sábado, 27 de julho de 2013

Papa Francisco reza com pastores


Papa Francisco reza com pastores e fiéis da Assembleia de Deus

Visita a templo evangélico não estava programada.


Papa Francisco reza com pastores e fiéis da Assembleia de DeusPapa Francisco reza com pastores e fiéis da Assembleia de Deus
Antes do evento de quinta-feira (25) em Varginha, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, o Papa Francisco fugiu mais uma vez do protocolo. Como o acesso ao campo fica em frente a um templo da Assembleia de Deus, ele decidiu entrar.
Convidou pastores e fiéis que estavam no local para declamarem juntos um “Pai Nosso”.  “Estávamos na congregação e recebemos um representante da equipe dele (Francisco). Perguntou se poderia passar aqui. Aceitamos, claro, afinal somos irmãos em Cristo. É uma interação positiva, nós (cristãos) aprendemos sempre que não existe essa diferença e nem deve haver briga. Sem paz com todos, não veremos Deus”, explicou o pastor Elenilson Ribeiro.
O pastor Eliel Magalhães, da mesma igreja, explicou que o templo ficou aberto durante o evento para servir de apoio aos católicos que foram ver o Papa.
“A gente tem o seguinte posicionamento: Jesus Cristo é o senhor. Nosso Pontífice não é o Papa, mas ficamos muito contentes com a visita. Deixamos a igreja aberta para apoiar as pessoas, quem precisasse ir ao banheiro beber uma água”, esclareceu Magalhães.
O padre Márcio Queiroz, que acompanhou o pontífice na visita à favela, relatou que “Caminhando pela comunidade, chegamos até a igreja evangélica. Eu mostrei a ele que eles estavam no templo, e ele pediu para ir até lá para cumprimentá-los. O papa falou com o pastor e com as pessoas que estavam lá, e os convidou a rezarem um Pai Nosso”, disse.
Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, ressaltou que “Foi um momento ecumênico, espontâneo e muito bonito”. Curiosamente, as grandes redes de TV que cobriam o evento não deram destaque a esse encontro que não é novidade para Francisco.
Quando Jorge Bergoglio foi escolhido para ser o sumo pontífice, o evangelista Luis Palau afirmou: “Eu me encontrei com o agora Papa Francisco várias vezes durante nossas visitas a Argentina… ele é um grande amigo dos evangélicos. Sempre teve um grande respeito pelos evangélicos”. Em junho, seis pastores evangélicos pentecostais da Argentina visitaram o Papa Francisco em sua residência no Vaticano.
O encontro durou uma hora e meia, e os líderes evangélicos, disseram ser amigos desde que Bergoglio era o arcebispo de Buenos Aires. Ele se encontrava com os pastores seguidamente nas reuniões da Comunidade Renovada de católicos e evangélicos no Espírito Santo (CRESCER). 
Com informações Jornal Extra e Agência Brasil.

POR QUE OS EVANGÉLICOS ESTÃO SE SURPREENDENDO TANTO COM O PAPA FRANCISCO?





Antes de qualquer coisa preciso afirmar que não sou católico e que respeito a opção de fé de quem quer que seja. Afirmo também que possuo sérias divergências com o Catolicismo Romano quanto a aspectos doutrinários e teológicos os quais considero fundamentais. Discordo da veneração dos "Santos", da "mariolatria", da infabilidade papal, do ecumenismo, de sua soteriologia universalista, bem como de sua cristologia miscigenada.

Isto posto, vamos ao artigo:

A vinda do Papa Francisco ao Brasil tem despertado não somente a atenção da população em geral, como também dos evangélicos que  não se cansam de elogiar o bispo de Roma. Basta olharmos as mídias sociais que constataremos isso. Na verdade , tornou-se comum encontramos evangélicos enaltecendo publicamente a postura simples do Papa.

Diante disto resta-nos indagar o por que de tal comportamento, visto que o protestantismo possui inúmeras divergências teológicas com o catolicismo romano.

Na minha opinião a valorização do Papa se deve em parte a insatisfação que os evangélicos tem feito quanto ao comportamento de alguns dos seus líderes, senão vejamos:

1- O papa passa uma imagem de simplicidade, enquanto os "apóstolos" tupiniquins ostentam riquezas.

2- O papa demonstra gostar de gente e de se relacionar com o povo, já os "apóstolos" tupiniquins preferem a ostentação de títulos eclesiásticos, além é claro da nítida e clara separação do restante do povo.

3- Ainda que tenha MUITO dinheiro, mesmo porque a Igreja Católica Romana é milionária, O Papa Francisco ostenta uma vida simples, sem muitas riquezas que se reflete na forma com que vive; já os "apóstolos" tupiniquins, fazem questão de ostentar riqueza, poder e glória.

4- O Papa Francisco demonstrou simplicidade em voar num avião comercial, em carregar sua própria mala, em dormir num mosteiro numa cama de solteiro, em andar em carro comum, em se relacionar com o povo sem protocolos, pompa ou exigências. Já os "Apóstolos" tupiniquins andam de avião particular, exigem hotéis cinco estrelas, além é claro de exigirem uma série de obrigações a todos àqueles que os convidam para pregar o Evangelho de Cristo.

