIBIÇÕES ACERCA DO MINISTÉRIO FEMININO – 1 TIMÓTEO 2.12

“Toda a submissão” é um termo chave no final do verso 11 que funciona como uma dobradiça, ligando a ordem positiva “a mulher aprenda em silêncio; com toda a submissão” e a proibição do verso 12 “não permito que a mulher ensine ou tenha autoridade sobre homem”. O verso 12 mostra duas proibições a serem acatadas pelas mulheres, a fim de que pudessem aprender “com toda a submissão”. Poderíamos parafrasear o que Paulo quis dizer da seguinte forma: “A mulher aprenda ... com toda a submissão; e ‘toda submissão’ significa, também, que eu não permito que a mulher ensine ou exerça autoridade de homem”.

A. A Palavra Permito

Alguns estudiosos afirmam que o fato de Paulo usar a palavra “permito” em lugar de um imperativo e lançar mão do verbo no tempo presente, indica que sua prescrição era limitada e temporária. Mas, a verdade é que nada definitivo pode ser concluído desta palavra. Sem dúvida alguma, Paulo via seu próprio ensino como autoritativo para as igrejas a quem escrevia (cf. 1 Ts 2.13; 1 Co 14.37-38). E o uso do verbo no tempo presente nos permite, no máximo, concluir que no momento de sua escrita o apóstolo insistia nestas proibições. Agora, se suas proibições deveriam ser seguidas apenas na época em que escreveu, isto é decidido pelo contexto e não pelo tempo verbal (cf. Rm 12.1: “Rogo-vos (tempo presente), pois, irmãos ... que apresenteis os vossos corpos como sacrifício...”). 

B. O Sentido de Ensine

Ao proibir as mulheres de ensinarem, o que, exatamente, Paulo estava proibindo? Tal restrição estava relacionada a todo tipo de ensino ou ao ensino de homens?

O verbo ensinar (didaskw) e seus cognatos “instrução” (didach) e “mestre” (didaskalos) são usados no Novo Testamento para denotar a transmissão cuidadosa da tradição sobre Jesus Cristo e a proclamação autoritativa da vontade de Deus aos crentes, à luz desta tradição (1 Tm 4.11: “Ordene e ensine estas coisas”; 2 Tm 2.2; At 2.42; Rm 12.7). Enquanto a palavra pode ser usada, mais amplamente, para descrever o ministério geral de edificação, nas suas mais variadas formas (ensinar, cantar, orar e ler as Escrituras – Cl 3.16), a atividade é, frequentemente, restrita a certos indivíduos que possuem o dom do ensino (1 Co 12.28-30; Ef 4.11). Assim, nem todos os cristãos estão engajados no ensino.

Nas Epístolas Pastorais, o ensino está vinculado ao sentido de instrução doutrinária autoritativa, especialmente, pela preocupação de Paulo com a manutenção da doutrina saudável na igreja em que Timóteo e Tito se encontravam. Uma das principais tarefas de Timóteo era ensinar (1Tm 4.11-16; 2Tm 4.2) e preparar outros para levarem adiante este ministério vital (2 Tm 2.2). Ainda que não restrito aos presbíteros-supervisores, o ensino era um importante ministério desenvolvido por eles (1 Tm 3.2; 5.17; Tt 1.9).

Alguns argumentam que o cânon substitui o mestre cristão do século I, como o centro de autoridade. Todavia, o ensino de Paulo a Timóteo era o mesmo que temos hoje, em forma escrita e isto, portanto, não altera a natureza do ensino cristão. Antes do Novo Testamento, os mestres cristãos primitivos, também, possuíam tradições cristãs autoritativas sobre as quais baseavam os seus ministérios e a implicação de passagens como 2 Timóteo 2.2, é que o ensino, conforme retratado pelo Novo Testamento, continuaria a ser muito importante para a igreja. Sem dúvida, qualquer autoridade que o mestre tem é derivada e inerente à verdade cristã que ele proclama e não na pessoa dele mesmo. Todavia, a atividade de ensinar é autoritativa, pois, origina-se na autoridade de Deus e Sua Palavra.

À luz destas considerações, nós compreendemos que o ensino proibido às mulheres aqui, inclui o que chamamos de pregação (cf. 2 Tm 4.2: “Prega a Palavra ... com todo o ensino [didach]”) e o ensino da Bíblia e doutrina na igreja e seminários. Atividades como liderar estudos bíblicos, a priori, poderiam ser incluídas, dependendo de como isso é feito. Outras atividades como testemunho evangelístico, aconselhamentos, ensino de temas que não se relacionam com a Bíblia ou a doutrina, não se enquadrariam na proibição de Paulo.
 
C. A Quem a mulher Não Deve Ensinar?

A construção da frase grega indica que o objeto indireto do verbo “ensinar” é o substantivo “homem” (genitivo objetivo - andros).6 Tal construção grega é inquestionável e a única que se adéqua ao contexto, no qual Paulo baseia as proibições do verso 12 sobre as diferenças criadas entre homem e mulher (v. 13).  A posição paulina nas Epístolas Pastorais, portanto, é consistente: ele permite mulheres ensinarem outras mulheres (Tt 2.3-4), mas as proíbe de ensinarem a homens.

Quem seriam estes “homens”? A maioria dos comentaristas concorda que são “homens adultos”:

[...] ensinar, isto é, pregar de um modo oficial e, desse modo, exercer autoridade sobre o homem pela proclamação da Palavra no culto público, dominá-lo, é algo impróprio para a mulher. Ela não deve assumir o papel de mestre ... Não por meio da pregação a adultos (ver sobre o verso 12), mas é por meio de dar à luz filhos, que uma mulher granjeia a real felicidade, a salvação, com ênfase no aspecto positivo (Ver sobre 1 Tm 1.15). (Grifo próprio).7

A palavra “homem” aqui (anhr) se refere a homens adultos, não pessoas em geral. Veja a ordem dada às “mulheres” no v. 9.8

Paulo fala, de modo apreciativo, sobre o fato de que o próprio Timóteo fora ensinado pelo reto caminho por suas piedosas mãe e avó (2 Tm 1:5; 3:15). O apóstolo, também, escreve a Tito que as mulheres mais velhas deveriam treinar as mais jovens (Tt 2.3, 4). As mulheres têm sempre assumido a principal responsabilidade pelo ensino de crianças pequenas, tanto em casa quanto na Escola Dominical. E o que poderíamos fazer sem elas!9

