quarta-feira, 26 de março de 2014

QUANDO A CERIMÔNIA DE CASAMENTO VIRA UM CIRCO





Não. Eu não creio que a cerimônia de casamento seja um sacramento. Eu não creio como os católicos creem. Eu também não creio que a cerimônia de casamento seja somente uma prestação de contas a sociedade. Eu creio que é bem mais do que isso. Creio que um homem e uma mulher ao contraírem matrimônio o fazem desejosos de que o Eterno abençoe seu relacionamento conjugal. Nessa perspectiva, num lugar definido, diante de um ministro do evangelho , além é claro de amigos e familiares, ambos felizes, porém contritos; alegres, porém temerosos, rogam ao Todo-poderoso que abençoe a nova família que se inicia. Contudo, para nossa tristeza, um número incontável de cristãos transformaram esse momento ímpar na vida de um casal, num grande espetáculo circense.


Ora para piorar a situação, lamentavelmente não são poucos aqueles que vencidos pelo secularismo banalizaram o casamento. Nessa perspectiva , relativizam a cerimônia, ridicularizam os votos diminuindo o valor da aliança bem como o compromisso assumido diante de Deus.


Outro dia participei como convidado de uma cerimônia de um casamento em que em meio a muita bagunça, música, irreverência e algazarra os votos foram "esquecidos".


Votos? Isso é coisa do passado, afirmarão alguns.


Caro amigo, bem sei que os relativistas de plantão vão me apedrejar, mas, os votos são fundamentais a uma cerimônia que pretende diante de Deus unir um casal. Como bem outrora afirmou o meu amigo Solano Portela,  o momento dos votos para nós cristãos, envolve mais do que um contrato horizontal fechado entre dois lados – Solano afirma, e eu concordo com ele, que Deus está envolvido na cerimônia e nas promessas proferidas e isso é um pacto solene feito na sua presença (Ml 2.13-16). Nesse pacto, Deus está bem mais comprometido, do que as partes humanas poderiam estar, com o cumprimento do acordo.


Doutra feita assisti um casamento em que a impressão que tive é que aquela cerimônia não focava na aliança e sim na efemeridade da relação. Ora, o casamento é uma aliança. A cerimônia de um matrimônio é a celebração do acordo que um homem e um mulher estão fazendo diante de Deus. O casamento é um compromisso indissolúvel feito por um casal diante do Criador, onde juntos prometem permanecerem firmes mesmo diante das lutas, dificuldades e problemas inerentes ao dia-a-dia.


Isto posto afirmo sem titubeios que casamento é coisa séria. E mais, digo também que o espetáculo circense encontrado em algumas cerimônias de casamento apontam para o fato inequívoco de que a Igreja de Cristo banalizou o que em hipótese alguma deveria ser banalizado.


É o que penso, é que digo!


Renato Vargens

O EXÍLIO BABILÔNICO




O exílio marcou profundamente o povo de Israel, embora sua duração fosse relativamente pequena. De 587 a 538 a E.C., Israel não conhecerá mais independência. O reino do Norte já havia desaparecido em 722 a.E.C. com a destruição da capital, Samaria. E a maior parte da população dispersou-se entre outros povos dominados pela Assíria, o reino do Sul também terminará tragicamente em 587 a.E.C. com a destruição da capital Jerusalém, e parte da população será deportada para a Babilônia. Tanto os que permaneceram em Judá como os que partirem para o exílio carregaram a imagem de uma cidade destruída e das instituições desfeitas: o Templo, o Culto, a Monarquia, a Classe Sacerdotal. Uns e outros, de forma diversa, viveram a experiência da dor, da saudade, da indignação, e a consciência de culpa pela catástrofe que se abateu sobre o reino de Judá.

Os escritos que surgiram em Judá no período do exílio revelam a intensidade do sofrimento e da desolação que o povo viveu. São os livros de: Lamentações, Jeremias e Abdias. Os exilados na Babilônia igualmente recordaram na dor os que viveram: “A beira dos canais de Babilônia nos sentamos, e choramos com saudades de Sião; nos salgueiros que ali estavam penduramos nossas harpas. Lá, os que nos exilaram pediam canções, nossos raptores queriam alegria: Cantai-nos um canto de Sião! Como poderíamos cantar um canto do Senhor numa terra estrangeira?” (Sl 137).

A experiência foi vivida pelos que ficaram e pelos que saíram como provação, castigo e reconhecimento da própria infidelidade à aliança com Deus. Pouco a pouco foram retomando a confiança em Deus que pode salvar o seu povo e os conduzirá nesse Êxodo de volta a Sião, conforme afirma o Segundo Isaías. “Deus novamente devolverá a terra ao povo como a deu no passado.” (Ez 48). De fato, no Segundo Isaías já se entrevê a libertação do povo que virá por meio de Ciro, rei da Pérsia. Ele será o novo dominador não só de Judá e Israel, mas de todo o Oriente. Ciro será, de fato, o “ungido”, o salvador do povo de Judá e dos exilados?

Entretanto, os Caldeus, um povo que tinha se instalado na Babilônia alguns séculos antes (naquelas civilizações, as mudanças eram percebidas depois de séculos), acabaram assumindo o controle da região. Nínive foi invadida e incendiada. Nem as crianças assírias foram poupadas das degolas. Assim, os Caldeus utilizaram a guerra para dominar a Mesopotâmia. Esse novo império da Babilônia foi conquistado durante o reinado caldeu de Nabucodonosor. Ele dominou regiões distantes, onde hoje estão o Líbano, a Síria e Israel. Esse fato está registrado na Bíblia, que fala da invasão da cidade de Jerusalém e escravidão dos habitantes do povo Hebreu (Judeu). A cidade foi melhorada, ganhou grandes períodos. O mais famoso foram os Jardins Suspensos da Babilônia, um Ziguarte com plantas e árvores trazidas da Pérsia. Verdadeira montanha artificial. A distante Pérsia estava mais próxima do que parecia. Depois da morte de Nabucodonosor, os persas chefiados pelo rei Ciro dominaram a região em 538 a.C.. Assim, o cativeiro da Babilônia, período entre a deportação dos judeus da palestina para a Babilônia, efetuada pelo rei Nabucodonosor II, e a libertação em 538 a.C., pelo rei da Persa, Ciro. No entanto, Nabucodonosor II (reinou de 605-562 a.C.), fundador da dinastia Caldeia do novo Império Babilônico, que conquistou a maior parte do sudoeste da Ásia Menor; conhecido também como grande construtor do Império da Babilônia.


Exílio à Cativeiro

Exílio em Babilônia, Cativeiro em Babilônia ou Exílio Babilônico é o nome geralmente usado para designar a deportação em massa e exílio dos judeus do antigo Reino de Judá para a Babilônia por Nabucodonosor II. Este período histórico foi marcado pela atividade dos profetas do Antigo Testamento, Jeremias, Ezequiel e Daniel. A primeira deportação teve início em 598 a.C.. Jerusalém é saqueada e o jovem Joaquim, Rei de Judá, rende-se voluntariamente. O Templo de Jerusalém é parcialmente sitiada e uma grande parte da nobreza, os oficiais militares e artífices, inclusive o Rei, são levados para o Exílio em Babilônia. Zedequias, tio do Rei Joaquim, é nomeado por Nabucodonosor II como rei vassalo. Precisamente 11 anos depois, em resultado de nova revolta no Reino de Judá, ocorre a segunda deportação em 587 a.C. e a conseqüente destruição de Jerusalém e seu Templo.

Naquele tempo, os oficiais de Nabucodonosor, rei da Babilônia, marcharam contra Jerusalém e a cidade foi sitiada. Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio em pessoa atacar a cidade, enquanto seus soldados a sitiavam. Então Jeeonias, rei de Judá, foi ter com rei de Babilônia, ele e sua mãe, seus oficiais, seus dignitários e seus eunucos, e o rei da Babilônia os fez prisioneiros [...]. Levou para o cativeiro Jerusalém inteira. (II Reis 24, 10-14).