5- O Papa tem falado de Cristo,  os "apóstolos" tupiniquins só falam em dinheiro.

Caro leitor, a falta de compostura por parte de alguns dos líderes evangélicos, além é claro das heresias propagadas por "apóstolos" fraudulentos que teimam em contrapor-se aos ensinos das Escrituras, tem levado aos cristãos protestantes desse imenso país a valorizar pessoas como Francisco, que mesmo tendo uma fé diferente do protestantismo histórico, comporta-se (pelo menos aparentemente) como homens de Deus deveriam se comportar.

Pense nisso!

Renato Vargens

quarta-feira, 24 de julho de 2013

DISTANTES DE DEUS




Vemos hoje o quão estamos distantes de Deus Altíssimo! Não nos afastamos de Deus apenas estando longe das nossas igrejas, mas também e principalmente quando fazemos algo que está distante da Sua soberana, boa, agradável e perfeita vontade e que está totalmente contra aos ensinos das Sagradas Escrituras. Quantas e quantas vezes entristecemos o Espírito Santo de Deus com nossas ações impensadas e algumas muitas vezes ações premeditadas, o que se concretiza em uma transgressão, ou seja, somos sabedores do que desagrada a Deus, e mesmo assim nos deixamos subjugar por aquilo que deveríamos combater pelo poder do Espírito Santo.  Não ceder a essa fraqueza deveria ser uma coisa fácil uma vez que somos conhecedores da verdade. Todavia, a realidade não é tão fácil assim, ainda não somos capazes de vivermos cabalmente a exortação de Tiago: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmo” (Tg 1.22). Enfim, sabemos ouvir, entretanto não somos bons praticantes da Palavra de Deus, ou ainda talvez nos falte fé, coragem e ousadia para subjugarmos as nossas vontades sejam elas carnais ou materiais. Na verdade o que parece ocorrer é que ainda vivemos sob o jugo do nosso EU, que permeia nossas mentes e corações ainda enfraquecidos pelo pecado e dominados pelo egoísmo que traz consigo pensamentos, desejos e vontades que não condizem com vontade perfeita e santa de Deus.
Estamos diante de um quadro aterrador. Estamos vivendo tempos em que desobedecer a Deus ao que parece se tornou moda e cada um que desobedeça mais que o outro, só que no final não existirá aquele que pecou mais ou menos que o outro, só o que haverá é a recompensa por tais atos que nos é ensinada na epístola de Paulo aos romanos: “pois o salário do pecado é a morte...” (Rm 6.23). Diante disso nos perguntamos: “Por que fazemos isso?” “Sabemos que estamos errados, mas então como é que cometemos tais atos e agimos dessa forma?” A resposta pode nos parecer muita dura e cruel, mas é verdadeira: “temos a Cristo apenas como Salvador de nossas miseráveis vidas, todavia não o temos como Senhor!” Pensamos que podemos viver a torto e a direita, ao nosso bel prazer, contudo as Escrituras nos ensinam uma verdade irrevogável e eterna: “Alegre-se jovem na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da tua juventude. Siga por onde o seu coração mandar; até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará julgamento” (Ec 11.9). Por isso que os que se professam cristãos e servos do Deus Altíssimo tem que entender e aceitar o senhorio soberano de Cristo sobre suas vidas e ministérios.  Cristo é o justo juiz e nos deu algo precioso (nossas vidas e ministérios) para que cuidemos com zelo e amor, e que essa dádiva é algo que deve ser usufruído para a honra e glória Dele, pois como nos ensinam os puritanos ingleses o fim principal de todo homem é glorificar a Deus e gozá-lo para todo o sempre. E como Ele é o justo juiz e Nele não existe injustiça, ele poderia muito bem nos deixar perecer no inferno eternamente, mas por causa de sua irresistível graça Ele enviou o seu Filho Eterno para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. A bem da verdade é que estamos distantes de Deus, e se antes de Ele nos salvar merecíamos o inferno, será que agora merecemos algo diferente? Claro que não! Não temos nada em nós que atraia a graça do Senhor, pois se tivéssemos a graça já não seria graça! Devemos nos lembrar das palavras de Cristo aos mestres da lei e fariseus de que eles não passavam de sepulcros caiados, ostentamos uma retidão que não existe, podemos parecer retos e íntegros por fora, mas nossas mentes e coração estão imundos e carregados de toda sorte de podridão e pecados, não somos melhores do que os mestres e fariseus que foram advertidos por Jesus.
O certo é que por estarmos distantes de Deus definhamos por causa de nossa natureza ainda pecaminosa, e de certo modo é que procuramos a quem culpar, mas cegos que estamos pela nossa hipocrisia não queremos abrir os nossos olhos para enxergarmos que o erro está em nós e em nossas atitudes erronias que nos desviam completamente da vontade de Deus, mas dessa forma por conta de nosso comportamento tortuoso pergunto-me: “Qual o significado da morte de Jesus para nossas vidas?” Mesmo depois de salvos continuamos distantes de Deus e continuamos a cometer os mesmos erros e até piores de antes de sermos salvos, se é que somos realmente salvos! Infelizmente a resposta fria para a pergunta feita acima é que na realidade estamos tratando o sacrifício de Cristo com menosprezo. Seu sacrifício se tornou nosso escape para justificarmos nossas práticas pecaminosas e assim nos afundamos cada vez mais no abismo do pecado e nos distanciamos de Deus e de sua vontade soberana.
Não podemos tratar o sacrifício de Cristo como uma moeda que varia de valor de acordo com o “mercado de pecado”, pois vivemos numa onda de pecados e pedidos de perdão que embotam nossas vidas e fazem com que Cristo fique a nossa mercê esperando o nosso próximo pecado para perdoá-lo. Vivemos como cegos imersos em nossa arrogância e não enxergamos que mesmo que o amor de Deus seja incondicional, ele espera “daqueles” que se dizem servos seus, respeito, amor, fé, reverência e acima de tudo obediência a esse incondicional amor! Amor esse que em sua soberana graça nos escolheu e que nos perdoou e nos predestinou para vivermos em santidade e em irrepreensibilidade diante de Deus e dos homens, mas enquanto  estivermos distantes de Deus isso não é possível!
Portanto, atentemos para a exortação do profeta Joel: “Agora, porém, declara o Senhor, ‘voltem-se para mim de todo o coração com jejum, lamento e pranto’. Rasguem o vosso coração e não as vestes. Voltem-se para o Senhor, o seu Deus, pois ele é misericordioso e compassivo, muito paciente e cheio de amor arrepende-se e não envia a desgraça”. (Jl 2.12-13).