Dois importantes léxicos de grego admitem a possibilidade de que anhr signifique homem adulto em contraste com garoto:

homem: 1. em contrate com mulher... especialmente marido... 2. homem em contraste com garoto... 3. usado com uma palavra indicando origem local ou nacional; 4. usado com adjetivo para enfatizar a característica dominante de um homem ... 5. homem com especial ênfase na masculinidade ... 6. equivalente a , alguém ... 7. a figura de um homem como referência a seres celestiais que se assemelham a homens ... 8. de Jesus como o juiz do mundo

I. homem, oposto a mulher … II. homem, oposto a deus. III. homem, oposto a jovem, sem o contexto determinar o sentido ... mas anhr sozinho sempre significa homem no vigor dos anos, esp. guerreiro. IV. homem enfaticamente, realmente homem V. marido VI. usos especiais (Liddell-Scott Greek-English Lexicon. 9 ed. Oxford: Clarendon, 1968. p. 138).

É significativo notar que, em momento algum, o apóstolo usa a palavra anhr como referência a crianças ou adolescentes nas suas cartas, mas sim, a homens adultos. Nas Pastorais, vemos a palavra neos como uma indicação mais apropriada a adolescentes/jovens (cf. 1 Tm 5.1; Tt 2.6). Sendo que anhr pode significar “homem no vigor dos anos” (Cf. Liddell-Scott, p. 138, citado acima), a proibição de que a mulher “não ensine” deve abarcar desde jovens homens até idosos, mas, provavelmente, não crianças e adolescentes.10

Alguns argumentam que a restrição do ensino da mulher se dá quanto aos seus próprios maridos. Mas não há nenhum pronome possessivo ou artigo definido que indique ser esta a intenção de Paulo no texto (Cf. Ef 5.22 e Cl 3.18). Não são apenas os maridos que devem levantar mãos santas em oração, mas todos os homens, nem apenas as esposas que devem se vestir modestamente, mas todas as mulheres (Veja o contexto em 1 Tm 2.8ss).

D. O Significado de Exercer Autoridade

O verbo grego ocorre apenas neste texto em todo o Novo Testamento. Alguns têm buscado propor o significado para o verbo a partir de sua etimologia, mas esta é questionável e as palavras, frequentemente, se afastam dos seus sentidos originais (e.g. “embarcar” – não se refere apenas à entrada num barco). As ocorrências em manuscritos bizantinos, do período clássico, apontam para o sentido de “ter completo poder ou autoridade sobre” (Scott-Liddel, 8 ed. p. 248). Não há um significado negativo de “assenhorear” ou “dominar”.

De que modo tal exercício de autoridade está relacionado com a vida da igreja local? Dentro desta esfera de autoridade, há a função dada a alguns cristãos de governarem ou dirigirem outros debaixo da autoridade divina (1 Ts 5.12; Hb 13.17). Nas Pastorais, tal função é exercida pelos presbíteros/bispos (1 Tm 3.5; 5.17). Claramente, então, o texto de 1 Timóteo 2 exclui a mulher de ocupar a função ou exercer uma liderança equivalente àquela dos pastores ou presbíteros de uma igreja local (que, em muitas igrejas, são chamados de diáconos). Isso não impede mulheres de votarem e participarem de reuniões de assembléias da igreja ou de exercerem atividades administrativas, mas sim de um exercício de autoridade que inclui ensino e liderança sobre outros homens.

E. Ensinar e Exercer Autoridade são Duas ou Uma Atividade?

Tem sido argumentado que os dois verbos “ensinar” e “exercer autoridade” deveriam ser tomados juntos, num relacionamento gramatical chamado hendíade, indicando a proibição de apenas uma atividade: ensinar de um modo autoritativo. Isto não mudaria o sentido do primeiro verbo, desde que já fora destacado que o ensino a que Paulo faz referência continha, em si mesmo, certo grau de autoridade. Mas, eliminaria completamente a segunda proibição: “não exerça autoridade”.

A palavra que une os dois verbos, oude (“e não”, “nem ... nem”), geralmente, une dois termos proximamente relacionados, ainda que não junte, com frequência, palavras que reafirmam a mesma ideia ou que se interpretam mutuamente. Algumas vezes, ela une palavras opostas (Ver “gentio ou judeu”, “escravo ou livre” em Gl 3.28; “onde não há lei não [oude] há transgressão” Rm 4.15; Cf. Rm 2.28; 8.7, 10; 9.7, 16; 11.21; 1 Co 2.6; 3.2; 4.3; 15.13, 16, 50; 2 Co 3.10; 7.12; Gl 1.1, 17; Fp 2.16; 1 Ts 2.3; 5.5; 2 Ts 3.8; 1 Tm 6.7, 16). Ainda que o “ensino”, no conceito paulino, seja autoritativo, nem todo o exercício de autoridade é por meio do ensino, assim, o apóstolo trata as duas tarefas como distintas quando aborda o trabalho dos presbíteros na igreja (cf. 3.2, 4-5; 5.17). Assim, em ambientes nos quais Ver o texto de Mateus 14.21 que fornece um contraste interessante entre homens adultos e meninos: “E os que comeram foram cerca de cinco mil homens (anhr), além mulheres (gynh) e crianças (paidion)”. uma função exercerá autoridade espiritual direta sobre homens numa igreja local, tal posição deveria ser, principalmente, ocupada por pessoas do sexo masculino.