Governando os poucos judeus remanescentes da terra de Judá, os mais pobres, ficou Gedalias nomeado por Nabucodonosor II. Dois meses depois, Gedalias é assassinado e os poucos habitantes que restavam fogem para o Egito com medo de represálias, deixando a terra de Judá (ex-Reinado de Judá) efetivamente sem habitantes e suas cidades em ruínas. É certo que o período de cativeiro “em Babilônia” terminou no primeiro ano de reinado de Ciro II (538 a.C./537 a.C.) após a conquista da cidade de Babilônia (539 a.C.). Em conseqüência do Decreto de Ciro, os judeus exilados foram autorizados a regressar à terra de Judá, em particular a Jerusalém, para reconstruir o Templo.


Nabucodonosor II (632 a.C. – 562 a.C.) é o filho e sucessor do Rei Nabopolasar, e governou durante 43 anos o Império Neobabilônico, entre 604 a.C.. Não deve ser confundido com Nabucodonosor I. É o mais conhecido governante do Império Neobabilônico. Casou-se em 612 a.C. com a filha de Ciáxares, rei da Média. Foi sucedido pelo seu filho Evil-Merodaque. Ficou famoso pela conquista do Reino de Judá e pala destruição de Jerusalém e seu Templo em 587 a.C., além de suas monumentais construções na cidade da Babilônia: entre elas, os Jardins Suspensos da Babilônia, que ficaram conhecidos como uma das sete maravilhas do mundo antigo.


No entanto, seu reinado após a morte do rei assírio Assurbanipal em 631 a.C., o Império Assírio entrou em declínio, devido às revoltas dos povos dominados. Nabopolassar conquista Nínive em 612 a.C. com a ajuda dos Medos, seus vizinhos. O que resta do Império Assírio sucumbe definitivamente em 605 a.C.. Assim nasceu o Império Neo-babilônio, muito mais grandioso que o de Hamurabi. Nabucodonosor II expandiu seu império, conquistando boa parte da Cicília, síria, Fenícia e Judeia. Tomou Jerusalém e levou em cativeiro um grande número de seus habitantes, episódio conhecido como a primeira Diáspora Judaica ou o “cativeiro babilônico.”

Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu exercito; acampou diante da cidade e levantou trincheiras ao seu redor. A cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano de Sedecias. No dia nove do mês quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais nada para comer, abriram uma brecha nas muralhas da cidade. Então todos os guerreiros escaparam de noite pela porta que há entre os dois muros perto do jardim do rei – os caldeus ainda cercavam a cidade -, e tomou o caminho da Arabá. O exercito dos caldeus perseguiu o rei e o alcançou nas planícies de Jericó, onde todos os soldados se dispersaram para longe dele. [...] degolaram os filhos de Sedecias na presença dele, depois Nabucodonosor furou os olhos de Sedecias, algemou-o e o conduziu para Babilônia. (II Reis 25, 1-7).

Já o Reinado de Judá conseguiu sobreviver até 587 a.C., quando foi dominado pelos neobabilônios, que destruíram o templo de Jerusalém e levaram os hebreus como prisioneiros para o seu território. Esse episódio tornou-se conhecido como Cativeiro da Babilônia. Esse cativeiro dos hebreus durou até 539 a.C., ano em que os persas, um povo que habitava o leste da Mesopotâmia, conquistaram a Babilônia e permitiram a volta dos hebreus para seu território, onde eles reconstruíram o templo de Jerusalém. Mais tarde, foram dominados sucessivamente por outros povos, como os macedônicos e os romanos. No ano 70, os judeus revoltaram-se contra a dominação romana. Os romanos responderam destruindo o segundo templo de Jerusalém e reprimindo duramente os rebeldes. Os judeus foram escravizados e dispersos pelo Império Romano. Desta maneira, ocorreu um grande impacto na cultura judaica.


Quando o povo judeu (israelitas) regressou à terra de Judá, encontrou uma mescla de povos, os samaritanos – que praticava uma religião com alguns pontos comuns com a religião do Antigo Israel. As hostilidades cresceram entre os judeus que regressavam e os samaritanos, uma divisão religiosa que permanece. O cativeiro em Babilônica e o regresso do povo judeu à terra de Judá foram entendidos como um dos grandes atos centrais no drama da relação entre o Deus de Israel e o seu povo arrependido. O caso do Reino de Judá foi muito diferente do destino das 10 Tribos que formavam o Reino de Israel Setentrional. Tal como o Antigo Egito, agora os judeus estavam predestinados a serem punidos por Deus usando o Império Neo-babilônio e, mais uma vez, libertos. Esta experiência coletiva teve efeitos muito importantes na sua religião e cultura. Assim marca o surgimento da leitura e estudo da Torá nas sinagogas locais na vida religiosa dos judeus dispersos pelo mundo.


Por isso, trata do exílio da Babilônia é colocar em evidência uma experiência do povo de Jerusalém, o que pede uma breve contextualização nacional e internacional daquele período, isto é, uma pequena análise de conjuntura e ainda o peso dessa experiência para o povo da gola (do exílio), para os dispersos e para as gerações futuras. Assim, o exílio que aconteceu no século VI a.C., foi fruto da expansão territorial imperialista da Babilônia, mas antes da Babilônia convém fazer colocações sobre a Assíria.


Judá já havia se livrado da destruição Assíria por volta do ano 701, ficando somente sob o estado de vassalagem, o que aconteceu devida uma política interna estável e boas relações externas. Já no período próximo à invasão babilônica, a situação política de Judá estava um tanto instável. No século VII a.C., Manassés tinha imprimido um regime opressor ao povo (II Reis 21,1-18; 21-16). Após a sua morte, o seu sucessor é assassinado por seus ministros (II Reis 19-26), o que causa grande tensão interna e proporcionará a intenção do povo da terra, ou seja, os chamados Judaístas, que entronam uma criança de oito anos, Josias. Isso implica o “povo” no poder. Josias instala uma reforma que visa a atender parte das reivindicações do povo da terra, contudo acontece nessa reforma uma centralização do culto e investido militares, que desembocou na vitória dos egípcios em 609 a.C.. Nessa época Josias é morto e os Javistas voltam a proclamar um rei, dessa vez é Jeocaz, que ocupou o trono por três meses, foi deposto pelo Egito (Jr 22,10-12), que impõe Joaquim como rei, iniciando mais um período de opressão para o povo de Judá exploração tributaria e repressão até sua morte em 598 a.C.. Seu filho Joaquim é quem colherá o fruto de sua política externa e aparente diplomacia. Joaquim vai investir em uma política contra a Babilônia, o que vai ressaltar na ação Babilônica para evitar avanços do Egito. Em 597 a.C. Jerusalém é desmilitarizada e cerca de 10 mil pessoas são deportadas, como já vimos anteriormente em (II Reis 24, 14-16). Por volta de dez anos depois Zedequias é o líder político imposto e que vai se rebelar contra os Babilônicos, resultando na destruição e desurbanização de Judá em 587 a.C. e consequentemente o segundo exílio, mas ao que indica Jeremias (52,30) aconteceu outro exílio em 582 a.C., chegando a somar 15 mil pessoas de Jerusalém na Babilônia.