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude!!!

Soli Deo Gloria!!!

Joel da Silva Pereira

O Plano de Deus para a Agenda Gay - John MacArthur



Se você tem visto os títulos de manchetes de jornais nos últimos anos, talvez tenha observado o incrível aumento do interesse por afirmar a homossexualidade. Quer esteja no âmago de um escândalo religioso, de corrupção política, de legislação radical e da redefinição do casamento, o interesse homossexual tem caracterizado a América. Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay. Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando o mal bem e o bem, mal (Is 5.20), elas o fazem em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.

Como você deve reagir ao sucesso da agenda gay? Deve aceitar a tendência recente em direção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia nos exorta a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De fato, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente. Os defensores do homossexualismo têm sido notavelmente eficazes em promover suas interpretações distorcidas de passagens da Bíblia. Quando você pergunta a um homossexual o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — e muitos deles o sabem — percebe que eles absorveram um interpretação que não é somente distorcida, mas também completamente irracional. Os argumentos a favor dos homossexuais extraídos da Bíblia são nuvens de fumaça — à medida que nos aproximamos deles, vemos com clareza o que está por trás.

Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente. Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.1-28) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 70-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33). Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16). Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é um crente, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade — jamais.

Não importa o quanto você deseja ser compassivo para os homossexuais, o seu primeiro amor é ao Senhor e à exaltação da justiça dEle. Os homossexuais se mantêm em rebeldia desafiante contra a vontade de seu Criador, que, desde o princípio, “os fez homem e mulher” (Mt 19.4). Não se deixe intimidar pelos defensores do homossexualismo e por sua argumentação fútil — os argumentos deles não têm conteúdo. Os homossexuais e os que defendem esse pecado estão comprometidos fundamentalmente em transtornar a soberania de Cristo neste mundo. Mas a rebelião deles é inútil, visto que o Espírito Santo afirma: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Co 6.9-10; cf. Gl 5.19-21). Então, qual a resposta de Deus à agenda homossexual? O julgamento certo e final. Afirmar qualquer outra coisa, além disso, é adulterar a verdade de Deus e enganar aqueles que estão em perigo. Quando você interage com homossexuais e seus simpatizantes, tem de afirmar a condenação bíblica.

Você não está procurando lançar condenação sobre os homossexuais, está tentando trazer convicção, de modo que eles se convertam do pecado e recebam a esperança da salvação para todos nós, pecadores. E isso acontece por meio da fé no Senhor Jesus Cristo. Os homossexuais precisam de salvação. Não precisam de cura — o homossexualismo não é uma doença. Eles não carecem de terapia — o homossexualismo não é uma condição psicológica. Os homossexuais precisam de perdão, porque a homossexualidade é um pecado.
Não sei como aconteceu, mas algumas décadas atrás alguém rotulou os homossexuais com o incorreto vocábulo “gay”. Gay, no inglês, significava uma pessoa feliz, mas posso assegurar-lhe: os homossexuais não são pessoas felizes. Eles procuram felicidade seguindo prazeres destrutivos. Esta é a razão por que Romanos 1.26 chama o desejo homossexual de “paixão infame”. É uma concupiscência que destrói o corpo, corrompe os relacionamentos e traz sofrimento perpétuo à alma — e o seu fim é a morte (Rm 7.5). Os homossexuais estão experimentando o juízo de Deus (Rm 1.24, 26, 28) e, por isso, são infelizes — muito, muito infelizes. 1 Coríntios 6 é bem claro a respeito das conseqüências eternas que sobrevirão àqueles que praticam a homossexualidade — mas existem boas-novas. Não importa o tipo de pecado, quer seja homossexualidade, quer seja outra prática, Deus oferece perdão, salvação e esperança da vida eterna àqueles que se arrependem e aceitam o evangelho. Depois de identificar os homossexuais como pessoas que não “herdarão o reino de Deus”, Paulo disse: “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11). O plano de Deus para muitos homossexuais é a salvação. Nos dias de Paulo, havia ex-homossexuais na igreja de Corinto, assim como, em nossos dias, existem muitos ex-homossexuais em minha igreja e em igrejas fiéis ao redor do mundo. Eles ainda lutam contra a tentação homossexual? Com certeza. Que crente não luta contra os pecados de sua vida anterior? Até o grande apóstolo Paulo reconheceu essa luta (Rm 7.14- 25). No entanto, ex-homossexuais assentam-se nos bancos de igrejas bíblicas em todo o mundo e louvam o Senhor, ao lado de ex-fornicadores, ex-idólatras, ex-adúlteros, ex-ladrões, ex-avarentos, ex-beberrões, ex-injuriadores e ex-defraudadores. Lembrem-se: alguns de vocês eram assim.