 Pr. Tiago Abdalla T. Neto.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Pais, construtores de memórias


Grandes lembranças que nos acompanham pelo resto da vida se dão na infância e no ambiente familiar. Sejam elas memórias negativas ou positivas. A figura do pai, ou sua ausência, constrói símbolos poderosos que seguirão por toda a vida.
Que memórias trazemos conosco?
Quais são as memórias que estamos construindo nos filhos?
Memórias apontam para o nosso valor e aceitação ou para a rejeição e depreciação. De forma indelével elas nos acompanham por toda a vida. Já encontrei pessoas que foram profundamente marcadas por uma declaração, uma frase desamorosa e depreciativa, ou no seu oposto, uma orientação e declaração amorosa. A forma como o pai afirma ou nega a identidade do seu filho, tem tudo a ver com as memórias e eventos significativos neste processo de afirmação e negação. Elas parecem ser escritas com pena de ferro e com chumbo, esculpidos na rocha.
Precisamos marcar o coração dos filhos, mas a única possibilidade disto acontecer tem a ver com esta construção que fazemos na medida em que caminhamos com eles. Não sei exatamente porque Deus foi tão enfático na relação com o seu Filho Jesus, enquanto estava na terra, ao afirmar por duas vezes, em situações distintas, de forma audível que ele era o seu filho amado, em quem Deus encontrava prazer. As declarações foram feitas no batismo e na transfiguração.
Parece-me que o Pai queria deixar claro, tanto ao seu Filho, que enfrentaria tantas tentações e lutas, quanto àqueles que estavam próximos, que o relacionamento entre eles estava marcado pela experiência maravilhosa de aceitação e carinho.
No dia de hoje, você está marcando de forma indelével o coração do seu filho ou filha, construindo memorias carregadas de valores e ternura ou ódio e tristeza. Construa boas memórias hoje! Tais lembranças serão a referência de seus filhos no futuro e das futuras famílias que serão formadas. 
Pr Samuel Vieira

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

PASTORES PERSEGUIDOS E MORTOS.


Pastores estão sendo perseguidos e mortos por traficantes, no México
Trabalho de recuperação de drogaditos irrita quadrilhas


por Jarbas Aragão
Eduardo Garcia segurando a foto do filho pastor. (Foto: WWM)

Um pastor mexicano sobreviveu a uma tentativa de assassinato na cidade de Juarez, fronteira com os EUA. Somente no mês de junho, houve 177 assassinatos no município, a grande maioria resultante de conflitos de traficantes que procuram dominar a área.

Evitando divulgar seu nome por motivos de segurança, o líder evangélico disse que tornou-se um alvo porque o trabalho de sua igreja está tirando pessoas das drogas, o que é mal visto pelos cartéis.

Ele conta que, dia 12 de junho, um assassino entrou em sua casa. Armado, exigiu que o pastor se ajoelhasse e avisou: “você não sabe com quem está mexendo”. Porém, quando o homem puxou o gatilho, não conseguia disparar. Passou então a agredir o religioso até deixa-lo inconsciente, fugindo em seguida.

“O trabalho que a Igreja faz afeta as atividades dos narcotraficantes e também do crime organizado”, destaca o pastor, que não pretende desistir desse tipo de trabalho.

Em 8 de junho, o pastor mexicano Eduardo Garcia foi executado com seis tiros. O caso teve grande repercussão no país e deixou em estado de alerta todos os pastores que combatem as drogas, evidenciando que estão sendo perseguidos e mortos por traficantes.

Os registros de mortes violentas no México aumentaram drasticamente no último ano. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Geografia, em 2017 houve mais de 30.000 homicídios no México, o maior já registrado na história do país.
Ministérios cristãos são alvos

De acordo com a Missão Portas Abertas, que luta contra a perseguição religiosa em todo o mundo, “os cristãos ativamente praticantes tornaram-se alvos”. Dennis Petri, analista latino-americano da organização, destaca: “Sempre que um cristão começa a se engajar em serviço social – por exemplo, montando uma clínica de reabilitação ou organizando trabalhos para jovens – isso é uma ameaça direta às atividades e interesses do crime organizado, pois os afasta das drogas, o que é uma ameaça direta ao mercado lucrativo dos traficantes”.

Petri mencionou que há vários registros de pastores que foram mortos recentemente por terem um trabalho efetivo no combate às drogas e na recuperação de drogaditos. Além de clínicas, ministérios fazer ações como escolinhas esportivas, que também passam uma mensagem contra a drogadição.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Santos sonolentos!