Em Judá permaneceu, sobretudo, o povo do campo, pois a mesma (Judá) foi desurbanizada por grupos proféticos, litúrgicos e cantores. É desses grupos que surgirá a literatura renascente, ou seja, a leitura do exílio a partir dos que ficaram na terra. Não havia mais o Estado de Israel, havia grupos que viviam nos campos, o que traz uma semelhança com o sistema tribal. Por outro lado, os moradores das cidades que ficaram estava arrasados, tudo tinha sido destruído: o templo, os prédios, a estrutura urbana. Tudo estava em ruínas após 587 a.C., do povo das cidades é que surgem as lamentações, pois para os que serviam o templo restou a oração de lamentações (Jr 41,4-7). Temos ainda o grupo dos que fugiram para o Egito ou outras partes, estes compõem a diáspora (II Reis 25,25-26), também a estes o texto de Segundo Isaías se dirige quando trata do segundo Êxodo, (Is 48,21; 52,12; 55,12). Já o povo do exílio não ficou distanciado, mas agrupado em uma só região. Provavelmente ficaram às margens de rios (Sl 137), e outros estiveram na corte da Babilônia. Com essas “regalias” de exilados, o povo de Judá pode se reunir e retornar a sua história de povo que assume como único Deus. Portanto,

No período histórico do ano 400 na narrativa do profeta Isaías, o povo de Judá experimenta a dominação assíria, depois a caldeia e finalmente a persa, de características diferentes cada uma, mas todas elas imperialistas. No meio desse trajeto situa-se o exílio babilônico de Judá. Este país viveu o fim da monarquia, a escravidão do exílio e as tentativas de restauração sob a administração persa. (CROATTO, 1989, p. 11).

Um dos períodos mais difíceis e dolorosos foi o exílio, quando Jerusalém e o Templo foram destruídos, o povo perdeu a terra e foi deportado. Mas também foi motivo de renovação e retomada da fidelidade a Deus. Com isso, as causas dos exílios do povo de Israel no decorrer da sua historia foram: o Clima (A busca de sobrevivência – fome) “Houve uma fome na terra e Abraão desceu ao Egito, para aí ficar, pois a fome assolava a terra.” (Gn 12,10; Rt 1,16); a posição geográfica (Favorecia o intercâmbio com outros povos e continentes) “Por isso desci a fim de libertá-lo da Mao dos egípcios, e para fezê-lo subir desta terra para uma terra boa e vasta, terra que mana leite e mel, o lugar dos cananeus, dos heteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus.” (Ex 3,8); a expansão territorial dos povos vizinhos (Exerceram seu domínio político sobre a região de Canaã. Assim, deportando e expulsando parte da população). Outra causa foi o serviço militar (Trocas de favores por recompensas de terras); a busca de melhores condições econômicas (As famílias encontraram boa situação econômica em outros países), e por fim, a perseguição e outros fatores (Levaram muitos israelitas saírem de suas terras, sobretudo no período dos Selêucidas). Desta forma, o exílio é uma experiência que marca não só Israel, mas grande parte da população de todos os tempos e povos em contextos similares.


Na angústia da destruição surge a esperança de sobreviver na terra. Esse contexto marca a lamentação do povo exilado (Lm 1, 1-3.11; 2, 6.14.11-12.19-20; 5,11-12).


Nossa herança passou a estranhos, nossas casas a desconhecidos. Somos órfãos, já não temos pai; nossas mães são como viúvas. Nossa água por dinheiro a bebemos, nossa lenha entra como pagamento. O julgo está sobre nosso pescoço, empurraram-nos; estamos exaustos, não nos dão descanso. (Lm 5,2-5).

A destruição não havia poupado nenhuma cidade importante de Judá. (2Rs 24,13-17; 25,8-12). As áreas que ficaram desocupadas com a saída dos deportados foram povoadas não só pela população camponesa que ficou de Judá, mas também pelos povos vizinhos (Jr 47. 48. 49). Povos filisteus, moabitas e amonitas, edomitas, assírios e árabes. Assim, “Os sobreviventes recomeçaram lentamente a povoar as cidades e reconstruí-las. Os assentamentos judaicos concentraram-se nas regiões periféricas e em algumas distantes, provavelmente causando a separação com Judá logo na primeira deportação em 597 a.E.C. (CROATTO, 1989, p. 25). Desta maneira, Godolias iniciou seu governo com um programa de reconstruções, convidando os remanescentes da catástrofe a repovoar as cidades e a retomar as atividades cotidianas. Assim, alicerçou seu império de forma distributiva em relação a classe de proprietários locais, cujo direito não se fundamentava na herança nem na compra, mas na ordem dada pelo imperador da Babilônia. Portanto, a morte de Godolias (2Rs 25,25; Jr 40-44) expressa o medo de uma repressão maior, muitas famílias judias fugiram para o Egito, refugiando-se na colônia de Elefantina.


No entanto, o povo viveu neste período uma grande crise de fé devido os acontecimentos. Revolta contra Deus, ora de reconhecimento de sua culpa e por fim, um pedido de socorro.


Iahweh tencionou destruir o muro da filha de Sião: estendeu o prumo, não retirou sua Mão destruidora; enlutou baluarte e muro: juntos desmoronaram. Por terra derrubou suas portas, destruiu e quebrou seus ferrolhos; seu rei e seus príncipes estão entre os pagãos: não a Lei! E seus profetas já não recebem visão de Iahweh. [...] de lagrimas consomem-se meus olhos, de tremor minhas entranhas, por terra derrama-se meu fígado por causa da ruína da filha de meu povo enquanto pelas ruas da cidade desfalecem meninos e lactentes. Perguntam às suas mães: “onde há pão?” enquanto, como feridos, desfalecem pelas ruas da Cidade, exalando sua vida no regaço de sua mãe. [...] Seus profetas viram para ti vazio e aparência: não revelaram tua falta para mudar tua sorte, serviram-te oráculos de vazio e sedução. [...] Iahweh realizou o seu desígnio, executou sua palavra decretada desde os dias antigos; destruiu sem piedade; fez o inimigo alegrar-se às tuas custas, exaltou o vigor de teus adversários. (Lm 2,8-17).

Por isso o desespero do povo – tenta chamar a atenção de Deus. O povo se culpa – infidelidade a Deus; o povo renova a confiança em Deus. “O Senhor é bom para quem nele confia, para aquele que o busca. É bom esperar em silencio a salvação do Senhor.” (Lm 3-25s). Enquanto isso, um resto será salvo da catástrofe, porque Deus ama o seu povo. “O resto que escapou da casa de Judá tornará a lançar raízes em terra e a produzir frutos em cima. Com efeito, de Jerusalém saíra um resto e do monte Sião os sobreviventes. O zelo de Iahweh dos exércitos fará isto.” (Is 37,31-32; 2Rs 19,4; Mq 5,2; Is 4,3). Mas, desse resto nasceria uma nação forte e poderosa. “Odiai o mal e amai o bem, estabelecei o direito à porta; talvez Iahweh, Deus dos Exércitos, tenha compaixão do resto de José.” (Am 5,15).

Depois da destruição do reino de Judá em 587 a.C., nasce a consciência de serem eles o resto que foi disperso por Deus entre as nações. (Br 2,13; Ez 12,16) Israel se converterá. (Ez 6,9-10) Saberão então que eu sou o Senhor dos Exércitos. (Jr 23,3.5-6) O resto purificado para a restauração messiânica. Mas depois do exílio o “resto” é novamente infiel e será dizimado e purificado, como expressa bem o profeta Zacarias (13,8-9; 1,3; 8,11; 14,2). Deste resto final nascerá o rei Messias, o Emanuel comparado a uma pedra angular (Is 28,16-17) e ao broto em rebento de um povo Santo (Is 6,13; 11,1.10). Por isso, a promessa de que “um resto voltará” lembra retrospectivamente o nome de um filho de Isaias (7,3; 8,18).

Naquele dia, o resto de Israel, os sobreviventes da casa de Jacó não continuarão a apoiar-se sobre aquele que os fere; apoiar-se-ão sobre Iahweh, o Santo de Israel, com fidelidade. Um resto, o resto de Jacó, voltará ao Deus forte. Com efeito, ò Israel, ainda que o teu povo seja como a areia do mar, só um resto dele voltará, pois a destruição está decidida: a justiça transborda! Sim a destruição está decidida; o Senhor Iahweh dos Exércitos a fará executar no meio de toda a terra. (CROATTO, 1989, p. 83-84).