Qual deve ser a nossa resposta à agenda homossexual? Oferecer-lhe uma resposta bíblica — confrontá-la com a verdade das Escrituras, que condena a homossexualidade e promete castigo eterno para todos os que a praticam. Qual deve ser a nossa resposta ao homossexual? Oferecerlhe uma resposta bíblica — confrontá-lo com a verdade das Escrituras, que o condena como pecador e lhe mostra a esperança da salvação, por meio do arrependimento e da fé em Jesus Cristo. Permaneçam fiéis ao Senhor, quando reagirem à homossexualidade, honrando a Palavra de Deus e deixando com Ele os resultados.

Fonte: www.gty.org

A MÁQUINA DO TEMPO, SPURGEON E A SUA VISITA A UM SHOW GOSPEL DE THALLES ROBERTO



Depois que o Reformador Martinho Lutero e George Whitefield viajaram no tempo chegou a vez do Príncipe dos pregadores Charles Spurgeon.

Pois bem, o grande Spurgeon entrou na máquina do tempo vindo visitar o Brasil.  Para início de conversa ele foi recebido por um "Apóstolo" que lhe disse:

- Spurgeon, bem vindo ao Brasil. Eu profetizo sobre sua vida todo tipo de vitória, mesmo porque, fiquei sabendo que você é um oprimido do diabo e que devido a isso sofre de gota. 

-  O pastor do Tabernáculo Metropolitano sem entender a heresia apostólica agradeceu as boas vindas.

O apóstolo querendo introduzir Spurgeon ao mundo gospel lhe disse: 

- Nobre pastor, quero lhe levar para assistir um show gospel! Você precisa ver, é tremendo! O povo dança, pula, vibra, canta e "sai do chão" com muita alegria. 

Spurgeon sem entender o que o apóstolo falava, disse: "Show gospel? O que é isso? É um culto?

O apostolo respondeu:  - Muito mais que isso! É benção pura, sem mistura! 

- Como funciona isso?  perguntou Spurgeon.

Ora, caro pastor. Um show gospel, tem muita música, dança, alegria e testemunhos do poder de "Papai".

Querendo entender melhor, spurgeon pergunta: - E a pregação da Palavra? 

Sem esperar Spurgeon terminar de falar o apóstolo disse: - Que pregação de palavra o que! Isso é bobagem! Somos uma geração de adoradores extravagantes! Vou te levar ao Show do cantor da moda. Isso mesmo, vou te levar ao show do Thales Roberto. Você vai ver, será tremendo!

Lá foram então os dois em direção ao show gospel. Quando chegaram ao clube onde aconteceria o evento, Spurgeon se assustou com a quantidade de jovens que tinham em mãos um boneco. Curioso, ele perguntou ao apóstolo: - Que boneco é esse? E o apóstolo respondeu com cara de poucos amigos: - Ora, ignorante inglês, esse é o Thaleco, o boneco do grande cantor gospel.

Mal terminou de falar, e a multidão ensandecida começou a gritar: "Thales, cadê você eu vim aqui só pra te ver."

Spurgeon chocado com o que via disse: - Não estou entendendo! Qual é o propósito desse pula-pula? 

Entretenimento, disse o apostolo. Nossos jovens precisam se divertir, mesmo porque, somos filhos do Rei. Deus nos chamou para sermos cabeça e não calda e outra coisa, precisamos evangelizar a juventude e essa história de pregar o evangelho, de falar em pecado é coisa ultrapassada. Se tivermos tempo vou levá-lo a uma boate gospel. Você vai amar!

Spurgeon indignado com aquilo disse: - A Igreja não foi chamada por Cristo para promover entretenimento. Por favor preste atenção no que vou lhe dizer: O adversário das nossas almas tem agido como o fermento, levedando toda a massa. Você precisa entender que o diabo não criou algo mais perspicaz do que sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.  Por favor entenda que a igreja de Cristo não tem por obrigação promover entretenimento. Antes pelo contrário, o Evangelho com todas as suas implicações precisa ser pregado de forma simples e objetiva, mesmo porque, somente o Evangelho tem poder para transformar os corações dos homens. 

