terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O que vem a sua mente quando você olha para uma Cruz?

Os efeitos da cruz.
I Corintios 1:18 a 25


O que vem a sua mente quando você olha para uma cruz?

A cruz passa duas realidades?
1- vida
2- morte

Todas as religiões têm seu símbolo visual, que exem­plifica um aspecto importante de sua história ou crenças. O budismo emprega a flor de loto, Por causa de sua forma de roda, pensa-se que represente o círculo do nascimento e da morte.

O judaísmo moderno, emprega o assim chamado Escudo ou Estrela de Davi, um hexagrama formado pela combinação de dois triângulos. O Escudo fala da aliança de Deus com Davi de que o trono deste seria estabelecido para sempre e que o Messias viria da sua descendência.

O islã, a outra fé monoteísta que se le­vantou no Oriente Médio, é simbolizado pelo crescente ou meia-lua, pelo menos na Ásia Ocidental. Originalmente o crescente represen­tava uma fase da lua e era o símbolo de soberania em Bizâncio antes da conquista muçulmana.


O Cristianismo, portanto, não é exceção quanto a possuir um sím­bolo visual. Todavia, a cruz não foi o primeiro. em particular, de um peixe. Somente os iniciados saberiam, e ninguém mais poderia adivinhar que ichthys ("peixe") era o acrônimo de Iesus Christos Theou Huios Soter ("Jesus Cristo Filho de Deus Salvador"). Mas o peixe não permaneceu como símbolo cristão, sem dúvida porque a associação entre Jesus e o peixe era meramente acronímica (uma disposição fortuita de letras) e não possuía nenhuma importância visual.



Os gregos e os romanos se apossaram da crucificação que, aparen­temente, fora inventada pelos "bárbaros" que viviam à margem do mundo conhecido. E ela, com toda a probabilidade, o método mais cruel de execução jamais praticado, pois deliberadamente atrasa a morte até que a máxima tortura seja infligida. Antes de morrer, a vítima podia sofrer durante dias. Ao adotarem a crucificação, os ro­manos a reservaram para assassinos, rebeldes, ladrões,

Cícero, num de seus discursos, con­denou-a como crudelissimum taeterrimumque supplicium, "um castigo muitíssimo cruel e repugnante".11 Um pouco mais tarde ele declarou: "Atar um cidadão romano é crime, chicoteá-lo é abominação, matá­-lo é quase um ato de assassínio: crucificá-lo é — o quê? Não há palavras que possam descrever ato tão horrível".12 Cícero foi ainda mais explícito em 63 a.C. em sua defesa bem-sucedida do idoso se­nador Gaio Rabírio, que havia sido acusado de homicídio: "a própria palavra cruz deve ser removida para longe não apenas da pessoa do cidadão romano, mas também de seus pensamentos, olhos e ouvidos. Pois não é somente a ocorrência destas coisas (os procedimentos da crucificação) ou a capacidade de suportá-las, mas a possibilidade de­las, a expectativa, deveras, a mera menção delas, que é indigna de um cidadão romano e de um homem livre".13
Se os romanos viam com horror a crucificação, da mesma forma viam-na os judeus, embora por motivos diferentes.

Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas
Para os que creem a cruz trás algum beneficios:


1- na cruz o pecado é tirado Hebreus 9:26 a 28

2- na cruz a ira de Deus é findada Romanos 5:9

3- na cruz a maldição é anulada galatas 3:14 e 15

4 na cruz o poder de satanas é dominado Hebreus 2:14

A cruz para Cristo Jesus foi um peso absurdo, mas para nós o maior presente que o Pai poderia ter dado a humanidade. amém




Baseado no livro a Cruz de Cristo de John Stott
Rev. Marcio Gleison
Utinga Bahia

2 comentários:

  1. Ótimo post, pastor e ótimo livro também - A Cruz de Cristo de John Stott. Lembro que quando o li pela primeira vez, apesar do conhecimento das Escrituras que já tinha, me faltava o discernimento e maturidade adequados para processar melhor as verdades contidas nele.
    Agora, ao relê-lo, vejo com outros olhos e perspectiva o que o autor quis dizer ao escrevê-lo.
    Toda glória seja dada ao Pai, que por meio de Seu Filho, Jesus Cristo, proveu para nós tão grande salvação!

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