Portanto, mesmo exilado, o povo de Deus prosperou e cresceu. O exílio da Babilônia deixou marcas não só no povo que ficou na terra de Judá, mas também nos que foram deportados. Os remanescentes tinham a realidade de destruição sob os olhos. Já os que foram deportados carregaram consigo as imagens da cidade destruída, do povo disperso e massacrado, do culto desfeito. Estavam agora fora da terra, sem Templo, sem culto e sem os seus dirigentes. Muitos sonhos construídos ao longo dos anos foram desfeitos.

Em análise desse contexto, observamos que os babilônios não dispersaram os exilados, como fizeram os assírios. Surge um regime de servidão (Ez 1,1s; Ne 7,61; Is 42,22). Com isso, eles foram assentados em comunidades agrícolas (Ez 3,24; 33,30). Tudo isso favoreceu a conservação do patrimônio espiritual, religioso e cultural. Podiam falar a própria língua, observar seus costumes e suas práticas religiosas. Podiam livremente reunir-se, comprar terras, construir casas e comunicar-se com Judá, sua pátria. “Construí casas e instalai-vos; plantai pomares e comei os seus frutos.” (Jr 29,5). Na realidade, na Babilônia, conseguiram até certa prosperidade econômica num tempo relativamente curto.

Um dos personagens que marcaram àquele tempo, foi o profeta Ezequiel. O profeta vivia entre os exilados e os ajudava a alimentar a esperança do retorno à terra prometida. (Ez 48,1-29). Ainda que os deportados tivessem encontrado a possibilidade de reconstruírem suas vidas, viveram a experiência do exílio como uma grande catástrofe. Mas a saudade de Deus alimentava a fé e a esperança daquele povo. Assim, com o exílio, o povo pensava que todas as promessas de Deus tivessem falido: terra, descendência e um grande nome. Viveu uma enorme crise de fé no Senhor, seu Deus. Pois o deus da Babilônia, Marduc, havia vencido o Deus de Israel, tinha mais poder do que ele. Por isso, muitos exilados aderiram à religião de Marduc, não só por ele ser mais poderoso, mas porque poderiam obter alguns privilégios de seus senhores babilônios. “Que vem a ser este provérbio que vós usais na terra de Israel: os pais comeram uvas verdes e os dentes dos filhos ficaram embotados?” (Ez 18,2). “Assim diz o Senhor Iahweh: Tu beberás a taça da tua irmã – taça funda e larga. Tornar-te-ás objeto de escárnio e zombaria, tão grande será o seu conteúdo.” (Ez 23,32). Estamos pagando pelos nossos pecados ou dos nossos antepassados?

O que restar de um lado e do outro da porção sagrada e da propriedade reservada para a cidade, pertencerá ao príncipe. Assim, desde a propriedade dos levitas e desde a propriedade da cidade, que ficam no meio da porção pertencente ao príncipe, entre os limites de Judá e Benjamim estará a porção do príncipe. (Ez 48,21).

O chefe da nova terra não será mais um rei, e sim um príncipe. No exílio reafirmaram a identidade israelita mediante algumas práticas culturais e religiosas, como a circuncisão, a observância do sábado e da lei mosaica. O referencial não era o Templo, mas o Livro da Lei, as escrituras sagradas, anunciadas principalmente pelos profetas do exílio, Ezequiel e o Segundo Isaías. Mesmo assim, os exilados mantinham viva a fé pelas celebrações litúrgicas, orações e cânticos, embora não conseguissem esquecer Sião (Sl 137). Conservava a firme esperança de retornarem a ela, pois Deus havia prometido a eles, que se consideravam descendentes de Abraão (Gn 12,7). Isaías via o retorno do exílio como um novo êxodo, em cujo deserto haveria abundancia de água e toda espécie de Plantas. (Is 41,18-20).

Com o exílio na Babilônia surgiriam importantes escritas como de Ezequiel, o Segundo Isaías, partes do Levítico e Salmos. Eles infundem a esperança do retorno, de um novo êxodo em que Deus mesmo vai reunir o seu povo como o pastor reúne o seu rebanho. (Is 40,10-11). “Eis aqui o Senhor Deus.” Portanto, no exílio da Babilônia os sacerdotes e teólogos, formados em Jerusalém, interpretam a seu modo as antigas tradições patriarcas com a intenção de infundir fé nos exilados submersos pela apatia e pela dispersão. As promessas de numerosa descendência e de posse da terra se realizariam porque a Palavra de Deus é infalível.

Conclusão

O Exílio marcou profundamente o povo de Israel, embora sua duração fosse relativamente pequena. De 587 a 538 a.E.C., Israel não conhecerá mais a independência. O reino do Norte já havia desaparecido em 722 a.E.C. com a destruição da capital Samaria. E a maior parte da população dispersou-se entre outros povos dominados pela Assíria. O reino do Sul também terminará tragicamente em 587 a.E.C com a destruição da capital Jerusalém, e parte da população será deportada para a Babilônia. Assim, tanto os que permaneceram em Judá como os que partiram para o exílio carregaram a imagem de uma cidade destruída e das instituições desfeitas. A experiência foi vivida pelos que ficaram e pelos que saíram, como provação, castigo e reconhecimento da própria infidelidade à aliança com deus. Pouco a pouco foram retomando a confiança em Deus que pode salvar o seu povo e os conduzirá nesse Novo Êxodo de volta a Sião, conforme afirma o segundo Isaías. Deus novamente devolverá a terra ao povo como a deu no passado (Ez 48).

Portanto, os judeus deportados foram implantados numa região situada entre a Babilônia e o Uruk, ao longo do canal que Ezequiel 1,1 designa sob o nome de rio Kebar. Para todos aqueles exilados, a verdade é que a Babilônia, com seus canais, os seus jardins e os seus imponentes edifícios, devia construir um espetáculo pelo menos inesperado. Aos olhos de muito deles aquela cidade devia representar uma civilização e uma religião superiores às de Judá. Contudo, apesar do desastre que implicava o Exílio não deixou de ser para os judeus fieis, um período de intensa atividade e de reflexão. Foi nesta época, nomeadamente, que foi reunido o essencial dos elementos que permitiram levar a cabo a composição do Antigo Testamento sob a sua forma atual.

O exílio corresponde igualmente ao início da dispersão mundial dos judeus. Quando a Babilônia foi vencida, em 540 a.E.C. por Ciro, rei dos persas, e os exilados foram autorizados a regressar à sua terra, uma parte deles decidiu permanecer onde estava. Por outro lado, uma colônia judaica constituir-se-ia no século V, no Egito, em Elefantina, a norte da primeira catarata do Nilo. Composta Poe mercenários que tinham servido no exercito persa, possuía o seu próprio Templo. Já os que regressaram ao país, por volta de 539 a.E.C., tiveram de enfrentar numerosas dificuldades e o Templo só pôde ser reconstruído em 516 a.E.C. Neemias tinha encontrado Jerusalém num estado desolador. As muralhas estavam arruinadas e os raros habitantes que restavam tinham deixado de respeitar qualquer lei. Com a ajuda de Esdras, que foi seu sucessor, restabeleceu a ordem social e religiosa e permitiu assim a Judá sobreviver ao seu desastre.


Bibliografia


MÁRCIO, Xavier Lima da. Aluno do 2° Período de Teologia do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. Arquidiocese de Aracaju, Se.


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BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: 2002.


CARDOSO, Ciro Flamarion S. Sociedades do Antigo Oriente Próximo. São Paulo: Scipione, 2006.


CROATTO, J. Severino. Isaías. A Palavra profética e sua Hermenêutica. O Profeta da Justiça e da Fidelidade. Tradução Jaime A. Clasen. São Paulo: Sinodal, 1989.