Spurgeon, disse o apóstolo, deixa de ser careta, isso foi no passado, os tempos são outros, "agora é nóis" e outra coisa: Eu sou apóstolo e Deus me deu uma revelação super nova, revelação essa  que ninguém até agora teve, portanto, o que você falou é uma grande bobagem.

Nesse ínterim,  o organizador do evento subiu ao palco para anunciar que o Thales não iria mais cantar, simplesmente pelo fato  de que ele não tinha recebido o dinheiro combinado em contrato.

Spurgeon, chocado com o que viu correu em direção a máquina do tempo desejoso de o mais rápido possível regressar a Inglaterra Vitoriana, mesmo porque, lá ainda não existia essa história de show gospel.

Deus tenha misericórdia da igreja brasileira.

Com lágrimas nos olhos,

Renato Vargens

J. C. RYLE – O QUE É SER SALVO?

poucos salvos Jc Ryle
Este é um assunto que precisa ser esclarecido. Até que saibamos disso, não faremos nenhum progresso. Por ser “salvo” eu posso ter em mente uma coisa, e você pode ter em mente outra. Deixe- me mostrá-lo o que a Bíblia diz sobre ser “salvo”, e então não haverá mal-entendidos.
Ser salvo não é meramente professar e chamar a nós mesmos de Cristãos. Podemos ter todas as partes exteriores do Cristianismo, e ainda estarmos perdidos apesar de tudo. Nós podemos ser batizados na Igreja de Cristo, participar da mesa de Cristo, ter conhecimento Cristão – ser reconhecidos como homens e mulheres Cristãs; e ainda sermos almas mortas por toda nossa vida – e ao fim, no dia do julgamento, se achar à esquerda de Cristo, entre os bodes. Não: isto não é salvação! Salvação é algo muito maior e mais profundo que isto. Agora, o que é?
(a) Ser salvo é ser liberado nesta vida presente da culpa do pecado, pela fé em Jesus Cristo, o Salvador. É ser perdoado, justificado, e livre de cada acusação de pecado, pela fé no sangue de Cristo e em Sua mediação. Todo aquele que com seu coração crê no Senhor Jesus Cristo, é uma alma salva. Ele não perecerá. Ele tem a vida eterna. Esta é a primeira parte da salvação, e a origem de todo resto. Mas isto não é tudo.
(b) Ser salvo é ser liberado nesta vida presente do poder do pecado, pelo novo nascimento, e santificado pelo Espírito de Cristo. É ser livre do domínio abominável do pecado, do mundo, e do diabo, tendo uma nova natureza introduzida em nós pelo Espírito Santo. Todo aquele que é dessa maneira renovado no espírito de sua mente, e convertido, é uma alma salva. Ele não perecerá. Ele entrará no reino glorioso de Deus. Esta é a segunda parte da salvação. Mas ainda não é tudo.
(c) Ser salvo é ser liberado no dia do julgamento, de todas as terríveis consequências do pecado. É ser declarado inocente, imaculado, irrepreensível, e completo em Cristo, enquanto outros são achados culpados e condenados para sempre. É ouvir aquelas palavras confortantes: – “Vinde, benditos!”; enquanto outros ouvem aquelas palavras atemorizantes: – “Apartai-vos de mim, malditos!” (Mateus 25.34,41). É ser aceito e confessado por Cristo, como um de Seus filhos e servos queridos, enquanto outros são rejeitados e lançados fora para sempre. É ser declarado livre da parte do iníquo: – do bicho que nunca morre, do fogo que nunca se apaga, do choro, do gemido, e do ranger de dentes, que nunca tem fim. É receber a recompensa preparada para os justos, no dia da segunda vinda de Cristo – o corpo glorioso, o reino incorruptível, a incorruptível coroa de glória, e a alegria eterna. Esta é a salvação completa.
Esta é a “redenção” que os verdadeiros Cristãos são encorajados a olhar e desejar (Lucas 21.28). Esta é a herança de todos os homens e mulheres que creem e nascem de novo. Pela fé eles já são salvos. Aos olhos de Deus sua salvação final é uma coisa absolutamente certa. Seus nomes estão no livro da vida. Suas mansões no céu já estão preparadas. Mas ainda há uma parte da redenção e da salvação que eles não alcançarão enquanto estiverem no corpo. Eles são salvos da culpa e poder do pecado; mas não da necessidade de vigiar e orar. Eles são salvos do medo e amor do mundo, mas não da necessidade diária de lutar. Eles são salvos da servidão do diabo; mas não são salvos de serem atormentados por suas tentações. Porém quando Cristo vier à salvação dos crentes estará completa. Eles já a possuem no broto Eles a verão então na flor.
Salvação é isto. É ser salvo da culpa, poder, e consequências do pecado. É crer e ser santificado hoje, e ser salvo da ira de Deus no último dia. O salvo que tem a primeira parte na vida presente, terá sem dúvida a segunda parte na vida por vir. Ambas as partes serão unidas. O que Deus juntou, nenhum homem tente dividir. Que ninguém sonhe que será salvo no fim, se primeiro não nascer de novo.
Que ninguém duvide, se nasceu de novo aqui, que certamente será salvo no mundo porvir.
Que nunca seja esquecido que o objetivo principal de um ministro do Evangelho é promover a salvação das almas. Eu afirmo como um fato certo que não é um ministro verdadeiro quem não sente isso. Não falo de mandamento de homens! Tudo pode estar sendo feito corretamente, e de acordo com as regras. Ele pode usar um casaco preto, e ser chamado de “reverendo”. Mas se a salvação das almas não é o grande interesse – a paixão dominante; o pensamento cativante de seu coração – ele não é um verdadeiro ministro do Evangelho: ele é um assalariado, e não um pastor. Congregações podem tê-lo chamado, mas ele não é chamado pelo Espírito Santo. Bispos podem tê-lo ordenado, mas não Cristo.
Para qual propósito os homens supõem que os ministros são enviados à frente? É meramente para usar um sobrepeliz, e ler as cerimônias, e pregar um certo número de sermões? É meramente para administrar os sacramentos, e oficiar em casamentos e funerais? É meramente para ter uma vida confortável, e estar em uma profissão respeitável? Não, sem dúvida! Nós somos enviados avante para outros fins que esses. Nós somos enviados para trazer homens das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus. Nós somos enviados para convencer homens a fugir da ira vindoura. Nós somos enviados para atrair homens do serviço do mundo para o serviço para Deus, para despertar os que dormem – para alertar o desatento – e “por todos os meios chegar a salvar alguns” (1 Coríntios 9.22).
Não pense que tudo acaba quando estabelecemos cerimônias regulares, e persuadimos as pessoas a assisti-las. Não pense que tudo acaba, quando congregações cheias estão reunidas, e a mesa do Senhor está repleta, e a escola paroquial está lotada. Nós queremos ver a obra manifesta do Espírito entre o povo, um senso evidente de pecado, uma fé vigorosa em Cristo – uma resoluta mudança de coração, uma separação nítida do mundo, uma andar santo com Deus. Em resumo, nós queremos ver almas salvas – e nós somos tolos e impostores, cegos condutores de cegos, se descansamos satisfeitos com qualquer coisa menos que isso.
Afinal, o grande objetivo de ter uma religião é ser salvo. Esta é a grande questão que temos que assentar em nossas consciências. O assunto para nossa consideração não é se vamos à igreja ou à capela – se nos aprofundamos em certos costumes e cerimônias – se observamos certos dias, e executamos um certo número de deveres religiosos. O importante é se, depois de tudo, nós seremos “salvos”. Sem isso todos os nossos atos religiosos são desgastantes e o labor é em vão.
Nunca, nunca nos contentemos com algo menos do que uma religião salvífica. Seguramente estar satisfeito com uma religião que não dá nenhuma paz na vida, nenhuma esperança na morte, nenhuma glória no mundo que virá, é estupidez infantil.

