terça-feira, 6 de junho de 2017

Solto, Caio Fabio diz que prisão foi “viagem missionária”.

Pastor gravou vídeo afirmando que foram “dias de milagres, de graça e de maravilhas”

Solto, Caio Fabio diz que prisão foi "viagem missionária"
prisão do pastor Caio Fábio D’Araujo Filho esta semana teve grande repercussão entre os evangélicos do país. Muitos afirmavam que a notícia era falsa, uma vez que seu ministério preferia não comentar o ocorrido. Contudo, acabou posteriormente sendo confirmada pela família.
Durante muito tempo um dos expoentes da igreja brasileira, o líder do Caminho da Graça, desde 1998 vê seu nome envolvido em um escândalo político que teve como articulador principal o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em áudios vazados na internet, no dia 24, Caio Fábio procura explicar a situação para as pessoas ligadas ao seu ministério. “Estou sendo conduzido para a superintendência da [Polícia] Federal e depois para a Papauda, num regime semiaberto. Não teve ainda nenhuma ação do meu advogado e eu mesmo estava absolutamente certo que esse era um processo vencido há muito tempo e acabado. Então, com toda tranquilidade, gostaria só que vocês informassem o pessoal da igreja…. o que aconteceu”, diz o material.
Dois dias depois, outro áudio, de autoria da pastora Adriana D’Araújo, confirmava a prisão de seu esposo, mas garantia que ele já estava fazendo um “trabalho evangelístico”, pois muitos detentos estavam pedindo para falar com ele. Ela também pedia aos membros da igreja que não comentassem o assunto, apenas orassem, pois o melhor agora seria “o silêncio”.
Liberado por um Habea Corpus, Caio Fábio postou um breve vídeo nas redes sociais onde mostra estar em casa, “na paz do Senhor”. Sem entrar em detalhes sobre os dias na prisão, afirmou que foi uma “semana de envio apostólico missionário”.
Segundo ele, tudo ocorreu para que cumprisse o que havia pregado na semana anterior, sobre os cristãos serem “cartas vivas”. Declarou que foram “dias de milagres, de graça e de maravilhas” e que teve um sinal singelo “que tudo aquilo foi apenas missão”.
Finalizou lembrando que pregará normalmente no domingo no Teatro Universa, onde sua igreja se reúne, mas não deu detalhes se falará sobre o cárcere.

Cronologia da prisão

O dossiê Cayman, como ficou conhecido, foi revelado as vésperas da eleição presidencial daquele ano. Ele continha dados sobre uma empresa e de contas que supostamente eram controladas por Fernando Henrique Cardoso, candidato à reeleição.
O conjunto de papéis também mostrava depósitos de US$ 368 milhões nessas contas, dinheiro arrecado por meio de propina recebida pela privatização de empresas do setor de telecomunicações.
Comentando o assunto ano depois, Caio Fábio dizia que Fernando Henrique o havia inocentado em depoimentos para o processo em 2005.
Contudo, em 2011, a Folha de São Paulo divulgou que o pastor fora condenado pela juíza Léa Maria Barreiros Duarte a quatro anos de prisão por ser considerado o autor dos documentos, mas ele não foi preso.
A condução para o presídio da Papuda, no Distrito Federal, só veio em 24 de maio de 2017, onde o pastor cumpriu apenas 4 dias. O site do Tribunal Superior Eleitoral dá conta que Às 12h43 do sábado (27), foi emitido um habeas corpus em favor de Caio Fábio pelo desembargador Carlos Eduardo Padin.
por Jarbas Aragão

Deus Ama Todo o Mundo?