ISRAEL e JUDÁ: Textos do Antigo Oriente Médio. Tradução Benôni Lemos. São Paulo: Paulus, 1985. (Documentos do mundo da Bíblia).


MONTELLATO, Andrea Rodrigues Dias. História Temática. São Paulo: Scipione, 2006.


SCHMIDT, Mário Furley. Nova História Crítica. São Paulo: Nova Geração, 2005.


PETTA, Nicolina Luiza e OJEDA, Eduardo Aparíco Baez. História: Uma abordagem integrada. 2. Ed. São Paulo: Moderna, 2008

terça-feira, 25 de março de 2014

Renato Vargens chama Abílio Santana de "Herético" e critica mensagem sobre prosperidade


O blogueiro Renato Vargens, pastor presidente da Igreja Cristã da Aliança, publicou uma postagem criticando uma mensagem pregado pelo pastor Abílio Santana. Renato afirma que a mensagem é uma aberração e que o pastor Abílio fundamentou a mensagem em um relato apócrifo e que ficou assustado com as bobagens do pastor, que ele chama de herege.

Pr. Abílio Santana
Pr. Abílio Santana
“O cara fundamentou sua pregação num relato apócrifo de que Jesus assumiu aos 12 anos a carpintaria de seu pai e enriqueceu fazendo mesas e cadeiras”, escreveu o pastor Renato.
 
“Sinceramente a ignorância bíblica dos presentes a esse culto me fez ruborizar de vergonha. Onde já se viu tamanha besteira? Pois é, para defender essa funesta teologia os ‘pastores de Genésio’ estão dispostos a fazer qualquer coisa”, escreveu.
 
Na mensagem o pastor ilustra uma revelação sobre a casa de Jesus e o exercício de sua profissão. A polêmica está na casa que Jesus teria comprado com o dinheiro que ele guardou durante o período que trabalhava como carpinteiro. Famoso por parafrasear histórias bíblicas e contar com humor suas histórias pessoais, Abílio Santana, que já foi um dos principais conferencista do Congresso dos Gideões Missionário da Última Hora, já foi criticado por acrescentar as histórias bíblicas situações que não são narradas no Livro Sagrado.
 
“Caro leitor, diante do exposto, repito: Eu odeio a Teologia da Prosperidade. Repudio veementemente seus conceitos e doutrinas. Na pregação, só faltou o cara defender a tese de que Jesus possuía uma casa com 20 quartos, piscina, sala de jogos, sauna e campo de futebol”, critica o blogueiro Renato Vargens.
25/03/2014 10:03:09

sexta-feira, 21 de março de 2014

CRIANDO OS FILHOS.



ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS

O 1º filho é de vidro
O 2º é de borracha
O 3º é de ferro

Planejamento
O 1º filho é (em geral) desejado
O 2º é planejado
O 3º é escorregado

O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS)

1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à família

O que vestir
1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.

Preparação para o nascimento
1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói demais.

O guarda-roupas
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)

Preocupações
1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das criança.

A chupeta
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!)

Troca de fraldas
1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.

Banho
1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.

Atividades
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc…
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá…
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol…

Saídas
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue.

Em casa
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de supermam com o bebê, amarrando uma sacola do carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.

Engolindo moedas
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele

quarta-feira, 19 de março de 2014

SPURGEON E A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE





















A teologia da prosperidade é um câncer. Ela tem feito inúmeros males a comunidade Cristã. Lamentavelmente um número impressionante de pastores, líderes e igrejas reduziram o cristianismo a uma conta corrente farta, a propriedades variadas e a riquezas mil. 
Esse falso evangelho pregado por pseudo-pastores e falsos profetas tem gerado no coração de muita gente a uma imagem distorcida daquilo que seja o Evangelho da Salvação Eterna. 
Quão angustiado me sinto em perceber que as Boas Novas de Cristo foram trocadas por mensagens de prosperidade, riquezas e autoajuda. 
Isto posto, faço minhas as palavras do príncipe dos pregadores que com brilhantismo e autoridade espiritual costumava dizer: 
"Ah hipócrita, você menospreza a Cristo se você pensa que Ele é um pretexto para obter riquezas! Se você sonha que colocará sela e rédea em Cristo, e cavalgar até as riquezas nEle, comete um grande erro, pois Ele nunca teve intenção de levar os homens a parte alguma exceto ao céu. Se você supõe que a religião foi destinada a adornar sua casa, encarpetar seus pisos e forrar suas carteiras, se equivocou grandemente. Ela tem o propósito de ser proveitosa para a alma. E aquele que pensa em usar a religião em benefício próprio, menospreza a Cristo; e no último dia, este crime lhe será imputado: “ele O menosprezou”. E o Rei enviará seus exércitos para cortar-lhe em pedaços, entre aqueles que desprezaram Sua Majestade, e não quiseram obedecer às Suas leis!" (charles Spurgeon)
Que o Eterno tenha misericórdia de cada um de nós e que pela sua graça possa nos reconduzir as verdades inequívocas da cruz. 

Pense nisso, 

Renato Vargens

domingo, 16 de março de 2014

Billy Graham alerta contra uma epidemia de “crendismo fácil”



O evangelista fala sobre obediência, céu e inferno e sobre sua campanha My Hope (Minha Esperança).


No ápice de seu ministério de cruzadas, Billy Graham viajava pelo mundo todo pregando para grandes multidões. Agora, apesar de confinado em sua casa nas montanhas do oeste da Carolina do Norte, o evangelista ainda é capaz, através da tecnologia moderna, de continuar proclamando o evangelho. Novembro marca o início da campanha "My Hope America with Billy Graham", um curso de evangelismo em vídeo projetado para uso individual ou de pequenos grupos. Em conjunto com o lançamento da campanha, Graham lançou o que pode ser o seu último livro, The Reason for My Hope: Salvation. Christianity Today perguntou a ele sua opinião sobre o estado atual da fé cristã e sobre sua confiança, em meio à confusão teológica e cultural, na mensagem essencial do evangelho.

Você se considera, em primeiro lugar, um evangélico ou cristão? Por quê?

O que realmente importa é como Deus me vê. Ele não está preocupado com rótulos; ele está preocupado com o estado da alma humana. A Bíblia diz que sou, antes de tudo, um pecador. "Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus". (Romanos 3:23). Mas devido à graça salvadora que Jesus estendeu a mim, e ao meu arrependimento do pecado, me tornei seu filho – sendo salvo pelo sangue do meu Salvador na cruz. Naquele momento, eu entrei em um relacionamento com ele que transformou a minha vida. Aqueles que lerem The Reason for My Hope verão claramente nas escrituras como ser salvo e viver a vida cristã.

Jesus Cristo é meu Senhor e Mestre. Eu me arrependi de meu pecado, entreguei minha vida a Cristo e procuro diariamente obedecer à sua Santa Palavra. Eu sou seu seguidor. Antes da minha conversão, em 1de novembro de 1934, como conto no livro, eu sempre me considerei cristão. Foi só quando fui confrontado e convencido do meu pecado que percebi que Cristo faz a diferença na vida daqueles que não apenas se dizem cristãos, mas que obedecem à Sua Palavra. Se não houver mudança na vida de uma pessoa, ela deve se perguntar se de fato tem a salvação que o Evangelho proclama. Muitos dos que vão à igreja não experimentaram uma transformação de vida em Cristo. Aqueles que não fazem parte da igreja esperam que os seguidores de Cristo vivam de maneira diferente, no entanto, muitas pessoas que estão na igreja estão indo atrás do mundo – não para ganha-lo para Cristo, mas para serem iguais a ele. Isso é muito perigoso e a Bíblia fala sobre o resultado trágico que tal atitude traz.