Santos sonolentos!
por Arthur Pink em 
setembro de 1948
 
Que anomalia! Drowsing à beira da eternidade!
Um cristão é aquele que, em contraste com o não regenerado, foi despertado do sono da morte em ofensas e pecados, feito para perceber o terrível inexprimível infortúnio infinito no Inferno, e a alegria inefável da felicidade eterna no Céu; e assim trouxe para reconhecer a seriedade e solenidade da vida! Um cristão é aquele que foi experiencialmente ensinado a inutilidade de todas as coisas mundanas - e a preciosidade das coisas divinas! Ele virou as costas para a Vanity Fair e começou sua jornada para a Cidade Celestial. Ele foi vivificado em novidade de vida, e provido com os mais poderosos incentivos para "seguir em direção ao alvo, para o prêmio do alto chamado de Deus em Cristo Jesus" ( Fp 3:14).
No entanto, é tristemente possível. . . 
que ele sofresse uma recaída, 
que seu zelo se acalmasse, 
que suas graças se desfizessem, 
que ele abandonasse seu primeiro amor e 
se cansasse de fazer o bem.
Sim, a menos que ele esteja muito atento, a sonolência o furtará - e ele adormecerá!
Corrupções ainda o habitam - e o pecado tem um efeito estupefaciente.
Ele ainda está neste mundo maligno - e exerce uma influência enervante.
Satanás procura devorá-lo e, a menos que resistir com firmeza, irá hipnotizá-lo.
Assim, a ameaça desta "doença do sono" espiritual é muito real.
Santos adormecidos! Que incongruência!
Tomando sua facilidade, enquanto ameaçada pelo perigo!
Espreguiçar, em vez de lutar o bom combate da fé!
Ferrugem, em vez de se desgastar em Seu serviço!
Trifling oportunidades para glorificar seu Salvador, em vez de redimir o tempo!
Nós falamos com espanto e horror de Nero mexendo enquanto Roma estava queimando; mas muito mais surpreendente e repreensível é um cristão descuidado que se afastou de Deus, enfeitiçado por um mundo condenado à destruição eterna.
Tal farsa e tragédia está longe de ser excepcional. Tanto a observação como o ensino das Escrituras provam que é uma ocorrência comum. Tais passagens como as seguintes, tornam muito evidente que o povo de Deus é assim superado. "Chegou a hora de acordarmos do sono: porque agora é a nossa salvação mais próxima do que quando cremos" ( Rm 13:11 ). "Desperta para a justiça e não peque" ( 1 Coríntios 15:34 ). "Despertai tu que dormes" ( Ef 5:14)). Cada um desses clamandos é feito aos santos. Assim também é essa exortação dirigida a eles: "Vocês são todos os filhos da luz e os filhos do dia: nós não somos da noite, nem das trevas. Portanto, não durmamos como os outros; nós assistimos e ficamos sóbrios. " ( 1 Tessalonicenses 5: 5-6 ).
Nosso Senhor deu aviso do mesmo fenômeno em Mateus 25: 1-13 , que aponta algumas lições muito pesquisadas sobre o assunto agora diante de nós. Nós não propomos dar uma exposição daqueles versos; ainda menos, perder tempo examinando as teorias conflitantes dos homens sobre elas. Em vez de ceder a especulações inúteis sobre o que foi chamado de aplicação "profética" dessa passagem, pretendemos insistir naquilo que é de importância e utilidade muito mais práticos para a caminhada do cristão.
Primeiro, note-se que esta parábola das Virgens foi entregue por Cristo não a uma multidão promíscua, mas a seus próprios discípulos. Foi para eles que Ele disse: " Vigiai pois, não sabes nem o dia nem a hora em que o Filho do homem vem" ( Mateus 25:13 ). Nisso Ele exortou Seus seguidores a manterem uma atitude de máxima atenção e diligência, a estarem alertas contra uma súbita surpresa, a fim de que estivessem em constante estado de prontidão para recebê-lo e entretê-lo em Seu aparecimento. Naquele décimo terceiro versículo, Cristo indicou claramente o principal desígnio dessa parábola - a saber, reforçar o dever cristão de vigilância, particularmente contra a tendência e perigo de sonolência moral e apatia espiritual no desempenho de nossos deveres.
Em segundo lugar, nós aqui seriamente avisar o leitor contra a colocação de quaisquer restrições sobre as palavras das Escrituras Sagradas. À luz da Analogia da Fé - isto é, o teor geral da Escritura - é bastante infalível para nós limitar as palavras ", onde o Filho do homem vem" ao Seu aparecimento final no final desta era ou mundo. É nosso dever fazer uso da Concordância e observar cuidadosamente os diferentes sentidos em que a "vinda" de Cristo é referida na Palavra, e distinguir entre eles.
Por exemplo, as comunicações da graça ao povo de Deus na administração de Sua Palavra e ordenanças são ditas desta maneira: "Ele descerá como a chuva sobre a erva ceifada: como chuveiros que regam a terra" ( Salmos 72: 6 e compare Deu 32: 2).
Novamente, houve uma vinda judicial do Senhor na destruição de Jerusalém, quando Ele fez bem a ameaça, "O que fará o senhor da vinha? Ele virá e destruirá os agricultores, e dará a vinha a outros" ( Marcos 12: 9 ) Ele não veio literalmente em pessoa, mas instrumentalmente pelos romanos!
Depois, há também uma "vinda" de Cristo ao Seu povo nas renovadas manifestações do Seu amor: "Se alguém me ama, guardará as minhas palavras; e meu Pai o amará, e nós chegaremos a ele e faremos nossa morada com ele "( João 14:23 ).
Cristo veio ao Seu povo de forma vicária : como declarou aos apóstolos: "Eu não vou deixar você sem conforto: Eu irei a você" ( João 14:18 ) - onde, de acordo com os versos precedentes, a referência principal é claramente a descendência pública do Espírito Santo no dia de Pentecostes.
Novamente, Cristo freqüentemente visita Seu povo no carro de Sua providência : às vezes favoravelmente; em outros, negativamente, como em "Lembre-se, portanto, de onde você está caído, e arrependa-se, e faça as primeiras obras; ou então eu irei rapidamente até você e removerei seu castiçal" ( Ap 2: 5 e compare o versículo 16). ).
Mais uma vez, Ele "vem" instrumentalmente pelo ministério do Evangelho: "E para que pudesse reconciliar Deus em um só corpo pela cruz, matando assim a inimizade: E veio e pregou paz aos que estavam longe, e os que estavam perto "( Ef 2: 16-17 , e compare Lucas 10:16 ).
Mais uma vez, Ele vem espiritualmente para aqueles que anseiam e buscam a comunhão com Ele: "Eu irei a ele e cearei com ele e ele comigo" ( Ap 3:20 ).
Finalmente, Ele virá literal e visivelmente ( Atos 1:11 ; Ap 1: 7 ).
Assim, é um erro grave misturar as "vindas" comunicativas, judiciais, manifestativas, vicárias, providenciais, instrumentais e espirituais de Cristo; como também é restringir a seu segundo advento, cada verso onde fala de sua "vinda" ou aparecendo. Da mesma forma, é igualmente errado limitarmos o nosso Senhor: "Vigia, pois, não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem vem" ( Mateus 25:13 ) a um "olhar para essa bendita esperança, e o glorioso aparecimento do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo "( Ti 2:13 ). A maioria das outras sete coisas mencionadas acima não deve ser excluída delas. Nós devemos. . .
fique atento às Suas aproximações a nós nos meios da graça, 
atento às Suas aparições diante de nós na providência, O 
reconheça no ministério do Evangelho, e 
espere ansiosamente Suas visitas de íntima comunhão.
A continuação do cristão neste mundo é o período tanto de sua "observação" quanto de sua "espera" pela remoção dela; e desde que ele não sabe se isso será pela morte ou por ele ser arrebatado para encontrar o Senhor nos ares - ele deve estar preparado para qualquer evento - se ele for assim para o primeiro, ele será para o último. Este chamado para ele "vigiar" significa que ele deve "manter seu coração com toda a diligência" ( Pro 4:23 ), "manter-se de ídolos" ( 1 João 5:21 ), "manter-se no amor de Deus "( Judas 21 )," Vigiai e orai, para que não entreis em tentação: [sabendo que embora] o espírito realmente esteja disposto ... a carne é fraca "( Mateus 26:41)). Em uma palavra, essa exortação exige que atendamos aos interesses de nossas almas, com incessante diligência e circunspecção!
"Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo" ( Mateus 25: 1 ). Não se diz que isso seja uma semelhança da atitude da "Noiva" em relação a seu Noivo, pois o escopo é mais amplo, abrangendo toda a esfera da profissão cristã. Assim, no que se segue, as "virgens" são divididas em dois grupos - o regenerado e o não regenerado . Assim, teria sido impreciso para designar o conjunto deles "a noiva"! É, portanto, uma parábola discriminativa , como a do trigo e do joio, e a do peixe bom e mau em Mateus 13 .
Se for perguntado: Por que Cristo deveria endereçar tal parábola aos apóstolos, a resposta é: Porque havia um Judas entre eles! Está fora do nosso escopo atual considerar as virgens "tolas": basta dizer que, externamente, elas diferem não das virgens "sábias". Eles não representam as irreligiosas e imorais, mas os membros da igreja não salvos - aqueles que têm "escapado das corrupções do mundo pelo conhecimento de o[não 'seu'!] Senhor e Salvador Jesus Cristo" (2 Pedro 2:20), mas que nunca experimentaram um milagre da graça em seus corações. Embora tendo lâmpadas em suas mãos, eles não tinham óleo "Mat 25: 3-4 ) - sem graça em suas almas! Isso exige que o escritor e o leitor façam um exame honesto e cuidadoso de si mesmos, para "darem diligência para tornar segura sua vocação e eleição" (2 Pedro 1:10).
"Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens." Muitas e variadas são as figuras usadas para descrever os discípulos de Cristo. Eles são falados como sal , como luzes , como ovelhas , como pedras vivas , como reis e sacerdotes . Quando completa, e em sua capacidade corpórea, a Igreja é chamada de "Esposa" do Cordeiro; mas individualmente, eles são denominados "as virgens de suas companheiras" ( Salmos 45:14 e compare com o Ct 8:13 ; Ap 1: 9 ).
Eles são chamados "virgens" pela pureza de sua  . Para ninguém - não importa quão agradável seja sua personalidade ou irrepreensível sua conduta exterior - que é fundamentalmente insalubre, deve ser considerado como um cristão. Assim, o apóstolo, quando expostava com uma igreja local para ouvir os falsos mestres, disse-lhes: "Tenho ciúmes de ti com piedade piedosa; porque eu (ministerialmente) vos desposaste a um marido, para que eu te apresente como uma casta virgem a Cristo "(2 Coríntios 11: 2).
Novamente: eles são chamados de "virgens" pela pureza de sua adoração . Deus é um Deus ciumento e não tolerará qualquer rival; e, portanto, encontramos em toda a Escritura, que a idolatria é expressa como prostituição - daí o designado e corrupto papado é designado, "A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES" ( Apocalipse 17: 5 ).
Mais uma vez: eles são chamados de "virgens" pela pureza de sua caminhada , recusando amizade e comunhão com o mundo adúltero, e aderindo a Cristo - "eles são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro onde quer que ele vá" ( Apocalipse 14: 4 ).
Os santos são expressamente convidados a ir ao encontro do Noivo. "Sai, ó filhas de Sião, e vê o rei Salomão com a coroa com a qual sua mãe o coroou no dia da sua desposa" ( Ct 3:11 ) - um verso extremamente interessante e abençoado sobre o qual não devemos nos deter. É o antitípico Salomão, o Príncipe da Paz, que está aqui em vista. Sua "mãe" é o Israel natural, de quem de acordo com a carne Ele saltou. Salomão é uma figura do Israel espiritual, em cujos corações Ele é "formado" ( Gl 4:19 ).
O "dia de seu casamento" foi quando Israel entrou em uma solene aliança com o Senhor ( Jr 2: 2 , e veja Exo 24: 3-8 para referência histórica) - insinuando nossa união conjugal com Cristo. Esta é uma gravura de quando "nos entregamos ao Senhor" ( 2 Coríntios 8: 5 ) e fomos "unidos ao Senhor" ( 1 Coríntios 6:17 ), coroando-o Rei de nossos corações e vidas .
Aqui as "filhas de Jerusalém" - as mesmas que as "virgens" - são convidadas a "contemplar" seu majestoso e glorioso Rei: a considerar atentamente a excelência de Sua pessoa, a se envolver com Suas perfeições, a admirar e adorar o Uno. quem é "totalmente amável" ( Cântico 5:16 ). Mas, para isso, deve haver um esforço ativo da parte deles. Não ao dilatador, Cristo se revela ( Ct 3: 1 ).
"Eles pegaram suas lâmpadas e saíram para encontrar o noivo." A tomada de suas lâmpadas significa fazer uma profissão aberta de sua fé. Eles não eram discípulos secretos , escondendo sua luz debaixo de uma cesta - mas não tinham vergonha de serem conhecidos como seguidores de Cristo. Lucas 12: 35-36 serve para explicar essa força da figura: "Que seus lombos estejam cingidos e suas luzes [mais literalmente] queimando; e vocês como os homens que esperam por seu senhor". De seu antecessor, Cristo disse: "Ele era uma luz ardente e resplandecente" ( João 5:35 ).
Mas outros pensamentos são sugeridos e coisas implicadas por essas virgens tomando suas lâmpadas. Diz-nos que eles se valeram de meios adequados, fazendo provisão contra as trevas que encontrariam. O principal meio para o cristão é a Palavra, que é "uma luz [mesma palavra grega como em Lucas 12:35 e João 5:35 ] que brilha em um lugar escuro" ( 2 Pedro 1:19).). Também mostra que eles não tinham intenção de ir dormir, mas se propuseram a permanecer vigilantes; que processa mais pesquisa o que se segue. Também sugere que eles estavam conscientes da dificuldade de sua tarefa. Apenas aquele que, depois de um dia inteiro de trabalho, passou a noite na cama doente sabe o quanto é difícil ficar alerta durante as longas horas de escuridão.
Precisa ser claramente percebido pelo crente, que a Palavra é suprida a ele não apenas como "pão" para alimentar, uma "espada" para ele empregar ao repelir os ataques de seus inimigos, mas também como um iluminador: " A tua palavra é lâmpada para os meus pés "( Salmo 119: 105 ), revelando os caminhos em que devo andar se me encontrar com o eterno amante da minha alma.
"E saiu ao encontro do noivo" ( Mt 25: 1 ). Isso deve sempre ser nosso objetivo no uso de meios e participação na administração das ordenanças divinas. Que ir ao encontro do Senhor deve ser entendido como expressão de ação externa e interna. Externamente, significa separação do mundo, especialmente seus prazeres, pois Cristo não será enfrentado enquanto perdemos nosso tempo nos engajando. "Não sejais desigualmente unidos com os incrédulos ... saia do meio deles" ( 2 Coríntios 6: 14-17 ) deve ser ouvido - se quisermos "encontrar o noivo" ( Mat 25: 1 ). Mais particularmente, a sua partida denotou uma volta de costas para osistema eclesiástico apóstata: Cristo havia informado seus discípulos que ele havia abandonado um judaísmo que havia rejeitado ( Mateus 23: 37-38 ), por isso, se eles se encontram com Ele, eles também devem "sair para fora do acampamento" ( Hb 13:13 ).
O mesmo é verdade agora. Se o cristão se reunisse e abençoasse a comunhão com Cristo - ele não deve apenas andar em separação de toda a intimidade com o mundo profano , mas dar as costas a todas as seções do mundo religioso que não dão a Cristo a preeminência. Isso exige a negação de si mesmo e "a sua reprovação" ( Hb 13:13 ). Nossa prontidão para isso dependerá de quão altamente o estimamos.
