Grande Descoberta Arqueólogica, por Rabino Marcos Barreto



Há cerca de 5.500 anos, a estatura humana era sobremodo elevada. Existiam homens na Mesopotâmia cujo tamanho ultrapassava 4 metros. Os primeiros gigantes, chamados na Bíblia de Nefilins, que no original hebraico significa “caídos” ou “desertores”, poderiam ser ainda mais altos. As Escrituras Sagradas relatam vários fatos com estes homens, chamados de gigantes ou seres humanos de tamanho anormal, que viveram na terra; tais declarações encontradas nas Escrituras são verdadeiras.
Chamados de “Nefilins”, palavra hebraica, que vem de “Nefil”, e tem o significado de “Gigante, Valentão, Tirano”, Gênesis 6.4; Números 13.33. Eles eram de um tamanho físico anormal e os homens de Israel eram como gafanhotos, se comparados a eles, Números 13.33. A palavra “Gibbor”, em hebraico, é também traduzida como “gigante”, que significa “homem valente, poderoso, gigante” ou “homem forte”, Números 13.33. Essas palavras originais trazem em seu contexto o sentido de tamanho físico, ou estatura.
Os Anaquins eram um povo grande e alto, conforme podemos enumerar em diversas passagens da Bíblia, Deuteronômio 1:28;2:10-11,21; Josué 11:21-22;14:12-15. Anaque era um gigante e, se ele e todos os Anaquins eram tão grandes, podemos afirmar que existiam outros seres iguais, que eram gigantes também, Números 13:22,33. A Terra de Amon era uma terra de gigantes, Deuteronômio 2:19-20. Os Emins eram também grandes, muitos e tão altos quanto os Anaquins, Deuteronômio 2:10,11. Os Zanzumins eram chamados gigantes, um povo grande, muitos e tão grandes quanto  os Anaquins. Eles também habitavam na terra de Amon, Deuteronômio 2:21. O rei de Basã é descrito como um gigante cuja cama era de ferro e media 4,5 metros de comprimento e 2 metros de largura.
Estas não são medidas de impiedade, mas a medida de uma cama feita de ferro, Deuteronômio 3:11; Josué 12:4; 13:12. Basã é chamada a terra de gigantes, Deuteronômio 3:13.  Um vale de gigantes é mencionado em Josué 15:8; 18:16. Esses gigantes (nefilins) eram homens valentes, homens de renome, que existiram na antiguidade, Gênesis 6:4. “Antes haviam habitado nela os emins, povo grande e numeroso, e alto como os anaquins; eles também são considerados refains como os anaquins; mas os moabitas lhes chamam emins”, Deuteronômio 2:10-11. “Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados (cada côvado tinha o tamanho de 45 cm, portanto, 4 metros), e de quatro côvados (1,78 metros) a sua largura, segundo o côvado em uso”, Deuteronômio 3:11. “Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos.”,  Números 13:33.
Aconteceu exatamente no final da década de 50, durante a construção de uma estrada no sudeste da Turquia, em Homs e Uran-Zohra no Vale do Eufrates, região próxima de onde passou a viver Noé depois do dilúvio, onde encontraram várias tumbas de gigantes. Elas tinham 4 metros de comprimento, e dentro de duas estavam vários fêmures humanos, medindo cerca de 120 centímetros de comprimento. Calcula-se que esse humano tinha uma altura de aproximadamente 4 metros e seus pés tinham 53 centímetros. Uma cópia do osso (fotos ao lado) está sendo comercializada pelo Mt. Blanco Fossil Museum na cidade de Crosbyton, Texas, EUA, ao preço de 450 dólares.
Não foi deixado nem sequer um dos anaquins na terra dos filhos de Israel; somente ficaram alguns em Gaza, em Gate, e em Asdode.” Este relato está em Josué 11:22. “Ora, o nome de Hebrom era outrora Quiriate-Arba, porque Arba era o maior homem entre os anaquins. E a terra repousou da guerra.”, Josué 14:15. Outros grupos de gigantes chamados de Anaquins e Refains (ou Emins) se instalaram na Palestina entre o Mar Morto e a faixa de Gaza. Os israelitas mataram todos os gigantes desta região sobrando apenas o rei Ogue (na região norte da atual Jordânia) e alguns que foram para a faixa de Gaza (região entre o Mar Mediterrâneo e a cidade de Gaza). “Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo (2,89 metros).”, I Samuel 17:4. Golias é o gigante mais famoso da história. No entanto estava perto de atingir os 3 metros de altura.
Fatos Registrados
Em seu livro The Natural and Aboriginal History of Tennessee, John Haywood descreve “ossos muito grandes”, encontrados em sepulturas de pedra no município de Williamson, no estado do Tennessee, em 1821. Em 1879, um esqueleto de 2,94 metros foi encontrado num morro perto de Brewersville, estado de Indiana (Indianapolis News, 10/11/1975).
Dez esqueletos de ambos os sexos e de tamanhos gigantescos foram encontrados num morro em Warren, estado de Minnesota, 1883. (St. Paul Pioneer Press, 23/5/1883). Restos de 7 esqueletos de alturas estimadas em torno dos 2,3 metros foram encontrados em Minnesota, 1888 (St. Paul Pioneer Press, 29/6/1888).
Num morro perto de Toledo, no estado de Ohio, foram encontrados 20 esqueletos, sentados com as faces viradas para o leste, com mandíbulas e dentes duas vezes maiores do que o normal, e ao lado de cada esqueleto havia uma tigela grande com figuras hieroglíficas curiosamente ornamentadas (Chicago Record, 24/10/1895, citado por Ron G. Dobbins, NEARA Journal, volume 13, outono de 1978).
Samuel Hubbard, Curador Honorário de Arqueologia do Museu de Oakland, descobriu dois corpos petrificados, sendo um de 4,6 e o outro de 5,5 metros, no Grand Canyon do Arizona. Próximo ao local foi encontrado um grande número de pegadas de 43 a 50 centímetros de comprimento (The Hubbard Discovery, Setembro de 1923).
Em Julho de 1877, na região de Spring Valley próximo a Eureka, estado de Nevada, foram encontrados um joelho e um osso de perna humana tendo esta a medida de 99 centímetros, equivalente a altura de uma pessoa de aproximadamente 3,5 metros. Os ossos estavam bastante carbonizados devido a sua idade (Strange Relics from the Depths of the Earth, J.R. Jochmans, 1979).
Com todas estas evidências podemos afirmar categoricamente que a Bíblia é de fato real e traz comprovações visíveis desta veracidade. Em determinados textos que citam os gigantes, alguns irmãos lêem apenas como metáfora. Mas diante destas comprovações percebemos que é impossível não crer na existência dos mesmos. A Bíblia é a base de tudo. Conhecê-la, é saber de ciência, é adquirir sabedoria!
Quem a conhece e pratica seus ensinamentos na própria vida, automaticamente se torna um testemunho vivo da Verdade da Palavra de D’us para outros. Servir a D’us na plenitude que Ele merece é algo contagiante!
Sucesso, e até a próxima.
Rabino Marcos Barreto,MD – Capelão, Teólogo, Psicanalista, Professor, Vice Presidente do Conselho de Pastores de Pará de Minas, Conferencista Internacional, Diretor do  Instituto de Teologia e Educação Escola de Profetas e Presidente do Logos & Rhema Ministério Profético, especialista em Batalha Espiritual, Cura Interior, Discipulado, Cultura Judaica  e  Torah.
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