No Novo Testamento, quando as pessoas ouviam a verdade que Jesus ensinava e recebiam a gloriosa dádiva do perdão e da esperança de vida eterna no Céu, as outras pessoas que observavam a mudança em suas vidas, as chamavam de cristãs – seguidoras de Cristo. (Atos 11:26). Assim como Jesus veio voluntariamente para salvar a humanidade do pecado, eu, de bom grado, o sirvo e procuro glorifica-lo com minha vida, porque sou um filho do Rei. Sermos chamados de cristãos deve fazer com que nos identifiquemos com as exigências que Cristo faz àqueles que lhe pertencem. Ele diz que pagamos um preço por segui-lo.

A minha pregação é de evangelista e eu sinceramente acredito no ensino fundamental das Sagradas Escrituras. Essa é a base do meu livro. Espero que as pessoas o leiam. Meu desejo é que os leitores compreendam o privilégio e a responsabilidade da vida cristã. Quando Jesus se torna nosso Mestre deixamos de lado nosso velho caminho e passamos a trilhar o seu. Nem sempre é fácil, mas é extremamente produtivo e desafiador, porque aqueles que o seguem tornam-se luzes brilhantes em um mundo repleto de escuridão. É por isso que os cristãos têm esperança. A razão de eu ter esperança para o mundo é porque Cristo morreu pelo mundo inteiro e está chamando os perdidos e cansados para se aproximarem dele. Jesus disse que "veio buscar e salvar o que estava perdido". (Lucas 19:10).


Por que, de acordo com o título do livro, é a salvação a razão da sua esperança?

À medida que fui me aproximando de completar 95 anos de idade, eu sentia uma necessidade de escrever um livro que abordasse a epidemia do "crendismo fácil". A mentalidade que existe hoje é que se as pessoas acreditam em Deus e fazem boas obras, elas vão para o Céu. Mas existem muitas questões que devem ser respondidas. Existem duas necessidades básicas que todas as pessoas têm: a necessidade de esperança e a necessidade de salvação. Não me surpreende nem um pouco que as pessoas creiam com facilidade em um Deus que não faz exigências, mas esse não é o Deus da Bíblia. Satanás têm, de maneira ardilosa, enganado as pessoas, as fazendo acreditar que podem crer em Jesus Cristo sem serem transformadas, mas essa é uma mentira do Diabo. Aqueles que dizem que se pode ter Cristo sem abrir mão de nada estão sendo enganados. Embora eu não seja mais capaz de pregar em um púlpito, Deus colocou no meu coração um desejo ardente de dividir essa mensagem no formato de um livro – mensagem esta que ecoa dentro de mim toda vez que assisto ao noticiário. Quando visito pessoas com diferentes histórias de vida, ouço a mesma pergunta: "O que está acontecendo com o mundo?".

Muitos políticos e líderes do governo já me fizeram essa pergunta. Inúmeros estudantes em campus universitários imploraram para ouvir a verdade. Eu sempre expliquei que o Deus Todo-Poderoso é o arquiteto da Terra, o Criador da humanidade e quem formou a alma. Ele é o Princípio e o Fim, o Doador e Consumador da Fé. Todas as respostas estão na Palavra revelada de Deus. A salvação é uma dádiva de Deus para o mundo, mas a dádiva do Seu amor e perdão deve ser aceita em Seus termos – não nossos. Dádivas nunca são forçadas, pois são oferecidas e recebidas. Muitos hoje dizem que a ideia de redenção é antiquada. Escrevo no livro sobre Hollywood, e até mesmo sobre futebol americano profissional, adoráveis histórias de redenção. Por quê? Um crítico de cinema afirmou que as pessoas desejam superar aquilo que as aflige no interior. Cristo é o único que pode tirar o desespero que existe dentro de nossos corações. Esta é a razão da minha esperança, que pessoas de todos os lugares abram seus corações à salvação de Cristo – a dádiva redentora que oferece paz e a certeza da vida eterna.

Por que você acha que Deus achou por bem dar-lhe mais tempo na terra antes de chama-lo para o Céu?

Por passar mais de 70 anos viajando e pregando ao redor do mundo, não tive muito tempo para refletir. Mas não importa onde eu estivesse, quando voltava para casa, Ruth estava sempre aqui me esperando. Nós apreciamos esses momentos, e sempre encontrávamos tempo para buscar ao Senhor juntos, nos alegrando com as respostas às nossas orações. Sinto falta dessa comunhão com ela. Ela era uma guerreira de oração e adorava conversar sobre a Bíblia. Ruth foi para o Céu há seis anos e eu acredito que o Senhor me deu esse período da vida para considerar tudo o que ainda resta a fazer e a ser fiel à mensagem de Cristo, enquanto ainda tenho vida. Quer preguemos em um púlpito ou nos sentemos em contemplação silenciosa, há sempre muito mais a aprender à medida que buscamos a face do Senhor. Ao olhar para trás, vejo que houve momentos em que não fui tão forte quanto deveria, mas meu coração e meu ministério sempre estiveram enraizados na Palavra de Deus. A mensagem que eu prego está ancorada no que "a Bíblia diz".
Eu tento usar meus dias para encorajar outros a servirem a Jesus Cristo de todo coração, orando por aqueles que trabalham em seu nome e pedindo que muitos mais respondam ao chamado de Deus para pregar a verdade do evangelho, declarando o que a Bíblia diz. É a verdade. Sua Palavra é vida.

Como você selecionou os temas e ilustrações que tratam tão especificamente das necessidades das pessoas?

Este livro aborda muitas questões e preocupações que pesam no meu coração e, apesar de já ter escrito mais de 30 livros, acredito que este se concentra em questões presentes nas mentes de pessoas de todos os lugares. Há tantas religiões no mundo e eu nunca presenciei tanta confusão como existe hoje sobre onde encontrar a verdade. Vemos pessoas pregando que Deus é um Deus de amor, não de ira. Pessoas que proclamam que o Céu é real, mas que o inferno é apenas um produto da imaginação. À medida que fazia a pesquisa para esse livro, meu coração partia ao ouvir várias pessoas preconizando que o inferno será um happy hour sem fim, comediantes famosos afirmando que estão felizes em saber que irão para lá um dia.
Este livro foi escrito para soar como um aviso – um aviso amoroso do Céu – de que o Céu foi criado para aqueles que se humilham diante de Deus, e o inferno, criado para Satanás e para aqueles que o servem. Cristo veio para livrar a humanidade das amarras que Satanás coloca em suas vidas. Jesus Cristo é a resposta para o mundo – ele é a âncora da alma – ele é o Deus da esperança, que veio em forma humana para nos resgatar das garras de Satanás. Certa vez, um professor de um seminário fez uma declaração profunda para seus alunos: "Nunca pregue sobre o inferno sem ter lágrimas nos olhos". A minha mensagem é proclamar que somos todos pecadores com necessidade de um Salvador e perguntar a cada um esta pergunta: Você já foi salvo?

Em seu livro, você levanta a seguinte questão: Quem se recusaria de ser livrado de uma tragédia? Por que isso?

Não parece razoável alguém recusar ser resgatado de um navio naufragando, mas algumas pessoas já fizeram isso, por não acreditarem realmente que se afogariam. Da mesma maneira, o mundo está cheio de pessoas que não acreditam que se morrerem em pecado irão para o inferno e, portanto, se recusam a serem salvas pela Cruz do Senhor Jesus Cristo.

Eu conheci muitas pessoas interessantes e escrevo sobre algumas delas no livro, como o herói de guerra americano Louis Zamperini, que foi resgatado do Oceano Pacífico apenas para ser capturado pelo inimigo durante a Segunda Guerra Mundial. Mas ele descobriu mais tarde que um inimigo ainda maior controlava a sua alma, e ele não estava disposto a ser liberto do alcoolismo até encarar o inimigo e ser resgatado pelo amor salvador de Deus.