Internamente , significava a atividade de suas afeições. Importa o deleite Nele, que Ele era o Objeto de seus desejos e expectativas. Conota o exercício de suas graças em Cristo, uma saída de toda a alma após Ele; tal sair atrás dele como Davi tinha: "Uma coisa [supremamente] tenho desejado do Senhor, que vou procurar, que eu possa morar na casa do Senhor [o lugar de comunhão] todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR "( Salmo 27: 4 ). Não pode haver contemplação de sua excelência, que satisfaça a alma , a menos que haja profundo anseio e fervorosa busca por Ele, que é o que é pretendido pelos "saíram ao encontroo noivo! "( Mateus 25: 1 ).
"Fui conhecer o noivo" ( Mat 25: 1 ) denota um desejo de comunhão e uma busca definitiva por Ele, e onde estes estão ausentes, é inútil pensar que estamos entre aqueles que "amam o seu aparecimento" ( 2 Timóteo 4: 8 ). Essas palavras referem-se ao exercício das graças do crente - para que ele possa dizer: "A minha alma segue-te a ti" ( Salmos 63: 8 ).
De  , agiu de acordo com seu objetivo, vê-lo como sua pessoa e perfeições são retratados na Palavra.
De esperança , esperando encontrar-se com Ele, para Ele se manifestar a nós ( João 14:21 ), assim como estar para sempre com Ele.
De amor , que deseja seu amado e não pode se contentar com ele. É para que as afeições sejam postas sobre "as coisas que estão no alto, onde Cristo está assentado à destra de Deus" ( Cl 3: 1 ), resultando em um caráter estranho e peregrino na terra (1 Pedro 2:11). É sair de si mesmo, absorvido com Aquele que nos ama e se entregou por nós. Só assim Ele pode ser experiencialmente encontrado, contemplado com prazer e comunicado.
Aquele "saiu ao encontro do noivo" ( Mateus 25: 1 ) é tal uma saída das afeições e exercício de nossas graças sobre ele como fez Paulo dizer: "Mas o que era ganho para mim, aqueles que eu contei perda para Cristo, sim, sem dúvida, e conto todas as coisas, mas a perda pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor "(Fp 3: 7-8).
"Enquanto o noivo se demorou, todos dormiram e dormiram!" ( Mateus 25: 5 ) Que patético! Que busca e solene! A estação de sua permanência - foi o tempo de sua falha. Eles não continuaram quando começaram. Suas graças não foram mantidas em exercícios saudáveis. Eles pararam de comparecer ao grande negócio que lhes foi designado. Eles se cansaram de fazer o bem ( 2 Tessalonicenses 3:13 ). Em vez de ocupar nossas cabeças com o cumprimento "profético" do verso, precisamos desnudar nossos corações e permitir que sejam procurados por ele.
Em vez de dizer: Essas palavras agora descrevem com precisão a condição atual da cristandade como um todo - precisamos investigar até que ponto elas pertencem a cada um de nós individualmente . Muito mais ao ponto é perguntar a mim mesmo: Eu sou um cristão adormecido e adormecido? Essa questão também não deve ser respondida apressadamente. Se, por um lado, preciso tomar cuidado com o pensamento mais alto de mim mesmo do que deveria, ou fingir que tudo está bem comigo, quando não é esse o caso; por outro lado, Deus não exige que eu faça parte de um hipócrita e, para adquirir uma reputação de humildade, afirme ser pior do que eu. Pedro não estava proferindo uma presunção presunçosa quando disse a Cristo: "Você sabe que eu te amo" ( João 21: 15-17).). Mas Judas era um impostor quando ele cumprimentou-o com um beijo ( Lucas 22:48 ).
Mas antes que possamos verdadeiramente responder a pergunta, sou eu dormindo espiritualmente? - devemos primeiro determinar quais são as marcas de quem é assim. Vamos então, a fim de ajudar o investigador honesto, descrever algumas das características do sono. E como não estamos fazendo nenhum esforço para impressionar o que aprendemos, seremos o mais simples possível. As coisas que caracterizam o corpo quando ele está adormecido nos ajudarão a determinar quando a alma é assim.
Quando o CORPO está adormecido, ele está em um estado de inatividade , todos os seus membros estão em repouso. É também um estado de inconsciência , quando os exercícios normais da mente são suspensos. É, portanto, um estado de insensibilidade ao perigo e de completo desamparo .
O sono espiritual é aquela condição em que as faculdades da alma do crente são inoperantes e quando suas graças já não realizam seus vários ofícios. Quando a mente deixa de se envolver com as coisas divinas, e as graças não são mantidas em exercício saudável - um estado de preguiça e inércia se instala. Quando as grandes verdades da Escritura sobre Deus e Cristo, pecado e graça, céu e inferno - não exercem uma influência vigorosa e eficaz sobre nós - rapidamente nos tornamos sonolentos e negligentes.
A  adormecida é inativa . Não é exercido sobre seus Objetos nomeados, nem executando suas tarefas atribuídas. Não se baseia na plenitude da graça que está disponível em Cristo para o Seu povo; nem está agindo de acordo com os preceitos e promessas da Palavra. Embora ainda haja um assentimento mental à verdade - contudo, o coração não é mais adequadamente afetado pelo que diz respeito à piedade prática. Onde esse é o caso - um cristão será governado mais pela tradição, sentimento e imaginação - do que pela gratidão, o temor do Senhor e o cuidado de agradá-Lo.
Assim também quando sua esperança se torna lenta - ele logo cai em um torpor espiritual. A esperança é uma expectativa desejosa e sincera de bem-aventurança por vir. Desvia o olhar de si mesmo e da presente cena - e é fascinado pelas "coisas que Deus preparou para aqueles que o amam" ( 1 Coríntios 2: 9 ). Ao olhar a meta e o prêmio - é possível correr com paciência a corrida diante de nós. Mas quando a esperança dorme - ele se absorve com os objetos do tempo e dos sentidos, e fascinado e entorpecido com as coisas presentes e que perecem.
Da mesma forma, quando o amor a Deus não é vigoroso, não há vida para a Sua glória. O amor próprio e a autopiedade estão nos atuando. Quando o amor de Cristo deixa de nos restringir à abnegação e ao seguimento do exemplo que Ele nos deixou - então a alma foi dormir.
Onde essas graças cardeais não estão em exercício saudável, o cristão perde seu gosto pelos meios da graça, e se ele tenta usá-las, é apenas superficialmente. A Bíblia é lida mais a partir do hábito ou para satisfazer a consciência - do que com prazer ansioso, e então nenhuma impressão é deixada no coração, nem há uma doce meditação sobre ela depois. A oração é realizada mecanicamente, sem qualquer aproximação consciente a Deus ou comunhão com Ele. Assim, no culto público e na audição da Palavra: o dever é realizado formalmente e sem lucro.
Quando o corpo dorme, não come nem bebe - assim é com a alma.  é a mão que recebe; espere a saliva que ajuda a digestão; ame o mastigador e o assimilador do que é compartilhado. Mas quando deixam de funcionar, a alma fica faminta e se torna fraca e lânguida. Os mais subnutridos são o corpo - quanto menos força e habilidade tem para suas tarefas. De maneira semelhante, uma alma negligenciada é imprópria para deveres sagrados, e os exercícios mais sagrados tornam-se onerosos. Assim, quando um santo encontra seu uso dos meios da graça cansativo, e a descarga de privilégios espirituais penosos - então ele pode saber que sua alma está adormecida em direção a Deus.
Na própria parábola, quatro CAUSAS do sono espiritual são indicadas:
1. Falha em permanecer vigilante . Em seu sentido mais amplo, "observar" significa ser sincero, prestando atenção a nós mesmos e a nossos caminhos, percebendo como estamos propensos a "voltar à insensatez" ( Salmo 85: 8 ). Enquanto o santo é deixado neste mundo - ele está em constante perigo de trazer reprovação sobre o santo Nome que ele tem, e se tornando uma pedra de tropeço para seus irmãos. Vigilância (o oposto do descuido) é exercitar uma preocupação diligente e cuidar de nossas almas, evitando todas as ocasiões de pecar, resistindo à tentação( Mt 26:41 ). É "permanecer firmes na fé; sejam homens de coragem; sejam fortes" ( 1 Coríntios 16:13) - ser regular em nossos deveres.