[J. C. Ryle; Poucos salvos, [Projeto Ryle], pg 4.]

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Dr. Robert Kalley e a prática cristã





por Rafael de Lima

Os dias atuais, relativos às igrejas evangélicas, têm apresentado características ambíguas, ainda que marcadas por pontos negativos. Por um lado, temos presenciado, em certas denominações, um total abandono da ênfase doutrinária. A doutrina em certas igrejas tem sido vista de forma totalmente negativa. Muitos relacionam a teologia à frieza espiritual. Por outro lado, muitas igrejas que apresentam uma doutrina saudável têm demonstrado importantes falhas com respeito à prática cristã, seja pela quase inexistência desta, seja pela sua utilização quase que mercadológica, fugindo totalmente da proposta bíblica.

A teologia da missão integral tem estado em alta em várias denominações, e sem dúvida, é uma concepção extremamente relevante. Todavia, majoritariamente, ela não passa de um discurso bonito em nossas igrejas, tornando-se uma prática isolada, e por vezes, individual.

Quando observamos a vida do Dr. Robert Kalley, o responsável pela implantação da primeira tradição protestante a partir de 1855 e que pode ser considerado, de fato, brasileira – o congregacionalismo – percebemos com clareza o quanto devemos nos espelhar em homens como este.

A sua teologia saudável era expressa não em longos textos e ensaios (ainda que este mantivesse o hábito de escrever seus pensamentos, de enviar cartas de aconselhamento pastoral, etc.), mas era vivida na labuta diária, junto à comunidade em que estava inserido. Médico renomado que era, o Dr. Kalley abria mão de atender os membros da alta sociedade a fim de que houvesse mais tempo para o atendimento dos pobres. Investia em educação e na luta pela obtenção dos direitos sociais para aqueles que abraçavam a fé protestante, visto que o catolicismo dominava todas as esferas da sociedade brasileira neste período.

As atitudes do Dr. Kalley brilhavam mais do que suas palavras. E, sem dúvidas, muito o que tem faltado aos cristãos nestes dias é o viver cristão. Muito mais do que ter uma teologia saudável, praticar essa teologia, como Cristo já nos advertia: “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mt 7:24 – ACF)[1].

Que homens como o Dr. Kalley possam nos inspirar a termos uma vida cristã de fato. Praticar a Palavra com objetivos nobres e não midiáticos, como temos visto. Viver o que Cristo nos ordena e amar a Deus, por tudo o que Ele nos fez e não em troca do que Ele pode nos dar.