Assim que comecei a trabalhar no livro, o Costa Concordia afundou na costa da Itália. Um terror como esse, que atinge os corações humanos, é indescritível. De repente, as pessoas começam a perceber que a "vida boa" não pode salva-las. Elas gritam por socorro, mas aqueles à sua volta estão na mesma situação e não podem ajuda-las. Onde podem conseguir auxílio? Este é o estado do nosso mundo, e o único que pode salvar é aquele que nasceu com esse único propósito, como nos conta a história do Natal. "E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados". (Mateus 1:21).

A Bíblia continua sendo o livro mais vendido de todos os tempos, e ainda assim as pessoas se recusam a acreditar. Elas se recusam a aceitar o maior presente que já foi oferecido à humanidade. Por quê? Porque isso exige a confissão do pecado e a entrega total de nossa vida egoísta. Exige o arrependimento do pecado contra Deus. Muitos preferem viver ao máximo durante o curto período aqui na terra, na esperança de que não exista um inferno de sofrimento na vida após a morte. Elas acreditam na mentira do Diabo de que nada acontece depois que morremos. Mas Jesus falou mais sobre o inferno do que sobre o Céu. É por esse motivo que eu passei a minha vida convidando as pessoas do mundo: Venha a Jesus como você é, e ele lhe receberá e fortalecerá a cada passo do caminho.

Você escreve que o "pecado está na moda". O que quer dizer com isso?

Na sociedade do século 21, as pessoas fizeram uma transformação no pecado, o chamando de erro. Deus chama de iniquidade. É uma doença da alma. A sociedade geralmente deseja fazer campanha contra doenças, levantar dinheiro para erradica-la. Mas a doença do pecado é celebrada e glorificada pela sociedade, especialmente dentro da cultura popular atual, e o preço que se paga nos âmbitos físico, emocional e espiritual é totalmente ignorado. A sociedade pode se gabar de que o "pecado está na moda", mas a verdade é que o pecado está em você, em mim e em todas as pessoas.
A mídia secular conta, frequentemente, histórias de homens e mulheres que cometem crimes horríveis, e a humanidade exige que essas pessoas paguem pelo que fizeram. No entanto, a humanidade se ressente por Deus exigir que paguemos pelos pecados cometidos contra Ele. Deus se mostra um Pai amoroso ao enviar o seu próprio sacrifício, seu único Filho, para morrer no lugar do homem, pagando a penalidade do pecado que a Bíblia diz que "tão de perto nos rodeia". (Hebreus 12:1). Muitas pessoas que transgridem as leis de Deus se ressentem por seus pecados serem julgados por um Deus justo. Rejeitamos a ideia de nossas próprias transgressões, mas quando se trata de faltas cometidas em um jogo de futebol, por exemplo, nós aceitamos as regras; na verdade as amamos. Se estamos torcendo pelo nosso time e a equipe adversária comete uma falta, nós comemoramos. Isso está no coração do homem, mas posso garantir que Deus não se alegra quando cometemos faltas (pecados) contra Ele. Seu coração se entristece. O pecado é veneno e destrói. A salvação é o antídoto que purifica.

A sociedade de hoje é obcecada pela tecnologia, tema que você comenta em detalhes. Existe uma visão bíblica acerca da tecnologia?

A Bíblia declara que "não há nada de novo debaixo do sol" (Eclesiastes 1:9). Nada surpreende Deus. Ele permite que sua criação explore os recursos que ele nos deu na terra. Nós certamente observamos a infinidade dos recursos de comunicação explodir quando entramos no século 21. Eu sempre amei a arte da comunicação, e não há dúvida de que meu ministério se beneficiou muito através da utilização da amplificação e ampliação em arenas e estádios ao redor do mundo. A televisão e o rádio permitiram que o evangelho alcançasse os confins da terra, como a Bíblia previu. Mas apesar de Deus permitir que venham bênçãos de invenções tão grandiosas, como dispositivos móveis e sem fio, Satanás também tem usado a tecnologia para avançar, de maneira inteligente, o seu engano. Há gerações hoje que se orgulham de sua capacidade de se comunicar instantaneamente através do Facebook ou Twitter, mas são incapazes de se comunicar pessoalmente. As pessoas estão encontrando consolo sentadas em frente à tela do computador dispostos a falar com estranhos sobre qualquer coisa, através da comunicação eletrônica, mas não acreditam que Deus pode ouvir seu clamor de solidão, tristeza e dor.

Um presidente da Universidade de Harvard, uma vez me disse que o que os jovens mais desejam é "pertencer". Multidões estão dispostas a pertencer a praticamente qualquer coisa, exceto a Deus. A raça humana sempre esteve em uma busca por verdade e aceitação, no entanto, homens e mulheres não estão dispostos a aceitar Aquele que é a verdade. Em vez disso, estão se voltando para uma nova mistura de fé que está na moda, um pouco de cristianismo, um pouco de budismo e um pouco de nova era. Esse é um truque do diabo, que adora misturar um pouco da verdade com suas mentiras. A Bíblia nos adverte sobre isso e nos diz que devemos nos agarrar à verdade e lutar pela fé. "Nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios... tendo cauterizada a sua própria consciência". (1 Timóteo 4:1-2).

Mas a tecnologia é um presente de Deus quando é usada para proclamar o evangelho. É por isso que estou animado com o My Hope, um programa evangelístico desenvolvido pelo nosso ministério e que tem sido usado em todo o mundo. Através de todos os meios confiáveis de comunicação, estamos proclamando as Boas-Novas de que Deus ama os pecadores e chama homens e mulheres de todos os lugares a se arrependerem e se voltarem a Ele, recebendo a verdadeira esperança que vem de Deus. Tenho me preparado há meses para pregar essa mensagem através do My Hope America, um especial de televisão que será assistido nos lares de toda a nação americana na semana do meu aniversário de 95 anos. Não consigo pensar em nada melhor para comemorar mais um ano de vida do que proclamar a verdade de Deus. Oro para que todos os cristãos abram suas casas para seus familiares e vizinhos que precisam de Cristo e assistam o que Deus está fazendo nos dias de hoje, que podem até parecer tenebrosos, mas que estão cheios de esperança.

Essa é a mensagem do livro e do nosso próximo especial de televisão desse ano. "Esperança e mudança" tornou-se um clichê nos Estados Unidos nos últimos anos. No livro, eu escrevo sobre as decepções que os americanos experimentaram quando a esperança e a mudança prometidas pelos homens falharam. Mas não há nenhuma decepção no Deus da esperança. A Bíblia diz que é em Jesus, o Filho de Deus, que o mundo pode ter esperança e que o "Deus da esperança" pode nos encher de alegria e paz em nossa crença nessa grande verdade por meio de seu poder. (Romanos 15:12-13).

Sessenta anos atrás, você acordou no meio da noite com um sonho de começar a revista Christianity Today. A revista ainda está em circulação, agora alcançando milhões de pessoas, juntamente com uma série de publicações irmãs. Isso é surpreendente e encorajador para você?

Eu agradeço a Deus e dou toda a glória a Ele por todos os meios que levam a Sua mensagem aos corações e mentes das pessoas. A Christianity Today tem sido boa para mim e para o ministério que Deus nos deu. Estou grato pela revista estar apoiando My Hope. Agradeço pela oportunidade de compartilhar sobre esse livro que é tão importante para meu coração.

É sempre um prazer ler artigos que exaltam a Jesus Cristo e indicam as pessoas à cruz, e eu encorajo os editores, escritores, colaboradores, pesquisadores e o conselho de administração a sempre manterem Cristo no centro de tudo. Honremos a ele, e a ninguém mais.