Quando estamos negligentes em servir ao Senhor, em mortificar nossos desejos, e menos fervorosos e freqüentes em oração - então o sono espiritual começou a nos roubar. Em última análise, ele respeita "a busca dessa esperança abençoada" ( Tito 2:13 ), que é algo muito diferente de esperar o cumprimento da profecia ou a realização de um item no "programa dispensacionalista" de Deus. É muito mais do que esperar um evento importante, a saber, o segundo advento do próprio Cristo; e isso implica deleitar-se nEle, ansiando por Ele, prontidão prática para o Seu aparecimento! Lucas 12: 35-36 .
2. O atraso do Noivo resultou em falta de perseverança da parte deles. Como não sabemos por quanto tempo adiada, será nosso chamado para partir deste mundo - precisamos ser incansáveis ​​no dever e estar em constante estado de prontidão. Não apenas uma expectativa desejosa, mas um "paciente esperando por Cristo" ( 2 Tessalonicenses 3: 5 ) é exigido de nós. "Bem-aventurados aqueles servos a quem o senhor, quando vier, achar vigiando ... E se ele vier na segunda vigília, ou vier na terceira vigília, e os achar assim, bem-aventurados aqueles servos ... Mas entenda isto: Se o dono da casa soube em que hora o ladrão viria, ele não teria deixado a sua casa ser arrombada "( Lucas 12: 37-39 ).
Foi porque Moisés demorou tanto tempo no Monte que Israel se cansou de esperar e cedeu lugar às suas concupiscências - um aviso para não relaxarmos a nossa vigilância. Por quanto tempo os santos do Antigo Testamento esperaram pelo Seu primeiro advento! "Então, sejam pacientes, irmãos, até a vinda do Senhor. Vejam como o fazendeiro espera que a terra produza sua valiosa colheita e quão paciente ela é pelas chuvas de outono e primavera. Você também, seja paciente e permaneça firme, porque o Senhor a vinda está próxima; " ( Jam 5: 7-8 ), exercendo fé e esperança. Veja Lucas 21:36 .
3. Intimidade com professores sem graça . As virgens prudentes falharam porque estavam em contato muito próximo e comunhão com os tolos. Isso é confirmado pela advertência divina: "Não se engane: a má companhia corrompe o bom caráter", que é imediatamente seguida por "desperta para a justiça e não peque" ( 1 Coríntios 15: 33-34 ), mostrando-nos essa intimidade com o homem. Sem Cristo, produz letargia.
"Somos mais suscetíveis ao mal do que ao bem: pegamos uma doença uns dos outros, mas não conseguimos saúde uns dos outros. As conversas dos ímpios têm mais poder de corromper - do que o bom de excitar a virtude. Um homem que mantenha-se desperto para Deus, e cuide da salvação de sua alma - deve livrar-se da companhia do mal "- Thomas Manton (1620-1677). Veja Salmos 119: 115 .
Não é o profano abertamente profano, mas o professor solto e descuidado que é a maior ameaça para o cristão sincero! Assim, "tendo uma forma de piedade, mas negando [inação] o poder da mesma: de tal desvio " ( 2 Timóteo 3: 5 ).
4. Desatenção ao perigo inicial . Eles "dormiram" (uma forma mais leve) antes de dormirem! Como isso mostra a necessidade de dar ouvidos solenes e sinceros aos primórdios do declínio espiritual! Se nos rendermos a um espírito de languidez, logo cairemos em sono profundo. Um grau de negligência e descuido leva a outra: "Preguiça lança em um sono profundo" ( Pro 19:15 ). Quando nosso zelo diminui e nosso amor esfria, nos tornamos negligentes e desatentos. Se não lutarmos contra uma formalidade fria quando nos dedicamos a exercícios sagrados, acabamos por cessá-los por completo. Todo o retrocesso começa no coração!Sin stupefies - antes que endureça. Se deixarmos de prestar atenção aos gentis esforços do Espírito - a consciência se tornará calosa.
Outras causas de sonolência espiritual que não são diretamente indicadas na parábola são especificadas ou podem ser deduzidas de outras passagens. Por exemplo: "Desvia os meus olhos de contemplar a vaidade, e acende-me no teu caminho" ( Salmos 119: 37 ). A aposição dessas duas petições denota claramente que uma ocupação indevida com as coisas do mundo tem um efeito mortífero sobre o coração. Nada tem uma influência mais enfadonha nas afeições de um crente, do que ele se permitir uma liberdade desordenada em vaidades carnais.
Novamente, "
Tenha cuidado, ou seu coração será sobrecarregado com dissipação, embriaguez e ansiedades da vida, e esse dia se aproximará de você inesperadamente como uma armadilha. Esteja sempre atento e ore "( Lc 21: 34-36 ). A gula não apenas embota os sentidos do corpo, mas também torna a mente lenta; e, desse modo, todo o homem está incapacitado para cumprir os deveres espirituais, que clamamos pelo engajamento e aplicação de " tudo o que há dentro de nós" ( Salmos 103: 1 ) Da mesma forma que os cuidados com a atenção que entorpecem a atenção e entorpecem o entendimento, tornam as afeições árduas.
Ainda mais procura é observar que "ser sóbrio" precede "ser vigilante" em 1 Pedro 5: 8 . A sobriedade é a liberdade dos excessos, particularmente um uso poupador feito dos confortos legais desta vida. Qualquer forma de intemperança gera inércia. Se, então, formos capazes de nos manter acordados, devemos ser "moderados em todas as coisas" (1 Coríntios 9:25).
As CONSEQUÊNCIAS da preguiça espiritual são inevitáveis ​​e óbvias. O espaço nos permite fazer pouco mais do que nomear alguns dos principais.
(1) A graça se torna inoperante.
Quando a  não é exercida sobre Cristo, torna-se sonolenta e deixa de produzir boas obras.
Quando a esperança enfraquece e se torna inativa, o coração não é mais elevado acima das coisas do tempo e do sentido por uma expectativa desejosa de coisas boas por vir.
Então o amor declina e não está mais envolvido em agradar e glorificar a Deus.
O zelo adormece e, em vez de fervor, há formalidade sem coração no uso de meios e desempenho de deveres.
(2) Somos privados de discernimento espiritual, e não somos mais capazes de perceber experimentalmente a vaidade das coisas terrenas e o valor das realidades celestes, e a necessidade de pressioná-los.
(3) Uma sonolenta desatenção às providências de Deus. Os olhos fechados durante o sono não tomam conhecimento das Suas relações conosco, não pesam as coisas que nos acontecem. As misericórdias são recebidas como uma coisa natural, e os sinais do desprazer de Deus são desconsiderados ( Is 42: 24-25 ).
(4) Despreocupação na comissão do pecado, para que deixemos de mortificar nossos desejos e resistir ao diabo. A estupidez espiritual nos torna insensíveis ao nosso perigo. Foi enquanto Davi estava se acalmando - que ele cedeu ao diabo ( 2 Samuel 11: 1-2 ).
(5) O Espírito Santo é entristecido, Suas operações graciosas são suspensas e Seus confortos retidos.
(6) Longe de nós superarmos o mundo - quando nossos sentidos espirituais estão embotados, somos absorvidos por suas atrações ou sobrecarregados por seus cuidados .
(7) Somos assaltados pelos nossos inimigos ( Lucas 12:39 ) - do sorriso providencial de Deus, da nossa paz e alegria.
(8) Sem fruto: veja Provérbios 24: 30-31 .
(9) Complacência carnal: paz e alegria derivam de circunstâncias agradáveis ​​e posses terrenas, em vez de Cristo e nossa herança nEle.
(10) Pobreza espiritual: ver Provérbios 24: 33-34 .
(11) Indiferença à causa e interesses de Cristo: foi enquanto os homens dormiam - que Satanás semeou seu joio e os abusos se infiltraram na igreja.
(12) Um despreparo prático para a vinda de Cristo: Lucas 21:36 ; Ap 16:15 .