“Senhor, Tu conheces todas as minhas fraquezas, toda a minha insensatez, meus pecados, minha completa incapacidade. Mas aqui estou. Oh! Toma-me; faze de mim segundo a tua vontade; envia-me onde quiseres, faze comigo o que teus olhos veem ser o melhor; e apenas deixa-me sentir que Tu estás comigo, que Tu me amas e me usas, e Tu serás glorificado pelas tuas obras feitas através de mim!” [2].

Dedicatória do Dr. Kalley, após sua conversão


Notas


[1] A versão utilizada neste artigo é a Almeida Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original (ACF) publicada pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

[2] FORSYTH, William B. Jornada no Império: Vida e Obra do Dr. Kalley no Brasil. São Paulo: Editora Fiel, 2006

RUSSIA PROÍBE CASAIS HOMOSSEXUAIS DE ADOÇÃO

Parlamento russo proibirá adoção por casais homossexuais



O presidente da Câmara dos Deputados da Rússia, Sergei Narishkin, anunciou nesta segunda-feira, que proibirá por lei a adoção de crianças russas por casais homossexuais.
"Devemos tomar medidas e as tomaremos. Introduziremos mudanças na legislação russa para proibir as adoções se a família for de pais do mesmo sexo", disse Narishkin, citado por agências locais.
Os trâmites da lei já se iniciaram na segunda-feira passada e as medidas deverão ser tomadas na próxima semana. O assunto será debatido novamente na quinta-feira durante a reunião dos comitês de família e assuntos internacionais. Nessa reunião participarão os ativistas franceses que protestaram contra a legalização do casamento gay na França.

Caso a DUMA apresente o projeto de lei, o presidente da Rússia, Vladimir Putin afirmou que vai promulgar. “Estou farto desses casais homossexuais. É preciso mostrar menos agressividade e não aumentar o problema. Assim será melhor para todos". Vladimir afirmou que não há discriminação das minorias sexuais, e que acha que a legislação é até muito liberal nesse sentido.

Segundo o jornal russo Izvestia, a medida contra a adoção por casais gays foi uma iniciativa do presidente que pediu ao governo e ao Supremo Tribunal a introdução das mudanças até 1º de julho.

Vladimir Putin também buscou mudanças no acordo que regulamenta as adoções de crianças russas por pais franceses, depois que a França legalizou o casamento gay e a adoção de crianças por pais homossexuais. "Devemos reagir ao que ocorre ao nosso redor. Nós respeitamos nossos parceiros, mas pedimos que respeitem nossas tradições culturais e éticas, e as normas legais e morais da Rússia", disse o defensor do Menor russo, Pável Astájov.

Segundo ele, a Rússia fará tudo que for possível para que o país não repita os passos da Espanha, Canadá ou França, que permitem que casais do mesmo sexo adotem crianças. O país já aprovou a polêmica lei que proíbe a “propaganda homossexual” entre os menores de idade.

Fonte: The Christian Post

DESISTÊNCIA DO MINISTÉRIO

Cerca de 1,5 mil pastores desistem do ministério todos os meses




A revista Cristianismo Hoje publicou uma matéria que fala sobre a quantidade crescente de pastores que entregam seus ministérios por não suportarem as cobranças que esse sacerdócio exige.
Com problemas de ordem financeira, familiar e até mesmo de saúde, esses pastores preferem se afastar de suas atividades, sem deixar de exercer suas crenças. Isso é, eles continuam na igreja, mas não cumprem suas tarefas como pregar, fazer visitas e etc.
Na reportagem o pastor José Nilton Lima Fernandes, 41 anos, conta que pediu licença da sua função na Igreja Presbiteriana Independente (IPI) no final de 2010, depois de quase 15 anos enfrentando problemas. “Eu entrei num processo de morte. Adoeci e tive que procurar ajuda médica para me restabelecer”, conta ele que acabou se divorciando, o que aumentou suas dores por perder a companhia permanente da filha.
Durante todo o ano de 2011 ele esteve de licença e essa experiência lhe mostrou que é possível servir ao ministério pastoral sem estar dirigindo uma igreja.
“Não acredito mais que um ministério pastoral só possa ser exercido dentro da igreja, que o chamado se aplica apenas dentro do templo. Quebrei essa visão clerical”.
Nilton que está casado novamente e retomou seu trabalho como pastor em uma IPI da zona leste da capital paulista não é o único sacerdote que cede aos problemas que aparecem no cumprimento desse chamado. A revista Cristianismo Hoje cita também pesquisas elaboradas nos Estados Unidos que mostram o alto índice de “licenças” que são pedidas.
Uma delas, elaborada pelo Instituto Francis Schaeffer, mostra que todos os meses 1,5 mil pastores abandonam seus ministérios por problemas morais, esgotamento espiritual e até mesmo por desavenças com a igreja.
Uma outra pesquisa mostrou que os principais problemas enfrentados por esses ministros são: depressão e estresse, despreparo ministerial, falta de contato com a Bíblia, casos extraconjugais e crise financeira.

Post original em GospelPrime

quarta-feira, 10 de julho de 2013

O ENGANO DA "CURA GAY"



A Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta terça-feira, dia 18/06, o projeto de lei, de autoria do deputado João Campos (PSDB) que anula o trecho do Artigo 3º e todo o Artigo 4º da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia. O projeto foi apelidado maliciosamente de "cura gay".