Fonte: Christianity Today


O pacote de bolachas


Uma moça aguardava seu voo na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar algumas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também um pacote de bolachas e sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz.
Enquanto ela lia seu livro, sentou-se ao seu lado um homem. Após algumas páginas, ela pegou a primeira bolacha do pacote. O homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
A cada bolacha que ela pegava o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que nem conseguia reagir. Ela só respirava fundo e fazia cara feia. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: "O que será que esse abusado fará agora?"
Então o homem dividiu a última bolacha ao meio deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava explodindo de raiva!
Seu voo é anunciado. Ela pega seu livro e suas coisas e se dirigiu ao embarque. Entra no avião e se acomoda na poltrona. Então, ela abre a bolsa para pegar uma bala. Para sua surpresa o pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho.
Ela sentiu tanta vergonha! Só então percebeu que a errada era ela. Distraidamente, havia guardado seu pacote de bolachas dentro da bolsa e o homem havia dividido as bolachas dele sem sentir-se indignado, nervoso ou irritado. Infelizmente, já não havia mais tempo para se explicar ou pedir desculpas...
Cuidado, às vezes, nós é que estamos errados e precisamos ter a humildade de admitir. Não julgue as pessoas. Antes de concluir, observe melhor. Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa

sábado, 15 de março de 2014

DIA DA POESIA, UMA POESIA A VOCÊ MULHER.

                                          



     Essencialmente  Mulher ,

Em palavras e rimas vou lhe falar
És sensível, delicada,valente e firme
És braço forte , mas também rainha do lar
O paradoxo de ser mulher
É o que vos torna especial
És única em sua essência e similar de forma geral

Mulher cristã ,
Instrumento de Deus  ,escolhida do Senhor
És um tesouro na terra 
Eleita  para servir ao Criador
És pedra preciosa, perola rara
Mulher, expressão de afeto e amor
Que  transparece seus sentimento de forma clara

Mulher mãe, mulher esposa, mulher família
Alterna entre ser maternal e nunca deixar de ser filha
Aos pais dispensa especial atenção
Aos filhos devota total dedicação
Ao lar dá um toque ornamental
Deixa sua casa com mais vida
Se embeleza para o marido, és por ele querida

Mulher, que quer lugar ao sol
Busca ser eximia profissional
Pretende destacar-se no que faz
Servir de parâmetro e iluminar como um farol.
Estuda , se prepara  e se profissionaliza
O tempo para esse momento se alterna
O certo é  que vais com garra
E no tempo certo seu sonho se realiza.

Mulher, ó  mulher de Deus
Que adjetivos poderia lhe atribuir
És formosa ,mesmo não estando em forma
Seu padrão não está no padrão desse mundo
Mas sua revista de moda é a biblia
È por ela que se atualiza é dela que  se alimenta
Tua formosura não se encaixa
Naquilo que os estilistas deste mundo desenhou
Mas está na obediência daquilo
Que o Deus dos céus a ti ordenou

Ó mulher , serva ,filha ,esposa ,mãe
Ó mulher és mapa ainda não desenhado
És território de minério não explorado
És DNA não replicado
Você é simplesmente o que é
Perfeita em sua essência
Só porque é essencialmente mulher.

                                                             Cléria Fernanda Silva de Souza 

Feita para a departamental da SAF da IPB Utinga dia 14/03/2014. (NOITE DA POESIA.)

quinta-feira, 13 de março de 2014

12 DE MARÇO DIA DOS RINS, VEJA AQUI SE VOCÊ TEM CUIDADO BEM DO SEU?




Apenas 150 gramas muito bem distribuídos em 12 centímetros de altura. Apensar de parecer pouco, principalmente quando comparados a pulmões e fígado, os rins são responsáveis por funções vitais no organismo. E, quando esses pequenos notáveis convalescem, é encrenca na certa: a doença renal crônica (DRC), mal que não costuma avisar sobre sua existência, destrói as estruturas renais até chegar ao ponto em que o órgão para de funcionar.

Apesar de ser caracterizada como uma doença silenciosa, a DRC pode dar alguns sinais. No entanto, quando eles aparecem, costuma ser tarde demais. "O rim é um órgão muito resistente, e esses sintomas só vão se manifestar nos estágios 4 e 5 do problema, quando ele está muito avançado", conta o nefrologista Leonardo Kroth, da Sociedade Gaúcha de Nefrologia.

Os cuidados necessários para manter a saúde dos rins

1-Procure ingerir no mínimo 2 a 3 litros de líquidos por dia:

Tome água, limonada com adoçante e chás de ervas (camomila, erva-doce, cidreira, hortelã) ao natural ou com adoçante. Consuma quente ou gelado e de preferência, adicionado de limão. Evite adoçar com açúcar, mel ou açúcar mascavo, pois aumenta a quantidade de calorias da bebida. Evite refrigerantes ou sucos em pó e artificiais, pois aumentam os riscos de cálculos. Prefira os sucos naturais e sem adição de açúcar.


2-Cuidado com o sal!

Use o mínimo de sal possível no preparo dos alimentos e não adicione sal na comida. Prefira temperos naturais de ervas para dar sabor e aroma: orégano, salsinha, cebolinha, limão, coentro, salsão ou outros de sua preferência e evite.

3-Frutas:

Consuma pelo menos 3 a 4 ao dia: Dê preferência à laranja, tangerina e melão. Consuma limonada e laranjada preparadas com a fruta natural, pois o ácido cítrico contido nestas frutas pode auxiliar a evitar a formação dos cálculos.

4 -Legumes cozidos ou crus e verduras de folha devem fazer parte das duas refeições principais (almoço e jantar), pois contém vitaminas, minerais e fibras, auxiliando no bom funcionamento intestinal, na prevenção de doenças e no aumento da resistência do organismo.

Não deixe de consumir leite e seus derivados:

Lembre-se: mantenha-se sempre bem hidratado durante as atividades, pois neste momento pode haver o início de algum cálculo renal devido à falta de água!

Seguindo estas orientações, as chances de formação de novos cálculos diminuem de 20 a 70%. Isso é muito importante, pois quem teve cálculo sabe a dor e sofrimento que isto pode causar!

MEU PASTOR É ULTRAPASSADO DEVO MUDAR DE IGREJA?



Meu pastor é ultrapassado devo mudar de igreja? Ele vive dizendo que eu devo obedecer a Bíblia e tal, mas, o mundo mudou e os ensinos da Igreja precisam mudar também, mesmo porque, se a igreja não mudar ela vai deixar de existir.

Pois é, foi exatamente isso que eu ou vi de uma pessoa inconformada com a doutrina bíblica de que o sexo fora do casamento é pecado. Segundo a moça, os ensinos bíblicos serviram para um tempo muito aquém do nosso, e que hoje, a Igreja precisa se adaptar ao mundo. 

Caro amigo, é claro que eu discordei da moça, até porque, apesar de ser sido escrita há muitos séculos, a Bíblia continua sendo a Palavra de Deus e portanto não está ultrapassada nem tampouco obsoleta. 

Nessa perspectiva afirmo sem titubeios que a A Bíblia não contém erros, que é correta em tudo o que declara, e que os seus ensinamentos são atemporais. Além disso, creio profundamente que a Bíblia é a infalível e tudo aquilo que nela está contido é a palavra de Deus para o homens. Afirmo também  que tudo aquilo que nela está escrito é a mais pura verdade e que querendo os homens ou não seus ensinamentos são imutáveis. Isto posto, disse eu a ela, se o seu pastor aos olhos de alguns pode ser considerado ultrapassado por defender as Escrituras, você está na igreja certa. 

Em segundo lugar, disse eu a confusa moça, uma igreja que se aproxima do mundo "relativizando" a Palavra de Deus, há muito se perdeu na caminhada, demonstrando assim o seu estado de putrefação espiritual, necessitando portando regressar aos valores do Evangelho fazendo da Palavra do Senhor sua única e exclusiva regra de fé.

Renato Vargens

KLEBER LUCAS: "NINGUÉM PRECISA CRER IGUAL".

Kléber Lucas diz no Encontro que ninguém precisa “crer igual” Discurso do programa é que Deus criou todas as religiões “Todas as r...