Vamos agora apontar alguns dos CORRETIVOS da indolência espiritual.
(1) A sonolência espiritual é melhor impedida por nossa fé estar comprometida com a pessoa e perfeições de Cristo. Não é uma aposentadoria monástica, nem a renúncia de nossa conexão legal com o mundo, mas a fixação de nossas mentes e afeições na excelência transcendente do Salvador, que mais efetivamente nos preservará de sermos hipnotizados pelas iscas de Satanás . Uma visão de fé e adoração dAquele que é "mais justo que os filhos dos homens" ( Salmos 45: 2) irá diminuir o brilho dos objetos mais atraentes neste mundo. Quando Aquele que é "totalmente amável" é contemplado por olhos ungidos - os caminhos floridos desta cena terrestre tornam-se um deserto sombrio, e a alma é estimulada a seguir em frente até Ele, até ver o Rei em Sua beleza face a face.
(2) Especialmente será manter em nossos corações os sofrimentos indescritíveis do Salvador, afastar-nos de rivais ameaçados e inspirar obediência grata a Ele. "Porque o amor de Cristo [particularmente seu amor moribundo ] nos constrange" ( 2 Coríntios 5:14 ).
(3) Por orar diariamente para que Deus nos acalme e reviva.
(4) Por estar duplamente em guarda quando as coisas estão indo bem e facilmente.
(5) Mantendo uma expectativa viva da aparição de Cristo ( Hb 9:28 ).
(6) Atendendo a tais exortações como Hebreus 12: 2-3 , não permitindo qualquer redução do nosso vigor: "Vamos fixar os nossos olhos em Jesus, o autor e consumador da nossa fé, que para a alegria diante dele suportou a cruz desprezando a sua vergonha, e sentando-se à direita do trono de Deus, considera aquele que suportou tal oposição de homens pecadores, para que não se canse e desanime.

(7) Colocando toda a armadura de Deus ( Ef 6: 13-18 ).

O QUE SIGNIFICA “NÃO ENSINAR OU EXERCER AUTORIDADE SOBRE HOMEM”? 1 Timóteo 2.11-15 O Novo Testamento deixa claro que as mulheres cristãs...