A questão legal

Em 23 de Março de 1999 o Conselho Federal de Psicologia aprovou o seguinte documento:

"RESOLUÇÃO CFP Nº 1/99 DE 23 DE MARÇO DE 1999

"Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual"

O Conselho Federal de Psicologia no uso de suas atribuições legais e regimentais,

Considerando que o psicólogo é um profissional da Saúde;

Considerando que na prática profissional, independentemente da área em que esteja atuando, o psicólogo é freqüentemente interpelado por questões ligadas à sexualidade;

Considerando que a forma como cada um vive sua sexualidade faz parte da identidade do sujeito, a qual deve ser compreendida na sua totalidade;

Considerando que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão;

Considerando que há uma inquietação na sociedade em torno de práticas sexuais desviantes da norma estabelecida socioculturalmente;

Considerando que a Psicologia pode e deve contribuir com seu conhecimento para o esclarecimento das questões da sexualidade, permitindo a superação de preconceitos e discriminações.

Resolve:

Art. 1º - Os psicólogos atuarão segundo os princípios éticos da profissão, notadamente aqueles que disciplinam a não discriminação e a promoção do bem-estar das pessoas e da humanidade.

Art. 2º - Os psicólogos deverão contribuir, com seu conhecimento, para uma reflexão sobre o preconceito e o desaparecimento de discriminações e estigmatizações contra aqueles que apresentam comportamentos ou práticas homoeróticas.

Art. 3º - Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreçam patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4º - Os psicólogos não se pronunciarão e nem participarão de pronunciamentos públicos nos meios de comunicação de massa de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

Art. 5º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 6º - Revogam-se todas as disposições em contrário.

Ana Mercês Bahia Bock

 Conselheira-Presidente"


A aprovação deste documento em 1999 tolheu a atividade de psicólogos com pacientes homossexuais, desejosos de abandonar a prática. O projeto de lei apelidado pelo movimento homossexual de "cura gay" nada mais faz que anular a extrapolação da lei contida no parágrafo único do Artigo 3º e no Artigo 4º, a saber:

"Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4º - Os psicólogos não se pronunciarão e nem participarão de pronunciamentos públicos nos meios de comunicação de massa de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica."

Desta forma, restaura-se o direito de qualquer indivíduo procurar ajuda psicológica caso esteja insatisfeito com sua condição de homossexualidade.

Se um heterossexual tem o direito de buscar ajuda caso esteja descontente com sua sexualidade, por que um homossexual não pode ter o mesmo direito? É claro que o movimento homossexual condena isso porque não admite que um homossexual "traia a causa" tornando-se heterossexual.

A questão bíblica

Não existe "cura gay". A Bíblia não considera o homossexualismo como doença. A Bíblia mostra que homossexualismo é comportamento pecaminoso. Como já foi demonstrado no artigo Daniela Mercury, obrigado... ninguém nasce homossexual. Homossexualismo é comportamento aprendido. Todavia, todos nascemos pecadores. Todos nós temos potencial para qualquer tipo de pecado, seja homossexualismo, adultério ou assassinato.

O homossexualismo é uma relação condenada por Deus como nos mostram os seguintes registros:

"Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles. Gênesis 19.4,5

"Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação." Levítico 18.22 

"Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles." Levítico 20.13

"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Romanos 1.26,27


“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.” 1 Coríntios 6.9,10

Existe salvação para homossexuais?

A Bíblia mostra que sim. Escrevendo aos Coríntios, Paulo alista os tipos de pecados que não herdariam o reino de Deus (acima) e continua: "Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus." 1 Coríntios 6.11

Há probabilidade de alguns coríntios terem abandonado a prática homossexual para se tornarem cristãos. Da mesma forma, provavelmente alguns coríntios abandonaram a idolatria, a vida adúltera, o roubo, etc, para seguirem a Cristo.


A Palavra de Deus afirma que "... se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." 2 Coríntios 5.17


Da mesma forma que alguém acostumado a ter relações heterossexuais passará a vida vigiando seu coração contra tentações nesta área, alguém que foi iniciado na prática homossexual sofrerá tentações desta espécie.


Todavia, tentação não é sinônimo de pecado. Jesus foi tentado e não pecou. Ele mesmo nos ensinou a orar a Deus pedindo que, quando estivéssemos em tentação, não caíssemos (Mt 6.13) e Paulo nos mostra que não há tentação que não seja humana, mas Deus é fiel e não permite que sejamos tentados além das nossas forças, pelo contrário, com a tentação ele nos dá livramento para que a possamos suportar (1Co 10.13).


Assim, é plenamente possível a homossexuais o abandono da prática pecaminosa e a vitória sobre as tentações, trilhando um caminho de santidade perante o Senhor. Nossas igrejas têm sido testemunhas de casos assim e devem continuar agindo sem discriminação. O Evangelho é o poder de Deus para salvação e quando ele alcança alguém transforma, de fato. Sejamos, portanto, instrumentos de Deus na transformação destas vidas. Amém.

Rev. Ageu Magalhães

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