6092011
Será que o dentista trata mesmo todo o Mundo, grande consultório ele deve ter!

Rev. Derek Dunn, no Ballymena Times (15 February, 2006), repetiu o mito que Deus ama todo o mundo. Deus ama o mundo, mas na Escritura isso raramente significa toda a raça humana (João 7:4; 12:19; Atos 17:6; 1Co. 11:32). No Antigo Testamento, Deus amava somente a nação de Israel (Dt. 7:7), mas mesmo então nem todo israelita, pois “nem todos os que são de Israel são israelitas” (Rm. 9:6). No Novo Testamento Deus ama pecadores de todas as nações, por conseguinte o termo “mundo”. O que é geralmente negado é que Deus odeia alguns pecadores, tanto eles como os seus pecados. Por exemplo, Deus odiou Esaú (Rm. 9:13) e ele “odeia a todos os que praticam a maldade” (Sl. 5:5).
Cristo veio para salvar somente aqueles a quem Deus ama, não Judas, Herodes, Pilatos ou outros “cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo” (Ap. 17:8). Antes, Cristo veio para salvar aqueles que o Pai tinha lhe dado (João 6:37-39; 17:2). Cristo, “como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim” (João 13:1), não  a todos no mundo. Em Cristo, pecadores eleitos são amados (Ef. 1:4-6), mas fora de Cristo, pecadores são odiados por Deus, pois Deus “não tem prazer na iniqüidade” (Sl. 5:4), mas “ama a justiça” (Sl. 11:7). Cristo em amor morreu por suas amadas ovelhas, mas não morreu nem orou pelos bodes (João 10:26-27; 17:9).
O amor de Deus é eficaz. Ele salva de fato os objetos de seu amor. Deus busca aqueles a quem ama, e faz com que os recipientes desse amor O amem (1 João 4:19). Visto que Deus não é obrigado a amar ninguém, mas escolhe livremente a quem amará, o homem não pode se queixar (Rm. 9:13- 20). Ensinar que Deus ama todo o mundo (mesmo aqueles que terminam no inferno) é roubar o filho de Deus do conforto e é “encorajar os ímpios a não se desviarem dos seus maus caminhos para salvarem a sua vida” (Ez. 13:22, NVI).
Alguns podem perguntar: se Deus não ama todo o mundo, por que a Bíblia usa linguagem universal, tais como o Senhor não “quer que nenhum pereça” (2 Pedro 3:9, RA) ou “todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo” (Rm. 10:13). Tais objeções desconsideram o contexto e mostram ignorância da linguagem. Freqüentemente usamos linguagem universal. Quando o professor pergunta, “Todo o mundo tem uma caneta?”, ele quer dizer apenas a sua classe. Quando um pai diz, “Todo o mundo entre no carro!”, ele refere-se somente à sua família. Considere Mateus 10:22 (“odiados de todos sereis”), João 3:26 (“e todos vão ter com ele”), Atos 19:19 (“trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos”) e Romanos 16:19 (“quanto à vossa obediência, é ela conhecida de todos”). Nessas passagens, “todos” não pode ser tomado como significando a raça humana inteira.
Similarmente, “todo o que” significa “todos aqueles que…”. Não significa todo o mundo. “Todo o que nele crê” (João 3:16, RA) significa todos aqueles que crêem, ou “todos os crentes”. 2 Pedro 3:9 foi escrito como uma resposta a escarnecedores e para dar conforto com respeito à demora percebida do retorno de Cristo. O Senhor não tinha retornado, pois Deus é longânimo para “conosco”. Deus não é longânimo para com todo o mundo. Deus não quer que seu povo (“nós”, no “conosco”) pereça, e visto que a “longanimidade de Deus é salvação” (2 Pedro 3:15, KJV)2, todos aqueles a quem Deus é longânimo serão salvos. Similarmente, “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm. 10:13) não significa que todo o mundo pode ou invocará o nome do Senhor. A Palavra de Deus ensina que os pecadores odeiam a Deus (Rm. 8:7) e não invocarão o seu nome. Isaías lamenta que “ninguém há que invoque o teu [i.e., de Deus] nome” (Is. 64:7) e Paulo escreve: “não há ninguém que busque a Deus” (Rm. 3:11). O fato de alguns invocarem a Deus é obra do Espírito de Deus, que graciosamente dá fé e arrependimento a alguns (Atos 11:18; Ef. 2:8; Fp. 1:29), mas cega e endurece a outros (Js. 11:20; Mt. 11:25; João 12:40; Rm. 9:18).
por: Martyn McGeown
Tradução: Felipe Sabino

KLEBER LUCAS: "NINGUÉM PRECISA CRER IGUAL".

Kléber Lucas diz no Encontro que ninguém precisa “crer igual” Discurso do programa é que Deus criou todas as religiões “Todas as r...